A Igreja Católica, corre atrás dos anglicanos, mesmo casados

A entrevista-declaração-comunicação do Papa surpreendeu o mundo. Aparentando generosidade, confessa que está querendo católicos com aspas e sem aspas, anglicanos, quer dizer, ex-mesmo casados. Foi quase haraquiri, não pode ser porque o Vaticano não permite.

Quase 100 milhões de anglicanos

Esse é o número divulgado por pesquisas que assustaram Bento XVI. Desses anglicanos, a própria cúpula da Igreja reconhece que no mundo todo, recupera 500 mil, ou seja, meio por cento do total.

Evangélicos crescem no Brasil

Enquanto isso, o “bispo” Macedo cresce em fortuna, em poder de fogo e em importância. Até a poderosa Organização Globo, (que pela perda de audiência faz campanha contra a TV Record) teve que aceitar um acordo desonroso. O que fazer se a Globo é tão vulnerável quanto o “bispo” Macedo?

Repúdio a um esquecimento lamentável

Vicente Limongi Netto
A meu ver um tremendo equívoco, uma falha imperdoável, uma completa falta de sensibilidade e de consideração, o Senado criar uma comissão de juristas para redigir um anteprojeto de reforma do Código de Processo Civil, sem a participação do ex-ministro da Justiça e ex-senador Bernardo Ca­bral. Um escárnio que o bom senso não tolera. Principalmente porque Bernardo Cabral, como depu­tado constituinte, foi o relator do texto final da Constituição de 1988, que completou 21 anos de exis­tência. Nada contra os juristas “escalados” pelo presidente do Senado, José Sarney. Apenas consi­dero, repito, uma enorme desfeita a um homem público competente, um dedicado magistrado e um ex-senador rigorosamente cumpridor dos seus deveres, chamado Bernardo Cabral. Meu enérgico, completo e absoluto repúdio.

Comentário de Helio Fernandes
Concordo inteiramente, Limongi. Deve ser alguma vingança retardada ou de algum retardado. Homenageado quase que diariamente, o ex-senador não liga, não se aborrece nem se revolta com o “esquecimento pré-fabricado”. É evidente que a Comissão tem excelentes nomes, mas o de Bernardo Cabral somaria e reforçaria o Código de Processo Civil que sairá da Comissão.

GARImpando pra presidente

Ancelmo Gois e sua brava equipe: “No concurso para o trabalho na Comlurb, existem 45 cidadãos com doutorado e 22 com mestrado”. Faltou a conclusão do DataGois: “Num país presidido por um torneiro, o torneio para a presidência não pode excluir ninguém”. E um torneiro que vem torneando suas ambições desde 1989, 5 eleições seguidas e não pretende parar por aí.

O lusco-fusco Ortega, abre
caminho para Zelaya

Daniel Ortega, durante muitos anos, tido e havido como Socialista e até da “esquerda radical”, combateu duramente os EUA. Cansado, exausto, sem fôlego, mudou da esquerda para a direita, foi eleito presidente da Nicarágua.

Apoio e consentimento dos EUA

Precisou do “nada consta” dos EUA, conseguiu, nenhuma dificuldade. Basta se arrojar aos pés dos poderosos, se mostrar servo, submisso e subserviente. Praticou tudo diretinho, foi “eleito”, seu mandato vai até 2011.

Ortega acordou cedo para a reeeleição

2 anos antes de acabar o mandato concedido pelos EUA, já CONSEGUIU O DIREITO À REEELEIÇÃO. Dois fatos estranhos e que vão se transformando em rotina. 1- Tem o apoio do malandro coronel Chávez e do incontestável Poder dos EUA.

Novidade assustadora

2- O ex-comunista Daniel Ortega, obteve da Corte Suprema, (que lá não é corte nem suprema) o direito à reeeleição. Mas a justificativa (?) é que ninguém esperava: “O presidente da Nicarágua pode se candidatar a mais um mandato, por que a Costa Rica e a Colômbia aprovaram a mesma coisa”.

Exibição de “zelaismo”

Não precisa ser torneiro mecânico ou gari, para perceber: em Honduras, Zelaya voltará ao governo e terá garantida sua pretensão de tentar (?) mais um mandato. As Constituições não valem mais nada.

Saudemos com entusiasmo o STF

Nisso tudo, os mais vibrantes aplausos para o Supremo Tribunal Federal. Pode divergir, discutir, convergir ou não , até cometerem erros e desacertos. Mas com a maior competência e dignidade. 11 cidadãos (com os quais não concordo muitas e muitas vezes), mas acima de qualquer suspeita. Poderiam ser personagens do belo filme do italiano Elio Petri.

Para terminar por hoje
a questão da reeeleição

Essa onda de continuação no Poder, (Chávez já declarou que ficará mais 20 anos no Poder) se transformou em “injustiça” para FHC, Menem, Fujimori, que queriam o terceiro mandato. Menem ficou preso algum tempo. Fujimori ficará preso pelo resto da vida.

FHC escapou, por enquanto

O único ex-presidente em liberdade, não pode se entusiasmar. Com a DOAÇÃO da Vale, uma empresa TRILIONÁRIA, pode ser responsabilizado. E agora a comunidade vai percebendo quanto foi ROUBADO. E se analisarmos tudo o que foi P-R-I-V-A-T-I-Z-A-D-O, pode (e deve) começar um enorme protesto, surgido da voracidade dos que chegam ao Poder.

