Frustração de Sergio Cabral. Pânico com o segundo turno

Lula anunciou que viria ao Rio, veio. O governador programou falar com o presidente sobre sucessão. Adiantei logo: preocupado com a sucessão nacional, Lula não iria “perder tempo” ajudando Cabral.

Gabeira, Lindenberg, Garotinho

Se os três confirmarem as candidaturas, é mais do que lógico e evidente que ninguém vencerá no primeiro turno. Mesmo sem todos eles, haverá segundo turno.

Serginho não conseguiu nem chegar perto de Lula, quanto mais fazer apelo político-eleitoral a ele. Ha! Ha! Ha!

Lipoaspiração do Ronaldo

Ele finalmente se rendeu: estava mesmo gordo, (já disse aqui uma vez, “atleta não pode ter aquele bundão”) resolveu tirar o “diâmetro” da barriga.

E os preparadores físicos? Não conseguiram nada? Foram publicamente desautorizados? Não conseguiram que o “iluminado” fizesse exercícios? Deviam explicar à opinião pública. (Exclusiva)

Economia PESSIMISTA. Jogadores OTIMISTAS

Analistas continuam retumbando, nos EUA, Europa e Brasil: “A crise econômica está no fim, desafogo geral”. A realidade é falsificada para que os lucros sejam atingidos.

O governo dos EUA, libera a informação: “Desde que começou a crise financeira (agora econômica) foram gastos 10 TRILHÕES para ajudar bancos, seguradoras e industria automobilística”.

10 TRILHÕES, que loucura!

Bolsas sem credibilidade

Subiram na Europa e na Asia. Quando posto essas notas, meio-dia, Brasil e EUA só “trabalharam” duas horas. Com instabilidade. Aqui na Filial começou em alta de 0,40%, duas horas depois continua nesse limiar, mas já subiu e desceu. O dólar também como estava ontem.

32 BILHÕES de dólares de bonificação

Enquanto o governo dos EUA (Matriz), anuncia que GASTOU 10 TRILHÕES, bancos informam que DERAM esses 32 BILHÕES como gratificação. Na Europa, 18 milhões de desempregados, nos EUA, 12 milhões, no Brasil, mais de 8 milhões.

Dia 6 de agosto, fim do recesso

Nenhuma novidade, o Congresso está quase sempre em recesso, não oficial e com algumas exceções. A maioria chega terça à noite, vai embora quinta de manhã. Por isso é que só existe uma sessão DELIBERATIVA.

A volta da próxima semana tem novidades. É verdadeira preparação de guerra, dos dois lados. Com a certeza: com Sarney na presidência, não há Senado ou até mesmo Parlamento. Sobre isso, a última palavra, de protesto, insatisfação e descontentamento não será dos senadores. (Exclusiva)

Represália, retaliação ou vingança

Quando Sarney foi para o Maranhão, aproveitou o recesso como uma espécie de “Retirada da Laguna”ou de Dunquerque, um dos milagres que ajudaram a salvar a Inglaterra na Segunda Guerra Mundial.

Dossiê dos filhos do Marcelo?

Viajando, disse para amigos: “Quando voltar, trago o dossiê que acumulei por mais de 40 anos”. Publiquei. Agora, Sarney e seu mentor, interlocutor ou único patrocinador, dizem publicamente, que vão cumprir o que está na Bíblia em matéria de revanche.

Em política não se pede CLEMÊNCIA

Já era esperado. E Sergio Guerra presidente do PSDB, não tinha nada que ir procurar Renan e pedir CLEMÊNCIA para Artur Virgilio.

O líder do PSDB no Senado pode se defender sozinho, sabe fazer isso muito bem. E o “pedido” demonstrou fraqueza ou cumplicidade. Em matéria de estratégia, nota ZERO. (Exclusiva)

Lula: entre defender Sarney ou manter a (presumida) popularidade, nenhuma hesitação

Raras vezes o presidente usa o bom senso. Quase senpre fica entre o absurdo e o incompreensível, muitas vezes se identifica como iconoclasta.

Disse que “Sarney não podia ser julgado por causa de sua biografia”. Revelei aqui, com exclusividade, “foi aconselhado por assessores a não insistir, sua popularidade estava sendo atingida”.

“Não tenho nada com o Senado”

Pelo visto atendeu as advertências, só que foi muito mais veemente no ataque que fora na defesa. Descartou qualquer possibilidade de ajudar Sarney, deixou claro, “ele que se livre sozinho”. Como os bons analistas já haviam visto, Sarney não tem salvação. Com a fala do trono, foi cremado, enterrado e esquartejado no cadafalso.

A “dívida” impagável, de 1 TRILHÃO e 400 BILHÕES, que não provoca nenhuma risada em 190 milhões

Antes mesmo do engraçadíssimo e logicamente inútil acordo ortográfico, a língua portuguesa (?) já apresentava contradições, “ó quão dessemelhantes”, com palavras rigorosamente iguais, que representavam definições inteiramente diferentes.

Entre essas, uma, IMPAGÁVEL, a mais elucidativa e de grande importância na economia, no passado, presente e futuro do Brasil, e no seu desenvolvimento, no desperdício delirante e alucinante dos recursos do país.

IMPAGÁVEL é, ao mesmo tempo, a palavra que faz todo mundo rir, esquecendo os momentos difíceis e às vezes insuperáveis. E lembra, sem que possamos esquecer de modo algum, o maior obstáculo para provocar o enriquecimento geral, que é a chamada DÍVIDA INTERNA.

O Brasil jamais teve DÍVIDA INTERNA. O que assustava era a DÍVIDA EXTERNA, que começou com a independência em 1822. Portugal devia à Inglaterra, esta queria que alguém pagasse ou parcelasse. O Brasil aceitou, como recusar?

Sem liberdade e com os juros sobre juros, essa DÍVIDA, digamos, foi arruinando o país. Em 1960, fim do governo JK, já estava em 1 bilhão de dólares, e foi crescendo.

Quase terminando a ditadura, já beirava os 200 bilhões, fora os juros, amortizados e renegociados.

(O único presidente que se recusou a renegociar e expulsou de seu gabinete o Rotschild audacioso foi Prudente de Moraes, em 1896. Mas logo veio Campos Salles, que foi a Londres renegociar, que República).

A DÍVIDA INTERNA começou em 1994/95, lógico com FHC, o homem do “retrocesso de 80 anos em 8”. Foi crescendo violentamente, quando Lula assumiu já era de 700 BILHÕES. O juro sobre essa DÍVIDA já estivera em 44 por cento (vejam a loucura que era o pagamento, perdão, amortização dessa DÍVIDA).

Durante mais de 30 anos, combati diária e desassombradamente essa DÍVIDA que sugava todo o esforço do trabalho de mais de 150 milhões de pessoas. (Na época). As multinacionais recebiam esses juros espantosos, enquanto o total ia crescendo, fizeram tudo para que eu parasse a luta, não conseguiram nada.

Exigiram então minha cassação, o que ocorreu em 1966, 3 dias antes da eleição, na qual, segundo as pesquisas, eu seria o deputado federal mais votado no MDB. No meu livro sobre Fernando de Noronha, que a ditadura não deixou que a Nova Fronteira (editora de Carlos Lacerda) publicasse, conto toda a história.

Depois passei a combater também a amortização da DÍVIDA INTERNA, cujos títulos (apropriadamente chamados de BÔNUS) estão em quase dois terços na mão dos banqueiros multinacionais (globalizados), e um terço de posse de brasileiros (?).

FHC, que, como está dito, chegou a pagar 44 por cento de juros, entregou o governo a Luiz Inacio Lula da Silva, com a remuneração da DÍVIDA QUE NÃO DEVÍAMOS em 26 por cento. É isso que se chama de CRIME CONTRA A PÁTRIA?

Sabendo que nas relações financeiras globalizadas, existiam duas palavras amaldiçoadas, CALOTE ou MORATÓRIA, embora reiterando que o Brasil não DEVIA nada, fiz a proposta correta, digna, irrefutável, indiscutível e irrespondível da AUDITORIA.

Eu propunha APENAS (na exploração internacional existe lugar para esse APENAS?) que se explicasse à opinião pública como é que uma DÍVIDA INTERNA, que começara quase de forma insignificante, inesperadamente atingia o número que atingiu?

Para terminar por agora: chegamos a pagar de juros 150 BILHÕES DE REAIS POR ANO. O governo Lula, sem ter como pagar e sem a audácia para negociar, enganou o cidadão, dizendo: “Estamos ECONOMIZANDO 90 BILHÕES POR ANO”. Não economizaram nada, era o que chamaram gozadoramente de SUPERÁVIT PRIMÁRIO, que não existe no mundo inteiro e na economia.

* * *

PS – O que existe é DÉFICIT ou SUPERÁVIT. Primeiro é excrescência. Já imaginaram, esses 150 BILHÕES ANUAIS, investidos em INFRAESTRUTURA, mais ou menos como fazem EUA, Índia  e China?

PS 2 – Um dia, na distância dos tempos, se os juros caíssem para 5 por cento, (o que não acontecerá de maneira alguma) a DÍVIDA subiria, no mínimo, para DOIS TRILHÕES. Então, estaríamos pagando de juros 100 BILHÕES, m-i-s-e-r-a-v-e-l-m-e-n-t-e. Mas ainda com a ECONOMIA FALSIFICADA DO DEFICIT PRIMÁRIO. Aqui, Del Rei.

Tarso Genro, mais um do PT contra Sarney

Pedro do Coutto

Em declarações à repórter Larissa Guimarães, publicadas na Folha de São Paulo, de 29/07, o0 ministro Tarso Genro diretamente ampliou a cisão no governo e no PT, ao defender a Polícia Federal no caso das gravações que envolveram, não só o empresário Fernando Sarney, como também

O próprio José Sarney, presidente do Senado. O titular da Justiça afirmou taxativamente que não existe mais segredo (de justiça) no país. Assim agindo, colocou-se ao lado do senador Aloísio Mercadante que leu documento da bancada do PT pedindo o afastamento de Sarney e portanto contra a posição do ministro José Mucio Monteiro que, em nome do Planalto. Criticou o engajamento partidário na crise que transcorre. Tarso Genro caracterizou, de fato, a cisão que está acontecendo na legenda. Foi mais um impacto a abalar o panorama crítico no qual já se encontra aquele ex presidente da República. Não há mais segredo de justiça?

É o que Tarso Genro diz, inclusive argumentando que o Congresso até hoje não votou projeto de lei encaminhado pelo Ministério (da Justiça) regulamentando as escutas telefônicas. Tarso, que deixa a pasta em janeiro, segundo anunciou, para disputar em 2010 o governo do Rio Grande do Sul, reviveu o filme A Conversação, de Coppola, exibido há pouco mais de trinta anos, prevendo o fim da privacidade diante do avanço tecnológico das escutas e filmagens. Tornou-se também, por outro lado, personagem da peça Huis Clos, de Jean Paul Sartre, exibida no Rio em 1956, com Paulo Autran e Tônia Carrero nos papeis principais. Huis Clos foi traduzido como entre Quatro Paredes. A direção foi de Adolfo Celi. A expressão Huis Clos aplica-se aos processos que, na França, transcorrem em segredo de justiça.

Segredo no texto devassado de forma inevitável. Mas Coppola e Sartre são outras questões e pertencem ao universo da arte. No plano político, o ministro Tarso Genro, com a entrevista, procurou nitidamente solidarizar-se com Mercadante contra Mucio Monteiro, que no episódio expressava ou deveria interpretar a posição do presidente Lula. Neste caso, a cisão de correntes do Partido dos Trabalhadores não se refere apenas ao processo Sarney. É mais amplo. Refere-se à aliança PT-PMDB com reflexos na candidatura presidencial da ministra Dilma Roussef. Porque Tarso sabe muito bem que o código político (não só político, mas humano) é binário. Se você toca num ponto, o reflexo bate em outro. Até porque não existe ação sem reação. Talvez, entretanto, Tarso Genro considere que o apoio de Sarney à Dilma, em vez de acrescentar, diminui e usa o argumento para alertar o Planalto de que empenhar-se pela manutenção do atual presidente do Senado no posto não é o melhor caminho na estrada para 2010.

De fato, sem dúvida, o senador José Sarney a cada dia que passa vem se tornando um aliado pesado para o PT, que tem mais a perder com ele do que ganhar. Afinal de contas, por qual motivo Sarney é indispensável? A procura de uma resposta imediata é a melhor comprovação da dificuldade. O PMDB, que possui cinco ministérios no governo Lula, dele não vai se afastar se Sarney for substituído. Isso de um lado. De outro, que força política possui um governo que se sente na dependência de um só parlamentar? Não faz sentido. Se for esta a opção, é porque, aí sem, o executivo encontra-se enfraquecido e vulnerabilizado. Basta lembrar que  o mesmo governo afastou o ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu, e nem por isso foi tragado por qualquer crise institucional. Pelo contrário. Livrou-se de um problema muito maior.

Pai, Filho e Espírito Santo acertam a liturgia

Carlos Chagas

Apesar de espalhados pelo  território nacional por conta da última semana do recesso, os integrantes do Conselho de Ética do Senado tem feito a alegria das empresas telefônicas. Dialogam a mais não poder, horas a fio, através de seus celulares. Claro que  os governistas,  entre eles.  Os    oposicionistas,  da mesma forma.   Titulares e suplentes somam  trinta senadores,  dos quais quinze detém o poder decisório: dez dos partidos da base oficial, cinco  da oposição.

Em política, fica difícil fazer previsões para mais de quinze minutos, mas, do jeito que as conversas fluem,  tudo indica que nenhuma das representações apresentadas será aceita pela maioria. Nem as até agora onze formuladas contra José Sarney, nem as outras, contra Artur Virgílio.

No fim, entre mortos e feridos, salvar-se-ão todos, mesmo com  o sacrifício da imagem da instituição parlamentar. O recado vem sendo dado ao presidente do Senado por seus aliados:  resista, porque sua tropa não recuará. Até mesmo os representantes do PT, se alguns continuarem sugerindo o afastamento de Sarney, a totalidade rejeitará as representações contra ele.

Por enquanto, o ex-presidente da República não pensa em licenciar-se, muito menos em renunciar, apesar da pressão de familiares, à frente dos quais encontra-se   Fernando, encarregado dos negócios do clã e torcendo para o pai cair fora, iniciativa que  retiraria o filho do centro do palco das denúncias.  Quanto ao Espírito Santo, no caso D. Marly, mesmo hospitalizada, permanece como a instância de maior bom-senso nos conciliábulos permanentes, fazendo a balança pender para a resistência.

Quando o Conselho de Ética reunir-se, na próxima semana, saberemos se a situação permanece assim ou se terá mudado, fruto de novos petardos capazes de atingir Sarney  através das revistas semanais. Ele deverá encontrar-se com o presidente Lula, no mesmo período.

Vale repetir, o quadro é esse, hoje. Amanhã, ninguém sabe…

Lula com a razão

Por mais que se critique o presidente Lula e seus improvisos, num particular ele continua com a razão. É quando  estrila diante da  paralisação de obras   por iniciativa das variadas fiscalizações.  Tribunal de Contas,  Ministério Público, Ibama, juízos singulares e a parafernália adjacente tem todo o direito de denunciar e até condenar maracutaias e lambanças praticadas à sombra do PAC. Mas não poderiam interromper projetos de absoluta necessidade para o desenvolvimento nacional.  Se tem empreiteiros e funcionários públicos super-faturando, locupletando-se e aproveitando as obras para enriquecer ilicitamente, que sejam denunciados e punidos. O governo dispõe de mecanismos para afastá-los e substituí-los. O que não dá para aceitar  é a paralisação, mesmo diante de objeções ligadas ao meio ambiente. Caso procedentes, estas podem ser corrigidas em tempo rápido. Ou poderiam, não fosse a burocracia, também capaz de ser extirpada pelo próprio governo, desde que haja vontade política.

Além das duzentas milhas

As imensas jazidas de petróleo descobertas  em nossas costas, na camada  do pré-sal, avançam e ultrapassam o limite das duzentas  milhas estabelecido  sob total soberania brasileira.   Fica difícil estabelecer regimes diferentes para a exploração dessa riqueza. Lá embaixo a  massa de óleo é a mesma, dentro ou fora da demarcação adotada há décadas.

