Bolsonaro e os generais precisam implantar uma social-democracia no Brasil

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Espera-se que cada um cumpra seu dever, diria Barroso

Carlos Newton

A vida é muito criativa e contraditória. O velho ditado “as aparências enganam” é amplamente confirmado na política brasileira, que é uma esculhambação infernal. Há uma bagunça implacável na eterna briga entre a direita e a esquerda, uma disputa grotescamente arcaica e que já deveria ter sido ultrapassado pelos tempos.

DEU ERRADO – Na minha desprezível opinião, o capitalismo realmente não deu certo em termos de justiça social, oportunidades iguais e meritocracia. Seus resultados são desumanos, abomináveis. Mas o comunismo também não deu certo, teve de sofrer uma injeção capitalista na China e lá só sobrevive por ser um regime ditatorial.

O que dá mais certo, ainda com muitas imperfeições, é a social-democracia praticada nos países mais desenvolvidos da Europa. E não se trata de uma mera tese, mas de uma rude constatação na base do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano(, que nem pode ser discutida.

MENOS FILHOS – O problema das democracias mais avançadas é o egoísmo humano. Para se beneficiarem de uma vida melhor, com mais prazer e menos responsabilidade, os casais têm apenas um filho, as famílias são reduzidas. O resultado desse comportamento egocêntrico é a redução do número de habitantes e o aumento da imigração de trabalhadores não-qualificados, porque não há quem faça os serviços mais subalternos. 

Não foi por caridade, bondade ou humanidade que a Alemanha aceitou receber 1,5 milhão de imigrantes em apenas um ano. Mas a chegada dos trabalhadores (operários e serviçais) estrangeiros bagunça a social-democracia, porque os europeus não se misturam com a gentalha, Surgem os guetos, o racismo e a separação social, como ocorre hoje em muitas grandes cidades, onde se formam os chamados bairros “no go”, nos quais nem a polícia consegue entrar, como ocorre nas favelas cariocas.

Em alguns desses guetos as leis e os juízes são islâmicos, sob a religião que ameaça dominar a Europa, porque seus adeptos não praticam planejamento familiar e logo serão majoritários per capita.

MISCIGENAÇÃO – Neste mundo enlouquecido, o Brasil desponta como a nação racialmente mais misturada do planeta, como Martinho da Vila cantou no samba-enredo Quatro Séculos de Modas e Costumes: “Negros, brancos, índios / Eis a miscigenação / ditando a moda / fixando os costumes / os rituais e a tradição”.

E depois essa miscigenação incluiu os europeus (alemães, italianos, espanhóis, poloneses, austríacos, turcos etc.) e os asiáticos (sírios, libaneses, japoneses, coreanos, chineses etc), um fenômeno somente registrado nos Estados, onde a miscigenação é bem menor.

Agora, com os militares no poder, teremos uma chance de evitar as distorções neoliberais das ditaduras financeiras e caminhar rumo a uma social-democracia de verdade. Para que isso ocorra, é simples – basta o governantes esquecerem as ideologias e apenas fazer a coisa certa.

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P.S. –
 Se o governo Bolsonaro buscar realmente a coisa certa, logo sairemos da crise. Mas, se cair na armadilha do marketing neoliberal, entregando aos estrangeiros a exploração de nossas riquezas, o Brasil estará verdadeiramente liquidado.

P.S. Espera-se que os generais se lembrem do grande almirante Francisco Barroso: “O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever”. Apenas isso. (C.N.)

29 thoughts on “Bolsonaro e os generais precisam implantar uma social-democracia no Brasil

  1. Muamar Kadafi, o ex-ditador que doou para a campanha petralha com provas robustas fornecidas por Antonio Palocci.

    Dever-se-ia escrever um artigo sobre a obrigatoriedade da justiça em cassar o Partido dos Trambiques imediatamente !!!

  2. Sr. Carlos Newton, a social-democracia foi o que presenciamos até o presente momento pós-redemocratização do país (PMDB, PSDB, PT).
    Parafraseando Roberto Campos: “o capitalismo de livre mercado nunca deu as caras por estas bandas”. O Brasil sempre experienciou um proto-capitalismo, um capitalismo de estado.
    O que as pessoas querem é liberdade, inclusive se libertar de um gigantesco parasita social, chamado estado, que nada produz, atuando simplesmente como confiscador da riqueza alheia. O estado é um excelente ladrão e um péssimo amo.
    Somente com a liberdade econômica, sairemos deste lamaçal.
    Liberdade econômica nada mais é do que cada indivíduo ter o controle e o domínio sobre seu próprio trabalho e propriedade. Numa sociedade livre, os indivíduos são livres para viver, trabalhar, produzir, consumir e investir da forma que desejarem. Nos países livres, existe menor interferência do governo no que se refere às relações de trabalho, às movimentações de capital e ao comércio. Existe um esforço para que o estado atue como garantidor da liberdade e dos contratos e não como controlador de empresas, trabalhadores e negócios.

    Existe uma relação direta entre a liberdade econômica e uma série de indicadores sociais e econômicos. Países livres costumam ter uma população mais saudável, ambientes mais limpos, maior riqueza per capita, maior desenvolvimento humano, menor grau de miséria. Maior grau de liberdade leva consequentemente a um maior grau de prosperidade.

