BOLSA-REMÉDIO, a solução para os idosos, doentes e que precisam viver. E os cigarros, ônibus, montadoras e empresários enriquecidos ilicitamente?

Com a determinação de INOCENTAR Daniel Dantas por todos os PROCESSOS, de anular tudo o que existe contra ele, de CONSIDERÁ-LO livre e em LIBERDADE por tudo que já havia sido JULGADO, a opinião pública tem todo o direito de se revoltar, de protestar de todas as formas, de INDICIAR juízes que ABSOLVEM criminosos.

E para que essas controvérsias (?), divergências (?), hostilidades (?), contradições (?), que se juntam, se acumulam e se acumpliciam, e não se anulem, juntamos todas numa só palavra: S-O-N-E-G-A-Ç-Ã-O.

E colocamos na mesma acusação feita pelo homem que vai tentar acabar com uma parte dessa S-O-N-E-G-A-Ç-Ã-O, oferecemos ao público, outros nomes e outros setores empresariais, que não fecham o círculo nem as grades, mas ao contrário abrem caminhos para que o cidadão-contribuinte-eleitor não seja tão iludido, diminuído, ofendido, reduzido no que ganha com seu trabalho estafante e miseravelmente remunerado.

Eike Batista, a fortuna
inédita, que se multiplica

Todos deveriam ter que explicar a origem da fortuna. Não é possível que um exibicionista como esse, surja do nada, (do nada ou do pai?) domine a mídia na demonstração da riqueza que vai proliferando, que palavra.

Agora, está “financiando” um documentário sobre a vida do extraordinário jogador de futebol que foi Heleno de Freitas, além de excelsa figura. É lógico que ganhará dinheiro, mas tem desses arroubos. (Já foi preso por sonegação, lavagem de dinheiro, envio de dinheiro para o exterior. Não deu nem dará em nada).

Combate à sonegação

O Superintendente do Sistema de Eletrificação Digital (Sped), Carlos Sussuno Oda, deu a O Globo, entrevista-aula sobre a distribuição de notas eletrônicas. E com isso, o fim de empresas que não pagam impostos. E dá nome de setores e firmas.

Textual dele e do que foi publicado: “Começamos a implantação por onde a sonegação era mais elevada, cigarros, combustíveis, transportes, automotivos e farmácias”. Como conhece muito o assunto, acertou em cheio. A indústria fumageira, mata e enriquece com essas multidões,  (é de multidão que se trata) de cidadãos assassinados. E que a publicidade de cigarros, quer convencer a opinião pública, “não temos culpa nenhuma, quem fuma é porque quer”. Traduzindo: seriam SUICIDAS e não ASSASSINADOS.

Montadoras, ônibus e remédios

Esses são dos maiores sonegadores, de sempre, de ontem, de hoje, mas não de amanhã, segundo afirmação do competente e imprescindível funcionário. A chamada indústria automobilística, que saiu dos EUA, (centralizada em Detroit, Michigan) para ganhar o mundo, sem qualquer investimento. Só não dominou a Europa, porque os principais países tinham sua própria fábrica de carros.

Nenhum investimento,
lucros imediatos

Conquistaram a Ásia, a África, América do Sul e Central, sempre em nome “da criação de empregos”. Miseráveis, salários de fome, exploração como se ainda vivêssemos em plena escravidão. Não trouxeram um dólar ou cruzeiro (a moeda da época), vinham com a prensa para montar os carros, e outras prensas já amortizadas e inutilizadas, para “aguar” o capital e ficar durante anos e anos com as famosas REMESSAS DE LUCROS, SEM QUALQUER PAGAMENTO.

Os ônibus miraculosos,
sonegadores e poderosos

Como o país estava atrasado pelo menos em 60 ou 80 anos, em matéria de transporte subterrâneo (metrô) a até de superfície (ferrovias), surgiu a Fetranspor, o órgão mais importante, mais dominador, e mais sonegador de todos. Recebiam em dinheiro, faturavam em dinheiro, acumulavam ganhos ainda maiores do que os previsíveis ou aceitáveis. Até hoje.

Outro vício, a bebida,
não sonega ou esqueceram?

É dos grandes que não pagam, E não é de hoje, é de uma existência inteira. Seus lucros, digamos legítimos, já seriam satisfatórios e recompensadores. Mas não se satisfazem, querem mais e mais, burlando o fisco. Citisimonsen, Ministro da Fazenda de dois “presidentes” arbitrários, autoritários e atrabiliários, já protegia os falsificadores de lucros e propagadores do vício. “Se beber, não dirija”, frase simbólica, elaborada, montada e encampada pela própria indústria, não deu certo por causa da cumplicidade.

As farmácias e
remédios caríssimos

Nessa busca desenfreada pelo faturamento facilmente escamoteável, surgiram as farmácias. Segundo publicações oficiais, os remédios são os produtos que mais sofrem aumentos de preço. Mas não é por causa disso, que hoje, de ponta a ponta da cidade (e não apenas no Rio, São Paulo e Belo Horizonte) surge uma farmácia “colada” na outra, várias em cada quarteirão.

Em vez de farmácias deveriam
ser chamadas de lavanderias

Não existe negócio (nem mesmo banco) que resista a uma concorrência como essa. Vão se multiplicando incessantemente, cada uma delas tem seu cartão próprio, oferecem descontos e redução de preços, que só podem permitir, pelo fato de não serem organização comercial, e sim “sonegadora e lavadora”.

A clientela sofrida,
obrigada a consumir

As farmácias estão sempre cheias (as milhares delas) não por se constituírem em bom negócio, mas porque o consumidor é doente, idoso e não tem como prescindir do remédio, com preços que nem pode discutir. Discutindo o preço ou refutando o pagamento, estarão encurtando a própria sobrevivência.

* * *

PS – A sonegação é terrível, devia sofrer o maior combate. Mas como fazer? Impossível, quanto mais ganham, mais ficam intocáveis.

PS2 – A saída: já que Lula resolveu governar pelo contato direto, poderia criar a BOLSA-REMÉDIO. Os que têm mais de 60 anos, e precisem comprovadamente dos remédios, receberiam de graça, como réplica da BOLSA-FAMÍLIA. Os que necessitam, seriam beneficiados. Ou as farmácias passariam a ser LAVANDERIAS mesmo, o negócio deles ficaria mais branco.

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