Há quem suponha problemas aos montes, depois da constituição da empresa estatal encarregada de orientar a Petrobrás nos trabalhos de prospecção e extração. Mesmo com a concessão a empresas estrangeiras de licença para se reunirem a nós na empreitada, quem garante que uma delas não resolva trabalhar por conta própria, alegando que o alto- mar pertence a todos?  Coincidência ou não,  além das duzentas  milhas navega a recém-criada  Quarta Frota da Marinha de Guerra dos Estados Unidos, a pretexto de patrulhar o Atlântico Sul.  Ironicamente,  suas belonaves  ainda não chegaram sequer a avistar  o litoral africano, preferindo transitar próximas  da  América do Sul. Basta somar dois e dois.

E se não der?

Apenas como especulação, volta a dúvida a respeito da reação do presidente Lula caso a candidatura de Dilma Rousseff não decole,   por motivos eleitorais ou de saúde. Farão o quê, o primeiro-companheiro, seu partido e os agregados que desde 2003 ascenderam ao poder? Entregarão os 36 mil cargos federais em comissão, preenchidos sem concurso por sindicalistas e afins? Aceitarão deixar as centenas de diretorias de empresas estatais, renunciando também à seleção das milhares de ONGs que sustentam com recursos governamentais?

Haverá alternativa para a candidata, nos quadros do PT? E não havendo, como não há, seria bem recebido no sistema algum cristão-novo, do tipo Ciro Gomes ou mesmo Aécio Neves?

Cruzaria os braços o presidente Lula, aceitando previamente a vitória de José Serra e o retorno dos tucanos, ou seja, o naufrágio de seu projeto de nação, acima e além de seu programa de governo?

Com Dilma na disputa já não será fácil ganhar a eleição, mas sem ela parece impossível. Sendo assim, sobra a hipótese de… ( cala-te boca).

Trem Bala

Edson Khair

A mais recente bandalheira que o governo Lula arma contra o bolso do contribuinte é o novo orçamento anunciado para implantação do trem  bala ligando o Rio a São Paulo, previsto para custar 17 bilhões de reais no ano passado, hoje já teve seu orçamento duplicado chegando aos 34 bilhões de reais, O governador Sergio Cabral também está entusiasmado com tal botim.Não é para menos, afinal enfrentará no próximo ano eleições.Eleições no Brasil são um torneio de quem dá mais. Assim, o leilão do trem bala, fará a festa das empreiteiras e seus candidatos.

Getúlio Vargas chefiando a revolução de 1930 chegou ao Rio de trem. Poderia ir até a Bahia. Hoje não se vai de trem sequer à São Paulo.Seria melhor, para economia nacional e real integração do país o governo iniciar a reconstrução da malha ferroviária liquidada a partir da década de 60. A extinção da malha ferroviária em favor do transporte rodoviário começou no governo J.K e terminou liquidada pelos sucessivos governos militares. A tal calamidade pode juntar-se a liquidação total da navegação de cabotagem que cobria o continental litoral brasileiro, do Amazonas ao Rio Grande do Sul.

Este crime contra a economia e soberania do Brasil, é creditado somente à ditadura militar. Especificamente ao ministro dos transportes Mário Andreazza nos governos dos generais Médici e Geisel quando extinguiu a companhia de navegação do Lóide.  Tal  tarefa talvez seja até mais econômica que o milionário trem bala. Porque não começarmos pelo estabelecimento das linhas Rio –  São Paulo (trem prata) e Rio – Belo Horizonte? Mas infelizmente estamos no Brasil de Sarney e Lula e não de Jarbas Vasconcelos, Pedro Simon ou Cristovam Buarque.

A farsa da Bovespa

Vale tem prejuízo de 81% e sobe.
A Eletrobras, presidida por Lobão, sobe.
A Gol do aventureiro Constantino, sobe.

Dia a dia, o que chamam “mercado” mostra a falsidade com que se apresentam em público. Vejam apenas o mínimo do que coloquei no título destas notas e constatarão: nenhuma credibilidade.

E pretendem iludir a opinião pública, dizendo que a crise já passou, baseados em números manipulados. Analistas dos EUA, junto com economistas, raciocinam (?) pelo absurdo, e dizem: “A economia americana chegou ao fundo do poço, agora só pode melhorar”.

