A pedido do Itamaraty, nota dos EUA tenta reduzir a decepção da família Bolsonaro

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Trump só tem um amigo, que se chama Donald Trump

Bela Megale
O Globo

A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil publicou nesta tarde uma nota reiterando o apoio do país à entrada do Brasil na Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Como a coluna informou, o Itamaraty cobrou um posicionamento dos americanos após a carta do secretário americano Mike Pompeo destacar o apoio de Washington apenas às candidaturas de adesão de Argentina e Romênia à entidade.

Na nota, a representação dos EUA destaca o encontro dos presidentes Donald Trump e Jair Bolsonaro em março deste ano, quando o apoio foi anunciado. “Continuamos mantendo essa declaração”, diz o texto.

CALENDÁRIO – A manifestação também diz que os membros da entidade “devem concordar, por consenso, com o calendário e a ordem dos convites para iniciar o processo de adesão à OCDE”.

Leia a íntegra da nota:

A declaração conjunta de 19 de março do presidente Trump e do presidente Bolsonaro afirmou claramente o apoio ao Brasil para iniciar o processo para se tornar um membro pleno da OCDE e saudou os esforços contínuos do Brasil em relação às reformas econômicas, melhores práticas e conformidade com as normas da OCDE. Continuamos mantendo essa declaração.

Apoiamos a expansão da OCDE a um ritmo controlado que leve em conta a necessidade de pressionar as reformas de governança e o planejamento de sucessão. Continuaremos a trabalhar com outros membros da OCDE para encontrar um caminho para a expansão da instituição. Todos os 36 países membros da OCDE devem concordar, por consenso, com o calendário e a ordem dos convites para iniciar o processo de adesão à OCDE”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
– A nota do embaixador é protocolar e tenta diminuir a decepção da família Bolsonaro, pois o presidente brasileiro e seu filho com aspirações diplomáticas se julgam “amigos” de Donald Trump. Se os dois tivessem noções sobre o que é diplomacia, conheceriam a célebre frase de John Foster Dulles, secretário de Estado em plena Guerra Fria: “Os Estados Unidos não têm aliados, têm apenas interesses”. E de lá para cá, nada mudou, não há nada de novo no front ocidental. Trump só tem um amigo, que se chama Donald Trump. (C.N.)

16 thoughts on “A pedido do Itamaraty, nota dos EUA tenta reduzir a decepção da família Bolsonaro

    • Segundo divulgações, o EUA, seguem um cronograma previamente elaborado, de acordo com seus interesses. Os brasileiros precisam aprender a votar, nesse país tudo precisa ser reformado, “a política, os políticos e os eleitores”, o Brasil com tantos recursos naturais, não precisa de ninguém, precisa sim, de vergonha na cara, vamos colocar esses velhos políticos para fora do congresso, mudar a forma de escolher ministros para o STF, simplificar a legislação, que é complexa e tendenciosa aos que a elaboraram, simplifiquemos as leis, a burocracia, para que tudo fique transparente, acima de tudo, falta patriotismo ao nosso povo. Basta dar prioridade a edução, a saúde e segurança, incentivar e financiar a pesquisa, botar os corruptos e os sonegadores na cadeia, punir os pequenos deslizes para não se cometam os grandes. Em um país onde a pena para punir juízes infratores, é a aponsentadoria. Jamais seremos um país desenvolvido. Não é preciso puxar o saco de país nenhum, é só fazer o dever de casa.

  1. Oh meu Deus, o mundo vai acabar o Brasil não foi indicado pra esse tal não sei o que, salve-se quem puder, soltem o lula ele vai trazer o pais pra prosperidade…….

    perderam pro bozo, vão ganhar de quem?
    Vão chorar na cama que é lugar quente.

  2. Enquanto essas duas bestas do apocalipse guvernam, o Mundo vai caindo na real.
    Editorial de hoje:

    “O Google fez contribuições “substanciais” para alguns dos mais notáveis negadores do clima em Washington, apesar de insistir em apoiar ações políticas contra a crise climática.

    Entre centenas de grupos que a empresa listou em seu site como beneficiários de suas doações políticas, há mais de uma dúzia de organizações que fizeram campanhas contra a legislação climática, questionaram a necessidade de ação ou procuraram ativamente reverter as proteções ambientais da era Obama.

    A lista inclui o Instituto de Empresas Competitivas (CEI), um grupo conservador de políticas que foi fundamental para convencer o governo Trump a abandonar o acordo de Paris e criticou a Casa Branca por não desmantelar mais regras ambientais.”

    – The Guardian.

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