Barcelona, adversário do Real Madri, inimigo do ditador general Franco

Tudo que o clube da capital da Espanha faz, tem como objetivo o time da Catalunha. E não é de agora, nem fica unicamente no campo esportivo. Embora tenha se iniciado dentro do campo, depois marcou a existência democrática do país. Isso vale para a contratação dos “galácticos”.

O ditador, general Franco, tomou o país e implantou a feroz ditadura de 50 anos, a partir de 1939, a maior resistência veio de Barcelona, a cidade e o clube.

Quando os dois clubes jogavam em Madri, Franco ia ao jogo, torcia não pelo Real, mas contra o Barcelona. (Como meu pai nasceu nessa cidade, minha paixão por tudo o que existe lá, é visível).

Em 1952, Franco facilitou de todas as formas a contratação do grande jogador que era Di Stefano. Logico, para o Real Madri. Mas Barcelona é um monumento à resistência e um hino ao bom futebol.

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