Inacreditável: o Bradesco, sem investimento, sem dinheiro do próprio banco, (empréstimo do BNDES), controla a Vale com apenas 18 por cento das ações. E os acionistas majoritários como a Previ?

Existe CPI para tudo, das mais diversas formas, com vários objetivos, sem qualquer explicação. Criadas no Brasil à semelhança das poderosas subcomissões do senado, (poderosas positiva e negativamente, com a famosa Comissão McCarthy que durante anos infernizou a vida dos EUA), raramente têm produzido resultados positivos no Brasil.

A questão da DOAÇÃO das maiores empresas do Brasil, no governo FHC, quase 10 anos depois, provoca debate tumultuado por causa das revelações sobre a vergonhosa atuação da Comissão de Desestatização. Todos que participaram dessa forja, (nada a ver com corja, embora até vernacularmente bem próxima), de escândalos e da criação de fortunas colossais, deveriam depor para explicar a fortuna que têm hoje.

O Poder TRILIONÁRIO da Vale está no centro da discussão e não se admite que essa extraordinária riqueza continue sendo dominada por um banco como o Bradesco.

Com menos de UM QUINTO DAS AÇÕES DA VALE, o Bradesco indicou e “elegeu” o senhor Roger Agnelli como presidente. Que “conselho de acionistas” é esse que se deixa dominar, suplantar e ultrapassar por um banco que não trabalha para outra coisa a não ser a acumulação de lucros cada vez mais assombrosos?

Logo que começou (ou foi reaberto) esse debate importante para o desenvolvimento nacional, o “eterno” Lazaro Brandão veio a público, e declarou arrogantemente: “O Bradesco não vai vender as suas ações”. Quem precisa desses 18 por cento se os outros 82 por cento constituem maioria esmagadora que não pode ser derrotada de maneira alguma?

(Lembro que logo depois da posse, o presidente Lula criou um Conselho de 80 membros. Quando foi empossá-los, exclamou bem alto: “Estou vendo ali o meu grande AMIGO Lazaro Brandão”. No dia seguinte, na Primeira da Tribuna, perguntei em pouquíssimas palavras: “Onde é que um SINDICALISTA como Lula, fica AMIGO de um banqueiro sem a menor convicção democrática ou social como o presidente do Bradesco?).

Logo depois do brilhante advogado e constitucionalista (diretor do IAB) Jorge Rubem Folena de Oliveira, ter esgotado o assunto e provado que o Presidente Lula pode desfazer a CONCESSÃO DA VALE A QUALQUER MOMENTO, precisa apenas ANULAR O ATO DO PRESIDENTE FHC, PRIVATIZANDO-A, a TV Globo entrou em ação.

E usou o seu principal instrumento de capitalização financeira, o Jornal Nacional. Afirmações levianas dominaram o “Nacional” durante quase 5 minutos. Numa desesperada DEFESA dos piores interesses, contrariando, (nada surpreendente) o que já passou em julgado, A VALE AINDA É NOSSA.

Afirmações que precisam ser registradas, todas constituindo “menas” verdade. 1- “A Vale é uma empresa privada” (Repetido três vezes). 2- “Com isso a Vale não pode ter uma siderúrgica (como Lula finge exigir) iria brigar com os clientes”. 3- “Existe no governo um movimento para REESTATIZAR a Vale”. (Mais leviandade, a Vale foi criminosamente DADA OU DOADA continua sendo da União, da comunidade, do povo).

Isso foi na segunda-feira. A repercussão foi tão negativa, que ontem, terça, o Jornal Nacional não dedicou nem 30 segundos ao assunto Vale. Se julgam tão poderosos, que consideram (ou devem considerar) que LIQUIDARAM o assunto. Engano, agora é que começa.

***

PS- Há muitos e muitos anos fiz um mapa sobre os minérios que existem no Brasil. Conclusão: o país tem todos, principalmente os mais raros. O mundo fica assombrado com essa riqueza que não enriquece o país.

PS2- Nesse mapa, descobri e publiquei: o Brasil possui 99 por cento das jazidas de NIÓBIO NO MUNDO. Agora Roberto Ilia Fernandes (nenhum parentesco, o que seria ótimo) me escreve, acrescentando dados fabulosos, que utilizarei.

Nada mais do que um esbulho

Carlos Chagas

Meio por acaso, ficamos sabendo de mais um crime de lesa-pátria que vinha sendo praticado desde os tempos de Fernando Henrique Cardoso e continuado pelo  Lula.   Sabia o cidadão comum, eterno pagador de impostos, que o capital estrangeiro estava isento de qualquer taxação? Pois é. Decidiu o atual governo, depois de sete anos, cobrar 2% de IOF para as aplicações de curto prazo que venham do estrangeiro…

Quer dizer, o capital-motel tripudiou sobre todos nós durante quinze anos. Chegava de tarde, passava a noite e ia embora de manhã, depois de haver estuprado um pouquinho mais nossa economia. Não pagava nada, para entrar e sair.

Mesmo sendo ridícula essa taxa de 2%, já é alguma coisa. No Chile,  exemplo ímpar do reinado do neoliberalismo, o Imposto Sobre Operações Financeiras é de 10%,  sendo proibida a entrada de capital que não permaneça pelo menos um ano no país. Entre nós, era a lambança explícita, alimentada pelas mais altas taxas de juros do planeta. De Malan a Palocci e a Mantega, todos celebraram o ingresso de centenas de milhões de dólares que, para eles, representaram a entrada   do Brasil no clube globalizante. Nada mais do que um esbulho.

