Autênticas, textuais e entre aspas

Chávez agradecendo o apoio de Lula, (longe dele, mas satisfeito) sem o menor constrangimento: “Amigo é como Lula, não falha na hora do perigo”.

Zelaya, hóspede da embaixada do Brasil: “Quando voltar ao Poder responderei ao presidente da Costa Rica. Ele pensa que como ganhou o Prêmio Nobel pode intervir em outros países”.

Apesar de ter retirado o insulto grosseiro e pedido desculpas, a fala do governador Puccinelli, (que pelo nome não se perca) tem que ser lembrada: “Se o Ministro Carlos Minc, um “veado”, viesse correndo, eu iria estuprá-lo”. Inacreditável.

Devia haver uma Lei Afonso Arinos, (contra o preconceito racial) para reprimir esses homófobos, que ESTUPRAM a si mesmo. Aí esse Puccinelli seria punido exemplarmente.

Aloizio Mercadante esperava ser Ministro da Fazenda, logo que eleito senador, não foi. Agora, pelo que escreveu hoje na Folha, também não poderia ser Ministro do Exterior.

Se fosse, introduziria na ação do Itamarati, como norma, os seguintes fatos, até dignos de gargalhadas:

1- Ratificaria para Zelaya a condição de HOSPEDADO sem convite do HOSPEDEIRO. 2- Estaria inventando e invertendo o direito de ENTRAR em vez do direito de SAIR.

3- Reconheceria que esse personagem, pode utilizar a embaixada como palanque, levando com ele, no mínimo 100 pessoas.

4- Mercadante aplaudiria Zelaya, que disse não quero ASILO e sim ser HOSPEDADO. 5- E daria razão ou negaria o que Chávez disse, “muitos antes do fato eu já sabia que Zelaya conversara com o governo do Brasil”.

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *