17 horas: ansiedade no país, tranquilidade no Supremo

Os ilustres e ilibados ministros, continuam discutindo uma “irregularidade municipal, que vem de 1998”. Excluídos a relatora (Ellen Gracie) e o revisor (Peluzo), os outros não conheciam o processo. Alguns confessavam: “Nos intervalos fui lendo o processo”.

Uma curiosidade alarmante: estava sendo examinado para ser julgado, o então prefeito desse município (Pato Branco, no interior do Paraná), Alceni Guerra. Logo depois foi eleito deputado federal, e continua reeleito.

Outro fato estranho: Alceni já foi homenageado na própria Câmara a que pertence, “pela INJUSTIÇA SOFRIDA”. Como esse foi um fato público e notório, vastamente noticiado, por que está ele agora, 12 anos depois, sendo julgado pelo Supremo?

Se o mais alto tribunal do país continuar sendo chamado para examinar irregularidades municipais, não fará outra coisa. Ou terá que estabelecer uma hierarquia no julgamento da CORRUPÇÃO: federal, estadual, municipal. Se inverterem o que chamo de Hierarquia, Arruda e milhares de outros, serão transformados em heróis nacionais, SEM NENHUMA CULPA.

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