Acresce que esse capital predador, sem criar um emprego sequer, nem forjar um parafuso, bateu asas há um ano,  quando da eclosão da crise econômica mundial. Voltou faz pouco, fiado nas mesmas facilidades de antes.  Talvez saia de  novo,  em sinal de protesto.  Ainda bem.

Sinalizando uma  nova crise

Acendeu a luz amarela no semáforo plantado defronte ao palácio do Planalto. Auxiliares de primeiro nível do presidente Lula mostram-se preocupados com as recentes declarações do presidente do Supremo Tribunal Federal, no sentido de tratar-se de um desafio para a Justiça Eleitoral a campanha desenvolvida em torno da candidatura de Dilma Rousseff. Para Gilmar Mendes, o Tribunal Superior Eleitoral deverá refletir diante das viagens do presidente Lula e da chefe da Casa Civil pelo país,  fiscalizando obras do PAC e despertando críticas veementes da oposição por conta de seu caráter eleitoreiro. Afinal, as campanhas estão proibidas até seis meses antes das eleições.

A moeda tem duas faces. Se de um lado salta aos olhos que o Lula promove a candidata em palanques e aparições variadas, de outro também sobressai a evidência de que um governo tem o direito de governar. Percorrer os estados, fiscalizar obras e  participar de eventos é obrigação dos governantes maiores. Limitá-los seria absurdo.

A temperatura vai subir, caso o presidente do Supremo insista em mobilizar o TSE para investigar a ação do Executivo, mesmo tendo o presidente Lula nomeado oito dos onze ministros da mais alta corte nacional de justiça. Sem esquecer que Gilmar Mendes foi indicado por Fernando Henrique, peça fundamental na candidatura oposicionista de José Serra.

Permanecem as dúvidas

Nem tudo foi resolvido na festa de noivado do PMDB com a candidatura de Dilma Rousseff. No jantar de ontem,  na Granja do Torto, o presidente Lula ofereceu ao partido  a vice-presidência na chapa oficial, deixando claro não se opor à indicação do deputado Michel Temer. A dúvida é saber se o parlamentar paulista  se disporá desde logo à  aventura ou se vai esperar mais alguns meses para ver se a candidata decola nas pesquisas eleitorais. Afinal, tem garantida a permanência  de quatro anos na presidência da Câmara. Seu atual mandato no biênio 2009-2010 poderá ser renovado para 2011-2012, por tratar-se de outra Legislatura.

Na hipótese, mesmo remota, de Temer saltar de banda, outros nomes do PMDB entrariam em cogitação: os ministros Edison Lobão, Geddel Vieira Lima e Nelson Jobim,  por exemplo.  Sem esquecer de que as preferências recônditas do presidente Lula indicam  Roberto Requião, afinal, o que tem mais votos e mais personalidade, nessa relação. O problema é que o governador do Paraná passa longe dessa armação.

O mesmo drama

O embaixador Samuel Pinheiro Guimarães tomou posse como ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos. Substitui Mangabeira Unger, que como noticiamos dias atrás,  não  pediu demissão temendo perder sua aposentadoria de professor em Harvard. Essa versão nasceu nos jardins do palácio do Planalto, pois como disse depois o já ex-ministro, em Harvard não há aposentadorias.  Ele deixou a secretaria por sentir-se isolado no governo, sem que o presidente Lula desse encaminhamento  ao Congresso de suas diversas propostas.

O mesmo drama poderá repetir-se com Samuel, de posições nitidamente nacionalistas,  contrárias à política neoliberal da equipe econômica. Seu primeiro teste será saber se continuará como coordenador do Plano de Desenvolvimento da Amazônia.

Aécio tenta evitar estratégia do PT

Pedro do Coutto

O governador Aécio neves-reportagem de Cátia Seabra, Folha de São Paulo de 20 de outubro-, seguiu para São Paulo como objetivo de viabilizar sua candidatura à presidência da república.Sem dúvida impulsionado pelas manifestações de  nomes do DEM,que cobram mais rapidez na escolha do candidato das oposições, Aécio, no fundo, tenta evitar a estratégia do PT, que é a de transformar a sucessão de 2010 numa polarização entre o presidente Lula e o ex presidente Fernando Henrique,com o primeiro projetando sua imagem e sua extrema popularidade em torno de sua candidata, Dilma Roussef. O governador de Minas procura ressaltar que essa polarização só ajuda o governo, mas ela envolve muito mais Serra na rede política do que ele, Aécio. Por não ter integrado a administração FHC e não manter com ele a proximidade de Serra, estaria mais blindado contra o lance clássico do PT.Não é o único argumento do arsenal do Partido dos Trabalhadores.Mas, sem dúvida,um deles.E bastante eficiente,como exemplos anteriores revelaram.Aécio antecipadamente  rejeitou  novamente a hipótese de vir a disputar como vice presidente,anunciando que, se perder a indicação,concorrerá ao senado em 2010.Para isso, terá que deixar o governo de Minas até o final de março.Entretanto, a colocação do chefe do executivo de Minas é apenas um aspecto.Lula vai partir embalado integrando-se totalmente por Dilma Roussef, agora tendo ao lado o apoio de um dos candidatos à sucessão, Ciro Gomes.Estabelece-se assim um panorama singular na paisagem política: candidatos adversários, porém aliados cordiais como a imprensa tem ressaltado.Segundo turno mais do que assegurado, sobretudo com a presença da senadora Marina Silva.

Pela primeira vez na história, candidatos que deveriam se opor,na  realidade se unem.O presidente Lula cresce,o governo amplia seu raio de ação.Independentemente do PT, cuja seção paulista reclamou da presença de Ciro Gomes.mas o que poderá fazer diante da  liderança de Lula? Não possui inclusive alternativa. Romper como Planalto? Impossível. Pode ameaçar romper durante algum tempo. Mas jamais definitivamente. Não pode, sob hipótese alguma, abrir mão dos votos Lulistas, sob pena de os que assim viessem a proceder perderem as eleições.

O eleitorado está muito mais com Lula do que com a legenda. Lula personifica a imagem humana positiva, projetando-a no coletivo. A legenda é apenas um instrumento para o exercício de uma liderança que se consolidou.

Aécio Neves, sem dúvida, está certo em propor, por caminhos indiretos, a polarização que o presidente da República pretende usar e transferir em favor de Dilma Roussef. Mas dificilmente conseguirá convencer a maioria do PSDB. A maioria do PSDB baseia-se nas pesquisas de intenção de votos realizadas até agora. Muito arriscado ir contra elas. Números são números. Produzem efeito concreto. O que Aécio Neves propõe é uma esperança misturada com um sonho.Os demais partidos oposicionistas estão em silêncio, retraídos.Inclusive não são muitos. Poder-se-á considerar o PPS de Roberto Freire nessa relação? Não é fácil. Suas bases no Rio, por exemplo, estão muito mais em favor da reeleição do governador Sergio Cabral, que apóia Dilma, do que o apoio a Anthony Garotinho, depois de Fernando Gabeira ter preferido disputar o Senado.Ele pertence ao PV.A candidatura Marina Silva encurtou seu espaço de aliar-se ao PSDB, a exemplo do que sucedeu no episódio da disputa pela Prefeitura do Rio.Não há muito assim a movimentar um quadro que parece bem nítido. Mas Aécio está tentando.Tentar é sempre válido.

A Bovespa chegou a cair 4,35 por cento, fechou com menos 2,88%, apenas susto

Ontem a Bovespa fechou em mais de 67 mil pontos. Satisfação, gritaria, “nada” vai fazer a bolsa parar. Hoje, (com abertura agora às 11 e fechamento às 18) já abriu em baixa, e foi caindo cada vez mais. Às 13:48 já caía mais de 4 por cento, o discurso era o mesmo: “A taxação anunciada pelo Ministro da Fazenda afetou os negócios, DERRUBOU os preços”. Tudo bobagem, tanto é verdade, que a partir daí, começaram a COMPRAR e recuperaram quase 2 por cento. VENDERAM, porque sentiram que a “taxação” iria assustar, e duas horas depois, passavam a COMPRAR.

Nenhum papel subiu, e os que têm maior volume de negócios, caíram mais.

O “mercado” só deixará de ser uma filial de lãs Vegas, quando a taxação dos LUCROS REMETIDOS DAQUI PARA O EXTERIOR, for de 30 ou 35 por cento, como é em todos os países. Principalmente quando a remessa for para os EUA, o grande abastecedor desse MERCADO sem nenhum imposto no retorno.

Na verdade, o objetivo era o dólar e não as ações, a suposta revolta, foi apenas tentativa de intimidação do governo. O dólar fechou na máxima do dia, 1,75 com alta de 2,15%.

Uma explicação que ninguém deu porque não interessava nem interessa: os negócios com ações chegaram quase a 9 BILHÕES, a primeira vez este ano que passou de 5 ou 6 bilhões.

PS- Como o Ministro Mantega sabe pouco de muita coisa, um recado despretensioso e sem hostilidade: a jogatina e a especulação não são atingidas com a criação de imposto sobre o  movimento. Se quiser obter resultados, tem que taxar o DÓLAR NA ENTRADA E NA SAÍDA. Só para o “mercado financeiro”. O dólar que vem DIRETAMENTE PARA INVESTIMENTO REPRODUTIVO NÃO DEVE SOFRER TAXAÇÃO NA ENTRADA. E NA SAÍDA, IMPOSTO SOBRE LUCROS.

PS2- Só que isso, Ministro, o SISTEMA NÃO PERMITE.

Desinformação da Globonews

Ainda há pouco, às 17 e 3 minutos, davam por encerrados os negócios, revelavam “os números do fechamento”. Foi um dia tremendo, com muita agitação, a Globonews ainda não entrou no horário de verão.

Neste blog é verão,
às 18, números exatos virão

Tenho que esperar, dólar e ações pulam de um lado para outro. A Bovespa já caiu mais de 4 por cento o dólar já estava em 1,75, alta de quase 2 por cento. Quando fechar de verdade, darei o resumo sem o menor interesse. Só fatos, fatos, fatos. E interpretação.

Parreira “indicou” Joel Santana, Parreira substitui Joel Santana

Há 20 dias, quando se falava fortemente que o técnico brasileiro não resistiria à pressão, revelei: Joel provavelmente não se aguentará, para o seu lugar VOLTARÁ o treinador Parreira. Por que esse VOLTARÁ?

