Esportivas, observadas, comentadas e condenadas

Barrichello, vitória contra a injustiça

Quase de ponta a ponta, o brasileiro venceu no belíssimo circuito de rua de Valencia. Voou de tal maneira, que mesmo o monótono e cansativo apresentador, não conseguiu fazer suspense. O público sabia desde a metade da prova que Rubinho seria o vencedor. Estava “parando”, “administrando”, “sustentando” a ponta, sem riscos.

No último minuto, o São Paulo perdeu o jogo e a arrancada

Com a vitória bateria o recorde, com o empate manteria o ritmo das 8 últimas rodadas. Nenhum jogo deveria ter 48 minutos. Os “grandes” estão se pendurando nesse varal, como Mussolini no fim da Segunda Guerra Mundial.

O fracasso não foi da Maurren Maggi

Decepção, frustração, desorganização são sinônimos de traição ao esporte. Já vimos isso com o Guga, número um do mundo, podíamos ter aproveitado para criar vencedores iguais a ele.

O atletismo é nobre, dirigente? Pobre

A falta de organização é total. Só se salvam o futebol e o vôlei, mas os clubes, fracassos irremediáveis e irrecuperáveis. Benefícios e favores para os “presidentes” abandono para os atletas.

Flunimed-Horcades

Liguei no jogo com o Barueri, no Maracanã, e com 2 minutos o Fluminense ainda não perdia. Acabou o primeiro tempo, não “sofreu” gol, no segundo tempo inteiro, a mesma coisa.

O Plano de Saúde não joga

O adversário ficou com 10 jogadores, depois 9, e nada de gol. Lembrei do slogan do patrocinador: “O melhor plano de saúde é viver, para o Fluminense é descer”. Mais? E o presidente do clube?

Ronaldinho Gaúcho estará voltando?

Na estréia do Milan, que apresentava seu novo treinador (Leonardo), vitória por 2 a 0. Os dois gols de Pato, passes magníficos do ex-melhor do mundo. Será a ressurreição de quem não poderia ter morrido aos 27 anos? (idade que tinha na Copa de 2006, quando começou o retrocesso).

Sem Nadal, contundido, sem ritmo, ninguém ganha de Federer

Depois de 70 dias parado e ainda com seu jogo em lugar incerto e não sabido, o espanhol pode ser considerado ausente. Só perdeu o primeiro lugar do ranking por estar ausente. Federer ganhou muito bem do espaventoso Djokovic, depois de ter eliminado o mal educado Murray. Nadal pode estar de volta semana que vem no Aberto dos EUA.

Botafogo injustiçado

A palavra não é essa, o que fazer? O time do Rio dominou o de São Paulo, mas há sempre um arbitro no meio do caminho. Marcou o segundo pênalti (não houve, o primeiro, exato), o Castilho defendeu, o batedor do pênalti só poderia chutar se junto do goleiro do Botafogo estivesse outro jogador.

O árbitro devia receber cartão vermelho

Só um outro jogador do Corinthians que não estivesse impedido, lógico, poderia fazer o gol. O auxiliar chamou o árbitro, disse: “O gol tem que ser invalidado”. O árbitro deu as cosas, apontou para o meio do campo, tirou a vitória do Botafogo.

Vasco: 111 anos gloriosos e vitoriosos

Se somarmos a liderança da série, a ausência para sempre de Eurico Miranda, e os quase 80 mil pagantes no Maracanã, que maravilha viver. É o festival Wagner em versão esportiva e com o mesmo prazer musical.

Vôlei invencível

Depois de 14 jogos, a seleção feminina foi campeã. Grande Prêmio, mas na faixa está escrito: Grand Prix”. Tanto faz, o importante é que além de invencíveis, são insubstituíveis e indivisíveis.

Goiás e Avaí no G-4

São surpreendentes, positivamente. Os outros que vão ficando mais longe, são surpreendentes, negativamente. Mas é tudo muito satisfatório, e aplausos para Helio dos Anjos e Silas.

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