A crise de agora visa 2010 e a SUCESSO

PMDB e PSDB no fizeram a PACIFICAO.No houve caminhada para ACORDO.Apenas a tentativa de no AGRESSO

H dias, desde a SEGUNDA-FEIRA NEGRA, seguida espantosamente pela quinta IRRECUPERVEL, at a TROPA DE CHOQUE percebeu que alguma coisa precisava ser feita.

Retiraram 11 representaes contra Sarney,
ficava s a que atingia o lder do PSDB

At os mais EMPEDERNIDOS e IRRECUPERVEIS membros do no queremos pacificao nenhuma foram convencidos pela pregao no melhor estilo Edir Macedo: S teremos paz se vencermos, mas no podemos ganhar de 11 a 1.

A solido de Artur Virglio

Aos que no entendiam, explicavam: Temos que ganhar de 12 a 0. Ainda perplexos, ouviam assim mesmo: Porra, temos que retirar a representao contra o lder do PSDB.

O violentssimo discurso de Renan, no entenderam?
Era a favor de Virglio

Quase todos se estarreceram com a violncia do lder do PMDB contra o lder do PSDB. S que por estratgia sem constrangimento, e s na superfcie parecendo com o bateu, levou, Renan mostrou que no um poltico comum. E pode ser um cidado discutido, mas sabe que o importante o objetivo. E esse, segundo So Mateus, perdo, segundo ele mesmo, foi atingido.

Nem Virglio se surpreendeu

Na mesma hora, respondendo a Renan, Virglio usou um tom (e Jerry?) nada comum sua trajetria. No havia acordo, ele sabia que violncia gera violncia, mas quando ultrapassa todos os limites preciso DECODIFIC-LA. Foi o que fez.

Ningum no plenrio, nenhum mistrio.
A tentativa de no complicar as coisas

No dia seguinte, a representao contra Virglio estava retirada, at o Planalto-Alvorada teve que concordar. Pois querem derrotar Virglio para que no volte ao Senado e favorea o suplente Joo Pedro. J mostrei como vai influenciar na eleio do Amazonas, voltarei a explicar.

Artur Virglio compreensvel

Trs dias depois do discurso falsamente violento de Renan, j livre da representao, o lder do PSDB foi entrevistado por um programa de televiso, que usa o ttulo que era do jornalista Carlos Chagas. A entrevista fazia parte do jogo, Artur Virglio respondeu o que podia responder, silenciou sobre o que merecia silncio. (Todas estas notas e fatos so exclusivos, embora eu no saiba o que vai acontecer).

Quando Pedro Simon estava na tribuna e foi incendiado por Renan Calheiros (na primeira acusao pblica da sua vida), ouviu isto do senador de Alagoas: O senhor no entendeu. Tudo o que acontece aqui tem como objetivo a sucesso em 2010.

a rigorosa verdade, at mesmo para o prprio Renan, que precisa de um mandato, reeleito senador ou governador de Alagoas. Abandonou Collor, agora precisa dele.

* * *

PS Com mandato at 2014, Collor disputar alguma coisa em 2010, governador ou presidente. Governador elimina o prprio Renan. Presidente, tumultua e enfraquece a base PMDB-PT-PT. Tem que decidir com o DEVORA-ME OU ME DECIFRA.

PS2 Apesar do seu reconhecido e voraz apetite poltico, eleitoral e at pessoal, Renan no pode devorar (ou engolir) o ex-presidente. Quanto a DEVOR-LO, vou escrever com 14 meses de antecedncia: de graa, com mandato at 2014, Collor no ficar de fora da furiosa SUCESSO nacional e estadual.

PS3 Podem me cobrar depois: Collor concorrer a um cargo que j ocupou: governador ou presidente. A no ser que lhe ofeream uma vice. Haja o que houver, PARTICIPAR e CONTINUAR senador.

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