Após denúncia, Janaína Paschoal pede que Bolsonaro demita o ministro do Turismo

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Janaina diz que Bolsonaro não pode ficar esperando o inquérito

Deu no Correio Braziliense
(Agência Estado)

A deputada estadual Janaína Paschoal (PSL/SP) pediu neste sábado (dia 13), em sua conta no Twitter, a demissão do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. O pedido ocorre após a deputada federal Alê Silva (PSL-MG) ter solicitado proteção policial alegando ter recebido ameaças do ministro, segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo.

“Todo meu apoio à deputada federal Alê Silva. E agora, presidente? O ministro do Turismo fica? A deputada federal eleita também estaria mentindo? Exijo a demissão do ministro! Não tem que esperar conclusão de inquérito nenhum!”, disse.

DEPOIMENTO – A ameaça de morte à deputada Alê Silva teria ocorrido em uma reunião do ministro com correligionários em março, em Belo Horizonte.

A parlamentar prestou depoimento espontâneo na última quarta-feira à Polícia Federal relatando esquema de candidaturas de laranjas no PSL, comandado por Álvaro Antônio. Ela deve prestar depoimento nas próximas semanas.

Segundo Janaína, o afastamento do ministro não implicaria atribuição de culpa, “apenas um sinal de que o presidente se importa com as mulheres de seu partido”.

6 thoughts on “Após denúncia, Janaína Paschoal pede que Bolsonaro demita o ministro do Turismo

  1. O presidente Jair Bolsonaro vai se reunir nesta quinta-feira (11) com o Conselho de Ministros Evangélicos, órgão que congrega vários pastores de todo o país. Convite foi feito por Silas Malafaia, que deve participar do evento.
    O almoço acontece no Rio de Janeiro e deve contar com a presença de outras autoridades de Brasília. Rodrigo Maia não deve participar do evento porque está viajando para o exterior.

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    LULA MARQUES/AGÊNCIA PT
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    O encontro vai receber 100 pastores. Antes de embarcar para a capital fluminense, Bolsonaro deve realizar cerimônia para cerca de 400 convidados fazendo um balanço dos primeiros cem dias de governo.
    Malafaia foi firme apoiador da candidatura de Jair Bolsonaro durante as eleições em 2018, mas nos últimos meses vinha criticando o distanciamento do presidente da base evangélica. O pastor não foi convidado para a posse e cobrou a transferência da embaixada brasileira em Israel para Jerusalém. Em outra declaração, Malafaia disse ser “apoiador intransigente, mas não subalterno” do militar.

    https://br.sputniknews.com/brasil/2019041113651973-bolsonaro-malafaia-evangelicos/

  2. O chefe de Estado de Israel, Reuven Rivlin, juntou-se aos críticos do presidente Jair Bolsonaro, que recentemente disse que os crimes do Holocausto podem ser perdoados, mas nunca esquecidos.
    “Ninguém vai pedir o perdão do povo judeu, e isso nunca pode ser comprado em nome de interesses […] O que [os nazistas] fizeram conosco está gravado em nossa memória, na memória de um povo antigo”, disse recentemente Rivlin no Twitter, segundo o The Times of Israel.

    O político também advertiu que os israelenses nunca cooperarão com aqueles que negarem a verdade ou “tentarem apagar isso da memória”, quer sejam indivíduos, grupos, “líderes partidários ou chefes de Estado”.

    Jair Bolsonaro e Benjamin Netanyahu durante encontro no Rio de Janeiro
    © AP PHOTO / LEO CORREA/POOL PHOTO
    Bolsonaro cumprimenta Netanyahu por reeleição
    “Nunca perdoaremos e nunca esqueceremos”, twittou o líder israelense, jurando que os judeus “sempre lutarão contra o antissemitismo e a xenofobia”.
    O presidente de Israel também alertou os políticos contra “desvios para o território dos historiadores”, que são responsáveis por pesquisar e descrever o passado. Segundo ele, os líderes políticos devem assumir a sua própria responsabilidade de “moldar o futuro”.

    Os comentários de Rivlin ecoaram uma declaração crítica emitida pelo museu oficial do memorial do Holocausto de Israel (Yad Vashem), dizendo, conforme citado pela mídia: “Não cumpre a ninguém determinar se os crimes do Holocausto podem ser perdoados”.

    https://br.sputniknews.com/americas/2019041413678414-presidente-israelense-critica-bolsonaro-declaracao-sobre-holocausto/

    • Pois eu responderia ao Yad Vashem que não cumpre a ninguém determinar se eu posso ou não perdoar alguém pelo que ele me tiver feito. O crime do Holocausto me atinge como parte que sou da humanidade. Esquecer é outra conversa, não estamos aqui falando de anistia. Os culpados devem pagar por seus crimes. Cada um de nós é livre dentro da sua alma para perdoar ou não alguma coisa, mas a humanidade não é livre para esquecer.

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