“Canaã” de Graça Aranha, 1902

Obrigado, Adonias Mangueira Fernandes, pela profundidade e a oportunidade da citação do grande escritor. Lúcida, clara, elucidativa de como se aplica a Justiça, como se faz ou não se faz justiça.

Mas o que eu louvo em você, Adonias, é que escolheu um texto de mais de 100 anos para combater uma realidade que está aí, visível, resistindo a tudo, nem merece mesmo o que se chama de JUSTIÇA.

O juiz revelado por Graça Aranha, existia e continua existindo, sem que se possa fazer qualquer coisa. Já ouvi muitos juízes dizerem, “para mim só existe o que está nos autos, o que não está nos autos, não me interessa”. É o juiz de Graça Aranha, ressuscitado por você, a quem agradeço.

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