Esportivas, observadas e comentadas

Fladriano, Flakovic e Flabruno
consolidam o Flandrade

Desconhecido, desencontrado, desanimado, o time estava quase desinteressado. Experimentava vários remédios sem solução, só melhorou quando tomou o feito em casa, já no desespero. Deu certo.

Fim de semana de
festa com o torcedor

77 mil flamenguistas foram ao Maracanã, nada surpreendente em relação à maior torcida do Brasil. Mas antes não compareciam, para quê, se o Flamengo entrava em campo mas não jogava? Anteontem ainda teve que defender (Bruno) dois pênaltis. O segundo, imaginário e surrealista. Mas no G-4.

A famosa “mala branca”

Polêmica e controversa, voltou e dividiu opiniões de torcedores, dirigentes,  jornalistas. Do ponto de vista legal, nada a condenar. Se fosse o contrário, aí sim, exigiria punição.

Apenas duas objeções ligeiras. 1- Quem paga para ajudar a VENCER, é capaz de pagar para PERDER. 2- A diretoria do Barueri não podia enfraquecer o time, “barrando” os dois melhores. Insensatos, não perceberam que prejudicavam diversos outros clubes?

O petróleo transforma árabes
em centro de glória esportiva

Sem a menor tradição e até sem público presente, (transmitindo para o mundo pela televisão e internet) concentraram quase ao mesmo tempo, três grandes competições: Fórmula 1, Copa do Mundo de Tênis feminino, Copa do Mundo de Vôlei. De clubes masculinos, não de seleções.

Em plena miséria do povo,
estádios maravilhosos

Sem qualquer favorecimento: é dos mais bonitos estádios que já vi ou conheci pessoalmente. É realmente maravilhoso, atraente, confortável e de beleza insuperável. A própria direção dos Emirados comunicou: “Antes de ser inaugurado, já custara 50 BILHÕES de dólares”. E no final? E um número de habitantes miseráveis, nos dois sentidos da palavra.

Corrida chatíssima, sem graça,
só valeu mesmo a última volta

Button não ganhou, mas justificou o título, que na verdade mereceu nas 7 corridas iniciais. Disputou a vitória na volta final, quase ganhava. Barrichello no seu melhor ano, chegou a disputar o título, ficou em terceiro, merecido. Aliás, merecidíssimo.

No Qatar, Copa do Mundo de Tênis, ontem,
a partir de amanhã, Copa do Mundo de Vôlei

As irmãs Williams, estão há 10 anos no auge da glória. Varias vezes número 1 e número 2, pararam por contusão, como quase todas. (nessa prova mesmo, 3 delas desistiram). Na fase de classificação, se enfrentaram, a vitória foi de Serena, uma tinha que vencer.

Serena-Venus mais uma final

A mais moça, (28) venceu a mais velha (29). Novamente no tiebreak, e pelo mesmo final de 7/4. Elas disputam mesmo, batem com violência, não “amenizam”. Serena voltou a ser a número 1 do mundo, posição que perdera por causa de contusões.

Mundial de Vôlei, em Doha

Amanhã, no reino do petróleo, começa outra competição importante: o vôlei masculino de clubes. O representante do Brasil é o Florianópolis, com jogadores da seleção, incluindo Bruno, filho do técnico Bernardinho.

O tenista Cilic e
Judith Imbassahy

Ele era das melhores revelações nesse esporte. Já estava no circuito internacional quando surgiu a terrível tragédia da Bosnia. A lúcida e eclética Judith escreveu sobre isso, esta nota é informação mas também respeito e admiração por ela.

Torneio da Austria

Ontem Cilic, já com 34 anos, disputou o torneio de Viena. Teria ganho fácil,  jamais se recuperou. Devastado pela inimaginável guerra civil, depois teve mononucleose, não desistiu, é um lutador.

Durante o jogo fiquei acompanhando. É um homem sofrido, expressão corporal angustiante, ainda assim foi até o fim. Magro, alto, com lances e lampejos do que foi, destruído pela incompreensão dos homens, de todos os lados.

A maratona de Nova Iorque,
Marilson, na frente, esmoreceu

Nos meus tempos de corrida sempre competindo comigo, tinha paixão pelo Central Park, Hyde Park, Quinta da Boavista. (Esta uma das maravilhas do Rio, completamente abandonada, governadores, prefeitos e interventores (antes da mudança da capital) deixaram que chegasse ao ponto de calamidade em que está, vexame e vergonha de políticos, esportistas e administradores).

Central Park

Todas as vezes que ia a Nova Iorque, não deixava de correr lá. Entrava pelo lado esquerdo do Hotel Plaza, parava para ver a estátua-monumento de José Marti, herói de Cuba na guerra de 1898, quando a Espanha invadiu a ilha, foi derrotada pelos cubanos, com a ajuda dos EUA. (Que construíram Guantánamo, mas isso é outra história).

O favorito Marilson

Duas vezes vencedor em NY, favorito ontem. Vinha muito bem até o quilômetro 20, começou a dar sinais estranhos, perdeu, o que não se esperava.

No Hyde Park, (Londres) gostava de correr, e de ver e ouvir cidadãos de todas as crenças e legendas, subir naquele banquinho e debater com o mundo, divergindo ou concordando.

Botafogo, drama, tragédia,
quase heroísmo de Jefferson

O time carioca não merecia perder. Mas teve a “infelicidade” de fazer um gol aos 2 minutos de jogo, e levar os outros 88 (fora os descontos) sem saber o que fazer. Tendo sofrido muito com falhas de goleiros, ontem deveu a vitória precisamente ao goleiro que salvou tudo.

O Palmeiras continua sem vencer

Acho que Belluzzo aceitou minha sugestão, Muricy parou aquele angustiante mascar de chiclete. Só que ele fica sem mascar e o time sem marcar.

Atlético: proteção dos deuses

Fez logo dois gols, o Goiás na mais completa queda empatou, o time de Minas voltou a fazer gol. Trocou de posição com o Flamengo: este era 3º passou para 4º, e vice versa. Os dois ainda no G-4.

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