A morte na lipoaspiração

Não se pode tirar a culpa do médico que fez a operação simples que se transformou em mortal. Mas a cliente, tem parte enorme na própria morte.

27 anos, jornalista e portanto devia ser bem informada, não podia se submeter a uma operação num pardieiro, no fundo de um botequim. (Centenas de abortos são feitos as mesmas condições, não se sabe quantas mulheres morrem).

Se a operação tivesse sido feita num hospital de verdade, a jornalista estaria viva e tendo obtido o que queria, “ficar lipoaspirada”.

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *