“Alckmin reuniu a nata de tudo que não presta no Brasil”, afirma Bolsonaro

Bolsonaro fez sucesso na formatura dos paraquedistas

Hudson Corrêa
O Globo

Em solenidade de formatura de paraquedistas do Exército na Vila Militar, em Deodoro, na manhã deste sábado, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), pré-candidato à presidência da República, criticou a aliança do tucano Geraldo Alckmin com o centrão da Câmara de Deputados. Foi a primeira vez que Bolsonaro fez uma declaração mais dura sobre o concorrente, polarizando com o tucano.

No evento, ele roubou a cena ao tirar fotos com familiares dos formandos e com soldados, chegando a colocar a boina dos militares e ouviu o coro de “Bolsonaro presidente” dos presentes ao dividir o palanque com o general chefe do Estado Maior do Exército, Fernando Azevedo e Silva. Também trocou sorrisos e abraços com outros generais. E novamente voltou a posar com criança fazendo sinal de arma.

JANAINA – O deputado federal usou a agenda para defender o nome da advogada Janaína Paschoal como vice-presidente em sua chapa, afirmando que durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff ela mostrou aguentar a pressão.

Os dois têm falado por telefone e ela deve comparecer na convenção do PSL neste domingo, quando a candidatura de Bolsonaro será oficializada.

15 thoughts on ““Alckmin reuniu a nata de tudo que não presta no Brasil”, afirma Bolsonaro

  1. Será que depois de ver as revelações da lava jato, a nação falida, no fundo do poço e com 20 milhões de desempregados, tudo fruto da roubalheira desenfreada dos partidos, o povo ainda vai comparecer ao pé das urnas para ser cúmplice da farsa eleitoral ??????????

  2. Na foto do artigo está com um garotinho no colo.
    Naquela outra com uma garotinha.
    Esse pessoal misógino e muito moralista(“homens de bem”) tem sempre um armário cheio de esqueletos!!!

    • Insinuações imbecis. Fale o que quer falar para manchar a imagem dos inimigos do seu mestre, petista.
      O esgoto não é o limite para comentários de petistas.

    • (Ligando o modo IRONIA)

      Cumunistaaaa !!

      Mortadelaaaa !!

      Petralhaaaa !!

      Esquerdopataaaa !!

      Mortadelaaaa !!

      Bollivarianoooo !!

      Petistaaaa !!

      Tá com medo de perder a boquinhaaaaa !!

      (Desligando o modo IRONIA)

      • Bem que faz sentido essa escolha J.J.
        Também na Alemanha nazista havia para saudar o líder daquela geração de idiotas a união de iniciais H.H.
        O Brasil atual e seus idiotas e racistas que estão com coragem de mostrar a cara para apoiar um acéfalo.

        • Até que apareça alguém mais linear, eu apoio. E não sou idiota e nem tão pouco, racista. Até porque nunca votei em PT nem em seus satélites.

          • A escolha é do eleitor.
            Quem critica um candidato também deveria dizer em quem votará e por que.
            Só dizer que flano ou fulano é ruim é fácil. Mas assumir responsabilidade é que dá valor a pessoa.
            Bolsonaro é ruim ou não é uma brastemp. A maioria sabe disso. Mas qual a sugestão de candidato?
            Fallavena

          • As pessoas que aderiram a esse sociopata tiveram suas mentes e corações aprisionados pela cegueira.

            Uma pessoa não precisa declarar-se. Pode ser qualquer coisa por comportamento, imitação.

            Temos como exemplar a indicação de inimigo interno pela situação econômica, da segurança, da corrupção etc. do país.

            Fazendo um comparativo com o nazismo. Houve oportunismo de um determinado bigodudo que cresceu assim. Como apoio naquelas mentes e corações carentes.
            Vemos anticomunismo, apologia ao militarismo, um ultranacionalismo, racismo e o antissemitismo – bem, este não temos – mas temos pessoas demonizando e querendo silenciar as outras por suas ideologias que defendem a democracia, o Estado de Direito.

  3. Um dos que passou a apoiar Alckmin é o PP, que foi o partido do boçalnaro por muitos anos; ou seja, conviveu com parte da nata que não presta e nunca reclamou.

  4. Na mesma entrevista em que declarou o que está na man chete, teria dito depois:
    Bolsonaro classificou o rival tucano como um “general sem tropa”. Segundo ele, 40% dos deputados que compõem as bancadas de DEM, PP, PR, SD e PRB estarão com ele quando for eleito. “Eles têm um compromisso de governabilidade sem o “toma lá, dá cá” conosco”, disse. O deputado voltou a dizer que, uma vez na presidência, a governabilidade virá sem troca de apoio no Congresso por cargos na estrutura do governo.”
    Então tá. Parte da “nata” estará com ele em nome da governabilidade, sem qualquer interesse.

  5. Sérgio
    És o segundo que comenta, sem necessidade alguma mas por pura inveja ou quem sabe por razões inconfessáveis, sobre minha participação política. Jamais entro na vida dos colegas da TI, Não existem razões para isto.
    Apenas para que entendas e, quem sabe, definitivamente passes a te preocupar com coisas da tua vida e do país, te informo e aos demais colegas:
    – eu e mais quatro fundadores da entidade que criamos, assumimos a missão de concorrer. Até hoje formamos um grupo de “pesquisadores amadores” no tema política e política partidária;
    – os cinco, concorremos com recursos próprios, de pequeno monta. Não tínhamos e nem nos dispomos a jogar dinheiro pessoal ou de outros, fora;
    – nossas campanhas foram pobres, mas ricas em contatos com grupos, pessoas e realidades. cada um de nós cresceu muito, não financeiramente, mas interiormente;
    – desde 2005, abandonamos os partidos onde éramos filiados. Nenhum mais se filiou: temos compromisso de somente voltarmos a fazer política partidária após uma reforma séria e que oferece condições a pessoas sérias participarem;
    – jamais tivemos a ilusão de um ou mais ser eleito. Sem dinheiro e sem estrutura ninguém se elege, no sistema atual. E tem de colocar muito dinheiro. E a corrupção demonstrou como e de onde surge o dinheiro.
    Dias atrás, outro “comentarista” na TI, disse que a entidade onde atuo (aliás, numa delas, pois atuo em 4 entidades, contribuindo financeiramente em todas), receberia somas da câmara municipal de Porto Alegre. Estas entidades não recebem recursos públicos, por decisão dos fundadores, entre os quais me incluo.
    Deixou claro que tal explicação é dirigida aos colegas que, assim como eu, buscam contribuir com um debate sério, com conteúdo, sempre originado em trabalhos de pesquisas e de campo e que, volta e meia, são atacados pessoalmente.
    Lamento a forma jocosa e deseducada com que me incluíste, gratuitamente, num debate do qual não tenho participação, mas apenas opinião.
    Atitudes assim só ajudam a piorar tudo o que já de ruim acontece em nosso país e na sociedade.
    Também não contribuem com nada, servindo apenas para ataques pessoais.
    Graças ao trabalho comunitário que desenvolvo desde 1989, tenho meu nome e das entidades que presido, reconhecido no meu estado e em vários outros.
    É pena que tenhas tão pouco a contribuir, restando-te somente atacar alguém que sequer conhece e que jamais, mesmo que soubesse quem és ou que nome tens (Sérgio tem aos milhares…), te devolveria tamanha agressividade e invasão pessoal.
    Cumpri meu compromisso e não escondo meu nome. Seria interessante que pudesses fazer o mesmo, colocar teu nome a disposição, até para saber quantos te seguiriam, colocando em urnas o teu nome. Por tudo que já fiz, me sinto um cidadão e não apenas uma pessoa.
    Não espere de mim ataques deste tipo.
    Espero que os demais colegas Tribunários compreendam minha indignação e entendam as razões para minha resposta.
    Fallavena

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