O carreirismo de Parreira

Muito simples. O treinador queria ir a uma Copa do Mundo. Como a África do Sul não disputa eliminatória, uma oportunidade imperdível.

Foi, ficou alguns meses, viu que não resistiria a quase 2 anos, veio embora. Deu o nome de Joel Santana, excelente treinador e homem, mas Parreira sabia que ele não falava uma palavra de inglês, não suportaria. Não suportou.

Parreira: “Eles gostam muito de mim”

Quase consumado o fato, o próprio Parreira “informa” sobre sua contratação. Tentou ficar no lugar de Dunga, que na época não estava bem. Com o fortalecimento e a consolidação do Dunga, (que era criticado por 90 por cento da mídia esportiva, que hoje exerce a bajulação), quis ser DIRETOR ADMINISTRATIVO da Seleção, Dunga não aceitou.

Esses, os fatos que não contam. Os amestrados do esporte não sabem ou não podem publicar.

Mantega, o “alimentador” dos lucros financeiros

Ontem à noite, o Ministro da Fazenda foi inesperadamente à televisão, e falou em taxar “o investimento estrangeiro que vem aqui apenas para ESPECULAÇÃO”. (Palavra usada pelo Ministro). Disse que esse dinheiro sofrerá taxação de 2 por cento.

Ora, isso já existia, foi suspenso por ele mesmo, cumprindo ordens do Meirelles do Banco Central. Ainda não está efetivada essa taxação. Se for, adiantará muito pouco. O que adianta é criar uma taxação, digamos de 35 por cento, como acontece nos EUA, do capital que sai do país. (Se sai é porque entrou sem pagar nada).

Isso já está no meu artigo de hoje (acessem e fiquem assombrados) mostrando como age o Banco Central da Matriz, e que Mantega não poderá implantar na filial.

O que chamam de “capital Motel” (não sei quem criou a expressão) é o retrato do dinheiro que vem de fora, lucra e vai embora. Sem ter criado nada, sem ter deixado nada.

Durante todo este ano de 2009, a especulação na Bovespa, desenfreada. O Índice foi de 30 mil (final de 2008) para 67 mil, ontem. E continuará, com a cobertura de TODOS OS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO. Informação ISENTA E DESINTERESSADA, só aqui. INFORMAÇÃO e OPINIÃO, legenda deste blog.

Demolindo e destruindo Lula, na comparação com Leonel Brizola

Stedile, José Guilherme Schossland, Antonio Santos Aquino, Mário de Goiás, Alcides Ferreira, que informações, dados e detalhes dos encontros e do relacionamento do atual presidente com aquele que sempre lamentei não ter chegado. (Brizola, este repórter esperava isso, embora não soubesse como ia acabar. Por causa do veto de Roberto Marinho e do embaixador Lincoln Gordon, à idéia não concretizada de Jango, nomeando Brizola Ministro da Fazenda, em 1963).

Aquino, com dados que não podem ser desmentidos, conta: “Lula foi aos EUA, com Francisco Weffort, (que era do PT, trocou a sigla pela sela para ficar 8 anos montado no governo FHC) se encontrou com sindicalistas ligados à CIA”. Como é do seu hábito, depois afirmou, “eu não sabia que eles eram da CIA”.

Longevidade

Caminhando pelo Parque do Jardim Botânico, que Dom João VI em 1808 comprou de Rodrigo de Freitas, (hoje nome da Lagoa), encontro um amigo que não via há muito tempo, excelente recordação.

Depois de uma caminhada de 35 minutos, (passando pelo lindíssimo Bromeliário), nos despedimos, ele me diz: “Helio, leio você desde o Diário de Notícias, Tribuna da Imprensa e agora no blog. Eu sou tão antigo, Helio, de um tempo em que as farmácias eram obrigadas a fazer plantão aos domingos e não gostavam. Hoje, funcionam 24 horas, uma em cada esquina, lavando dinheiro e envenenando o cliente”.

TERRITÓRIO, POPULAÇÃO, TODAS AS RIQUEZAS, DEVERIAM TRANSFORMAR O BRASIL, NUMA DAS TRÊS MAIORES POTÊNCIAS DO MUNDO

Prezado Jornalista Helio Fernandes:

Obrigado pela postagem e por seus comentários sobre a questão da Vale do Rio Doce, que deveria ser um orgulho para todos os brasileiros.

Um forte abraço.

Jorge Rubem Folena de Oliveira

Puxa, com um território de 8 milhões e 500 mil quilômetros quadrados, 200 milhões de um povo abandonado e esquecido, e todas, mas TODAS as riquezas dos mais diversos setores, deveríamos estar orgulhosos 24 horas por dia.

Só que o cidadão-contribuinte-eleitor precisa dessas 24 horas, diariamente, para trabalhar sem transporte, educação, saneamento, moradia, não tem direito a coisa alguma. E nessas 24 horas, ainda têm que contribuir para resistir e impedir que esses GLOBALIZADORES, (que já foram TRUSTES e depois MULTINACIONAIS) dominem o país e não paguem coisa alguma.

Dividendos não pagam impostos. Lucros de estrangeiros com ações, não pagam NENHUM IMPOSTO. Trazem uma miséria de dinheiro, jogam na BOLSA sem pagar nada, com o lucro compram BÔNUS (?) do governo, remetem tranquilamente para o exterior, sem PRODUZIR coisa alguma, sem criar um emprego que seja, a jogatina produz lucros mas não desenvolvimento.