Seria o mesmo que um médico dizer ao cliente: “Agora que você está com câncer e tem todos os sintomas de que terá um enfarte, só pode melhorar”.

Jogaram do princípio ao fim. Às 13 horas a alta era de 2,20% em 54 mil 760 pontos. Foi recuando, às 15:30 já estava em alta de 1,80% perdera 0,40%. Voltou a subir e as 16:10 batia em 55 mil, a primeira vez depois da crise.

Não quiseram isso, começaram a vender. Lógico, as ações passaram a cair. No fechamento, o índice já viera para 54.478, alta de 1,38%, perdera quase 1 ponto, mas muitos (jogadores) ganharam bem satisfatoriamente.

O volume não chegou a 4 bilhões, o dólar continuou na sua escala mínima diária. Hoje, fechou em 1,87 bem alto, praticamente 1,88. Amanhã, sexta-feira, dia 31 de julho, ultimo do mês da semana, o movimento deve ser ainda menor.

Zelaya quer ser preso em Honduras

Tendo provocado toda a confusão no seu país, ficou satisfeitíssimo com a declaração dos que estão no Poder: “Se pisar no território de Honduras, será preso”. Puxa, sonhava com isso.

Considera que será libertado pelos admiradores (?) e estando lá, volta ao poder ou ganha em prestígio, “e vão exigir minha nova eleição”, como alardeia, que palavra.

O presidente da Costa Rica, democrata e Premio Nobel da Paz, tem essa informação, vá lá, informe, preocupante. Os golpistas dos dois lados, devem ser repudiados. (Exclusiva)

Textual, inédito e entre aspas

Chamada do jornalão na Primeira: “Reajuste de telefone, será baixo, 0,98%”. Já ganham 5 bilhões mensais, antes de começarem a prestar o serviço. Quem tomará providências?

Ariano Suassuna, agora, ás 10 horas: “Antigamente as bandas de música, no Norte/ Nordeste, eram ligadas aos partidos. Por causa dos ataques adversários, estavam sempre se movimentando. Daí, surgiu o que se chamou de frevo”.

Pela primeira vez nos últimos tempos, o PT-PT de São Paulo se une. Mas não A FAVOR e sim CONTRA, no caso, a candidatura Ciro Gomes. Dizem, numa afirmação “coligada” e combinada: “O que é que o deputado vem fazer aqui, onde raramente tem aparecido?”.

O presidente Lula soube e não ficou aborrecido. É que ele “quer” Ciro presidente para dividir o eleitorado de José Serra e favorecer Dona Dilma. O que se diz em SP: “Ciro não divide Serra, não tem cacife e a candidatura de Dona Dilma está longe de existir”. E agora?

Nelson Rodrigues sem saber que acertaria tanto: “O Brasil tem complexo de vira-lata”. Hoje, comentaristas, diante do segundo lugar de um nadador, exclamam empolgados: “Estamos orgulhosos com essa prata”.

A Vale não vale quanto dizem

Quando FHC deu ordens á famigerada Comissão de Desestatização para doar a segunda maior empresa do Brasil, veio a explicação-justificativa: “Privatizada, a Vale ultrapassará a Petrobras”. E tratou de publicar o decreto-lei 9478 criando as licitações entregando o petróleo.

Agora a Vale anuncia prejuízos (?) monumentais, a Petrobras, apesar das campanhas que sofre (e da corrupção inegável), continua cada vez mais importante e lucrativa. (Exclusiva)

A jogatina SOBE SEM investidores

A Bovespa hoje começou em alta e foi crescendo durante 2 horas, até o meio-dia. Abriu em mais 1,60%, passou para 1,90%, foi até alta de 2,20%. Sempre em mais de 54 mil pontos, indo até quase o limite de 55 mil.

A partir do meio-dia e 40, começaram a vender, recuou um pouco, a alta veio para 1,90%. Mas diziam: Voltará a subir” Faltam 4 horas, eles mandam. Volume de 1 bilhão e meio, pouco para o tempo e a alta.

O dólar ficou sempre em 1,87 alto e 1,88 baixo, oscilando pouco. Não entra dólar, os “globalizadores” preferem transferir o que ganharam com ações manipuladas para bônus do governo. É uma das explicações para os 26 BILHÕES que o governo vendeu.