Bachelet-Luiz Inácio, a transferência de voto?

Ela fez realmente um bom governo no Chile. Sai com mais de 80 por cento de aprovação popular. Mas errou na escolha do candidato. Sofreu pressão do partido, teve que optar por Eduardo Frei. Este já foi presidente, período ruim para o país, e lógico, para o povo. Época de miséria, de desemprego, sem investimento. Agora, jogará tudo no segundo turno, tomara que ganhe, mesmo com Frei.

Lula assustado
com o resultado

O presidente brasileiro, que pelas pesquisas (que pesquisas?) tem quase o mesmo índice de aprovação, acompanhou a apuração. Quando não estava perto, perguntava sempre: “Como está a apuração?”, nem precisava dizer que era no Chile.

Preocupadíssimo, se disser, hoje, que transfere sua popularidade, será mera afirmação eleitoral. O Eduardo Frei de Lula é mulher. E ao contrário do Chile, o presidente daqui comanda tudo, “seu” partido, se pudesse fazer pressão, seria para “diminuir o prejuízo” e mudar de candidata. Lula não quer outra coisa, está difícil.

Dona Bachelet tenta um cargo no exterior, depois de deixar o governo. Nem é inédita: já sugeri a presidência da ONU para Lula, ficou entusiasmado. Mas se recusa a confessar, “não quero o sexto mandato, a terceira eleição”.

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