Com esse chamado CAPITAL MOTEL, vem e vai dos EUA e para os EUA, é preciso esclarecer. Aqui eles têm a liberdade de ganhar de todos os modos, sem pagar um dólar que seja. Mas nos EUA, (lucro interno ou mandado para o exterior) paga 35 por cento, na fonte e sem qualquer favorecimento.

E lá dos EUA, nos controlam sempre, fingindo que estão nos ajudando. Agora, os maiores bancos ou grandes corretoras, que “avaliam” a situação da economia dos outros países, já começam a “aconselhar” os dirigentes do Brasil.

E dizem sem constrangimento: “O Brasil se livrou muito rápido da crise da economia mundial, corre o risco da inflação, precisam ficar atentos”.

Lógico, junto com esse “conselho”, sugerem o remédio: “O aumento dos juros provoca sempre resultados positivos”. Por que os americanos e europeus têm os juros mais baixos do mundo?

Já pagamos de juros, 44 por cento ao ano, lógico, no governo FHC. O presidente Lula assumiu com 26 por cento, está em 8,75% depois de quase 7 anos. Demorou muito a reduzir esses juros.

Pagamos hoje 150 BILHÕES anuais. Não é nem PAGAMENTO, é AMORTIZAÇÃO. Pois o governo que mistifica a opinião pública, dizendo todo ano, (menos em 2009) ECONOMIZAMOS 90 BILHÕES, mas precisam dispor de 150 BILHÕES.

Então ENTREGAM esses 90 BILHÕES e os outros 60 BILHÕES SÃO jogados em cima da DÍVIDA, os “CREDORES”, generosos, aceitam, vamos pagando e vendo a DÍVIDA crescer cada vez mais.

Começo com minérios (uma das mais formidáveis reservas do Brasil) e não posso parar, pois tudo é encadeado e encurralado. (O povo brasileiro).

***

PS- Espero que todos contribuam com informações e munição para essa guerra de LIBERTAÇÃO DA ESCRAVIDÃO. Essa que não existiu em 1888, era apenas pessoal, hoje continua nos ROUBANDO MONSTRUOSAMENTE.

PS2- Jorge Folena, Diogo Pereira da Costa, Antonio Santos Aquino e todos que escrevem ajudando o combate, têm a minha admiração, respeito e solidariedade.

A batalha do Rio de Janeiro

Pedro do Coutto

A verdadeira guerra que explodiu na cidade do Rio de Janeiro e se intensificou no decorrer da última semana vai exigir um esforço coletivo das forças militares e policiais, com a participação do governo federal, através do Ministério da Justiça, pois não se trata apenas de um confronto, já por si assustador, das forças da lei contra os que atuam no crime e, portanto na ilegalidade. Não é somente essa a questão. É que existe o risco direto da população civil viver encurralada pelo imprevisto e pela falta de uma solução efetiva. Os problemas se acumularam ao longo do passar dos anos, a partir da favelização e a ocupação desse território onde as penetrações são difíceis e cada vez mais desafiadoras. A remessa de armamentos pesados aos refúgios e sombras da questão desafiadora é cada vez mais enigmática. São muitas as razões do processo sinistro. Mas onde está o caminho para enfrentar a realidade? Os trágicos acontecimentos que estranhamente sempre culminam com o incêndio de ônibus, o meio de transporte mais usado na cidade, já se transformaram em ameaças permanentes contra todos.

Há muitos anos, o Rio não vive uma semana sem conflitos e confrontos. Os habitantes pedem paz, a exemplo da frase pronunciada por um jovem na janela de um ônibus que conseguia livrar-se da área de fogo cerrado. A afirmação do passageiro de aproximadamente vinte anos falou por todos. Quase todos querem apenas isso. Que possam utilizar o direito básico de ir e vir, sem ter que superar os obstáculos de uma tragédia, cuja história infelizmente está se incorporando ao cotidiano.

Nessa história entrelaçam-se os tráficos de drogas e de armas,comércios que dramaticamente se revelam à custa da vida e da integridade humana. Um mistério, ou então um claro enigma como o de Carlos Drumond de Andrade, a forma com que os artefatos da destruição chegam ao alto dos morros. Neles não existem aeroportos, estações rodoviárias, terminais ferroviários, muito menos portos. Estes pontos, todos eles, podem ser, e são, as portas de entrada no país. Mas como atravessam as ruas do Rio e de outras cidades brasileiras?A conflagração não é só carioca. São Paulo constitui outro exemplo crítico. O que induz logicamente a uma ação conjunta dos dois governos estaduais, apoiados ambos, é claro, pelo Palácio do Planalto. Ilusãoac4reditar que alguma força isolada possa enfrentar a situação. Tem que haver unidade. Sem esta unidade, envolvendo informações e ações, o poder público não conseguirá avançar no seu projeto porque muitas ações vão se projetar em espaços taticamente vazios, criando um esgarçamento que só interessa aos inimigos da sociedade e da população. O panorama exige um esforço integral e coordenado, partindo de levantamentos estatísticos definidos quanto a incidência dos crimes e sua proliferação. Inclusive têm que ser medidas as adesões diárias de jovens ao canto de sereia dos que vivem fora da lei. E também traduzir em linguagem de ação o porque isso ocorre. Enfim, identificar as fontes de uma verdadeira tragédia do século 21. Não é, evidentemente, tarefa fácil. Pelo contrário. É dificílima. Mas é neste ponto que se localiza o desafio. Não só o do presente, mas também o do futuro, pois se não contivermos a onda assustadora, espaços foram sendo cada vez mais ocupados, desalojar os criminosos transforma-se em tarefa extremamente complexa.Não sôo Rio de Janeiro joga seu destino como o centro olímpico do país para 2016.Todo o país estará tolhido em seu projeto de viver em liberdade com dignidade. O futuro está em jogo. É fundamental assegurá-lo.Toda população aguarda uma resposta.E já não virá sem tempo.

Ladrões da paciência popular

Carlos Chagas

Ontem  foi dia de fazer ao cidadão comum do Centro Oeste, Sudeste e Sul  a clássica pergunta de todos os anos: acordou feliz?

Para o trabalhador, o escriturário, o funcionário público, o estudante, o agricultor e quantos mais levantam de manhã bem cedo, o sair  da cama aconteceu entre reclamações e cansaço, bem como durante  o resto do dia, de medíocre  aproveitamento no trabalho, no escritório, na repartição, na escola e no campo.

Por que? Porque o governo, o atual,  assim como os anteriores, roubou uma hora de sono de todos nós, a pretexto desse abominável horário de verão que assola a metade do país.  Norte e Nordeste, rebelados, não aceitaram o esbulho, mas os estados mais populosos curvaram-se a um novo capítulo desse festival de prepotência   encenado  para economizar energia. Poucos cidadãos deixaram de acender a luz, ao levantar, pois estava escuro às cinco horas da manhã, com os relógios enganosamente marcando seis horas.

Falta cidadania aos brasileiros, ou à metade deles, para rejeitar a imposição da tecnocracia, que não demora muito chegará à proibição do uso de energia durante várias horas do dia. Horário de verão é regressão. Justificar-se-ia em situações anômalas, como a iminência  de apagões, a destruição de hidrelétricas pela natureza, invasão do planeta pelos marcianos e sucedâneos. Apenas para satisfazer as colunas de gasto e de  economia barata nas planilhas de empresas públicas e privadas ávidas de lucrar com o sacrifício popular, de jeito nenhum.

Semanas vão transcorrer até que o nosso relógio biológico se adapte à canhestra modificação dos relógios mecânicos e elétricos, mas,  quando fevereiro chegar, começa tudo de novo, ao contrário.  Convenhamos, dos governos militares a José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco, Fernando Henrique e Lula, não houve  coragem  para dar um basta à olímpica ignorância dos tecnocratas. Economizam alguns milhares  de quilowates mas roubam toneladas de paciência da população.

Será matreira a protelação?

Aécio Neves e José Serra encontraram-se de novo, desta vez  em Goiânia,  no fim de semana.   Abraços, acenos aos correligionários, juras de lealdade e confiança no futuro, mas nenhuma decisão a respeito de quem será o candidato tucano às eleições do próximo ano.

Muita gente acha preciosa perda de tempo, enquanto o presidente Lula passeia com dona Dilma pelo país, em óbvia e antecipada campanha eleitoral. Se tudo indica, até as pesquisas, que Serra deve ocupar a cabeça da chapa, e Aécio, a candidatura a vice, por que não decidem de uma vez?

Imaginar o governador paulista na dúvida se deve disputar o palácio do Planalto ou a reeleição para o palácio dos Bandeirantes seria comprar passaporte para a derrota, em qualquer das duas disputas. Pretender que o governador mineiro manobra para filiar-se a outro partido, não dá mais, o prazo venceu.

Sendo assim, existem tucanos e não-tucanos dando asas a mirabolantes formulações, uma das quais seria a expectativa de ambos a respeito de mudanças institucionais de vulto.  Não estariam, oposições e governo, manobrando para uma prorrogação por dois anos de todos os mandatos? Do presidente da República aos governadores, inclusive os dois, bem como deputados e senadores – todos ficariam felicíssimos em permanecer nos cargos até 2012, a pretexto da coincidência de mandatos federais, estaduais e municipais. Essa hipótese poderia viabilizar-se, por mais chocante e ilegítima que fosse, caso até o final do ano o presidente Lula se convencesse da impossibilidade de emplacar Dilma Rousseff…

Coitadinhos dos usuários de droga…

Tem coisa claras como água da fonte. O tráfico de drogas e o crescimento abusivo do crime organizado só acontece porque existem usuários de cocaína, heroína, craque, maconha e toda a parafernália paralela. O que acaba de acontecer no Rio, depois de episódios semelhantes em São Paulo, Salvador e outras capitais só acontece porque aumenta o número dos que consomem a droga.

São coitadinhos, doentes e vítimas da civilização moderna,  mas também  são a força motriz que amplia a ação da bandidagem. Sem os usuários de todas as classes sociais não haveria a prevalência dos traficantes sobre as instituições organizadas em torno da lei e da ordem. Muitos usuários freqüentam os pontos de venda,  mais ainda  recebem o pó a domicílio.

Devem ser protegidos, internados,  tratados e tudo o mais, mas enquanto alimentarem os bandidos,  serão apenas  vítimas?  Ou responsáveis pelo horror que assola o país, das grandes às pequenas cidades? Descriminalizar o uso de drogas será a solução, como até alguns  sociólogos defendem?O resultado aí está, e vai ficar pior.

Do pau-brasil ao minério de ferro

Fica impossível negar razão ao presidente Lula quando se insurge contra a estratégia da Vale, empenhada apenas em cavar buracos no solo para extrair minério e vendê-lo ao estrangeiro. Não que as imensas reservas devam se esgotar nos próximos quinhentos anos, mas salta aos olhos a contribuição da empresa ao colonialismo mundial. Ela exporta ferro a preços sempre controlados de fora, ao tempo em que o país recebe  produtos manufaturados pelos compradores,   muito mais caros,  que não existiriam sem a nossa matéria prima.

As queixas do Lula,  ainda segunda-feira repetidas ao presidente da Vale, Roger Agnelli, são de que a empresa deveria diversificar suas atividades altamente lucrativas, investindo em siderúrgicas, encomendas  de navios em nossos estaleiros, pesquisa, tecnologia e sucedâneos.  Continuando as coisas como vão, por conta de  tanta globalização e tanto neoliberalismo, aumentará a distância entre colonizados e colonizadores, versão século XXI, igualzinha àquela que levou os portugueses a acabar com as florestas de Pau-Brasil  em nosso litoral…

Bovespa: o Bank of America, que perdeu 1 bilhão de dólares no trimestre, recomenda ações aqui

Pela primeira vez em um 1 ano e meio a Bolsa de São Paulo volta a 67 mil pontos. Funcionou o dia todo em alta, mas às 15 horas e 10 minutos batia em 67.452 pontos, a máxima do dia. Subia então 1,90%. No fechamento venderam um pouco, ficou em mais 1,71%, faltando apenas os leilões finais.

O Banco Central comprou dólar, a moeda terminou em alta de 0,45%, em 1,71 alto. Muita boataria e rumores sobre ações, colocaram o dólar no mesmo ritmo de alta, coisa rara.

Presidência do Flamengo, no início de Dezembro

Zico, irmãos e amigos, trabalham intensamente pela candidatura de Clovis Sahione. Muitos candidatos que desistiram ou não estão bem nas pesquisas, também apóiam o famoso criminalista.

Sócios de diversos grupos, seduzidos pelo programa de Clovis Sahione. O que todos me dizem: “É a salvação do Flamengo, como clube e celeiro de grandes atletas, não apenas no futebol”.

Ausência e impunidade

Luiz Geraldo Santos
Quem montou,comandou, matou, incendiou e derrubou o avião nesse “esculacho”promovido na “cidade mais feliz do mundo”? Vou dizer a razão que ainda não foi dita: impunidade”.

Comentário de Helio Fernandes
Ontem, domingo, escrevi sobre o terrorismo dos traficantes que assustaram a cidade, mataram policiais, obrigaram a população a se esconder ainda mais. Menos serginho cabralzinho filhinho e eduardo paes, que não fazem parte da população, “PASSAM POR AQUI DE VEZ EM QUANDO”.

O governador viaja o ano todo por causa do trem bala Rio-São Paulo. Agora por causa de um novo mandato baseado (?) na Olimpíada. O prefeito, depois de dizer que “Lula era um chefe de quadrilha”, esquece do que disse e não faz nada. Prefere passear pelo mundo, com medo de “prefeitar”, que deve ser sua obrigação.

Foram dezenas e dezenas de comunicados, aproveitei esse que sintetiza o que disseram todos.

Autênticas, textuais e entre aspas

A tragédia da destruição de uma parte do acervo do extraordinário Helio Oiticica, provocou discussão sobre o destino da obra de outros artistas, também inteiramente abandonadas, desprezadas, ignoradas. Mas autoridades (?) vieram a público com disparates.

Jandira Feghali, Secretaria de Cultura do Rio: “Fizemos proposta de COMODATO, não foi aceita”.

Cesar Oiticica filho, sobrinho do artista e Curador de sua obra: “É deselegante e de muito mau gosto, ela vir falar sobre isso num momento de luto da arte brasileira”.

Dona Jandira assumiu a secretaria de Cultura do Rio, criando tremenda polemica, (destrutiva e não construtiva) com o pessoal de teatro, que trabalha, luta e sofre para fazer o teatro existir, perdão, sobreviver.

Juca Ferreira, Ministro da Cultura, (com mais espírito público), mas sem fazer nada: “Estamos conversando com famílias de artistas em contato com os herdeiros de Oiticica, HÁ MUITO TEMPO”.

Depois o mesmo Ministro garante, estapafurdiamente: Há 7 anos estamos dizendo que O ESTADO TEM QUE ASSUMIR RESPONSABILIDADES, proteger esses acervos, FALTAM RECURSOS”.

Estranho e incompreensível o Ministro, que antes, como Secretário Geral do Ministério, esquematizava e decidia tudo. Num caso levou “7 anos”. Em outro, diz que “CONVERSA HÁ MUITO TEMPO”. 7 anos, sabemos o que é. E MUITO TEMPO, como pode ser definido?

De qualquer maneira, fico com as afirmações da Curadora Vanda Klabin, que afirmou que grande parte da obra de Helio Oiticica “ESTÁ NO EXTERIOR”. Temos sorte de TER SALVO UMA parte do acervo, POR TER SIDO COMPRADO POR estrangeiros. Que República.