    Existem 4 categorias principais para se medir o grau de liberdade econômica de um país:

    1- Estado de direito (direito de propriedade, integridade do governo e eficiência jurídica)
    2- Tamanho do governo (gastos governamentais, carga tributária, saúde fiscal)
    3- Eficiência regulatória (liberdade de negócios, de trabalho e monetária)
    4- Abertura do mercado (liberdade de comércio, de investimento e financeira)
    Quanto mais estes fatores são respeitados, melhor os agentes econômicos atuam e geram prosperidade.
    Consequentemente, os ricos ficam mais ricos (bilionários, trilionários), as pessoas de classe média ficam mais ricas (milionárias) e os pobres, se dispostos a trabalhar, conseguem, de maneira sustentável, ficar na classe média.
    A lógica é bastante simples: quanto mais dinheiro na mão das pessoas, menos dinheiro na mão do estado. Indivíduos ricos podem escolher o que consumir. A dependência estatal é gradativamente reduzida.

    Ranking de liberdade econômica:
    1- Hong Kong
    2- Singapura
    3- Nova Zelândia
    4- Suíça
    5- Austrália
    6- Irlanda
    7- Estônia
    8- Reino Unido
    9- Canadá
    10- Emirados Árabes Unidos
    11- Islândia
    12- Dinamarca
    13- Taiwan
    14- Luxemburgo
    15- Suécia
    O Brasil, ocupa, a gloriosa 153º colocação neste ranking elaborado com 180 países.

    Um abraço

      • Concordo, Sr. Carlos Newton, o capitalismo de compadrio nestas terras evoluiu ao ponto de políticos e grandes empresários confundirem público com privado. O povo brasileiro já não possui o mais alto padrão ético e moral, portanto com um estado controlador e regulador de tudo e de todos, inclusive dos órgão de controle dele mesmo (TCUs, STFs), a cleptocracia é o desfecho final de uma tragédia anunciada. Um abraço.

  3. “Ei vc aí, me dá mais dinheiro aí, me dá, me dá, me dá, não vai dar, não vai dar não, vc vai a grande confusão…” FALA SÉRIO, RENATO RUSSO, QUE PAÍS É ESTE ? Veja só a cara de bravo do novo ministro anticorrupção do Bolsonaro, mais um marajá do serviço público, mais um colecionador de soldos, salários e proventos$. E pensar que o coitado do meu finado e saudoso irmão, um super profissional da metalurgia, trabalhou a vida inteira desde garoto até morrer trabalhando, aposentado com apenas um salário mínimo. Bem diferente da situação do outro ai, só R$ 59 mil/mês ( 60 vezes mais que o meu irmão, super trabalhador), só R$ 26 mil acima do teto que é de R$ 33 mil. E daí, vai encarar ? Cuidado, hen meu, cala boca ai, hein, vc sabe com quem vc está falando, olha o tanque de guerra ai na porta de sua casa, hein ? Acorda gigante, bobão, e abra o teu olho. Esses tb, enquanto sócios-proprietários originais da república 171 dos me$mo$ tb não abrem mãos dos filés mas nem no pau, Juvenal, e o resto que se dane, que se virem com os ossos.” https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/10/18/general-heleno-ministro-bolsonaro-supersalario-recursos-publicos.htm?fbclid=IwAR186EUOk-o5BHja3QhKAS1FEXFzRu3gJl1W7NJGmfdBvViUSHnFgOjKQVI

  4. “O que dá mais certo, ainda com muitas imperfeições, é a social-democracia praticada nos países mais desenvolvidos da Europa.”

    Espero que não, social democracia é o que temos ai, é uma esquerda moderada. Chega de esquerda, é hora do Brasil conhecer o capitalismo com seu livre mercado e prosperidade.

    E o fato dos paises europeus ter natalidade baixa já deve servir de alerta que a social democracia, mesmo sob base do livre mercado, impoe um grande custo as famílias que são obrigadas a pagar altos impostos para manter o governo e ainda são obrigadas entregar seus filhos a educação do governo.

  5. O comunismo é fodorento, assassino, burro, ineficiente. A experiência russa mostrou isso: Stalin assassinou milhões, a capacidade criativa russa só deu certo na criação de armamento.
    Os USA, ao contrário, inventaram quase tudo o que temos de moderno no mundo. Nem vou citar GPS, internet, iphone, TV, iPad, o estudo do genoma humano, o telefone, o gramofone. Só faltou aos americanos inventar o pão de queijo mineiro.

  6. Não, amigo. O Brasil precisa de se organizar e se planejar. Não há planejamento desde o regime militar, com Reis Veloso no Ministério do Desenvolvimento. E todos os planejamentos convergem para a social-democracia. O “laisser faire” do neoliberalismo nos levará à servidão. Certa vez, conversando com Delfim Netto na Câmara, eu lhe disse que havia economistas que defendiam o “laisser faire” e ele deu uma gargalhada, pensou que eu estava de brincadeira…
    Abs.

    CN

  7. “Para que uma economia que faz uso maciço de políticas assistencialistas continue crescendo, sua produtividade tem de ser muito alta. E para a produtividade ser alta, seu capital acumulado já tem de ser muito alto. Apenas um alto grau de capital acumulado pode permitir uma alta produtividade. Ou seja, o país tem de já ser muito rico para adotar uma social-democracia duradoura. (Por isso, a social-democracia no Brasil ainda é impossível.)”
    https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2548

  8. Todos querem viver em um país com mais segurança, mas o que define a popularidade de qualquer governo é a economia.

    O PT começou a cair em 2013 quando a crise econômica se agravou e perdeu apoio popular e político. Se o que aconteceu depois foi manipuladora é outra História.

    As medidas mais urgentes que o próximo governante deve tomar e que não conseguimos ainda prever precisam ser na área econômica, pois a situação social, o crescimento da violência é muito explosivo e atinge a toda a sociedade.

    O apoio popular que qualquer governante tenha será temporário se não houver a reativação da economia, não apenas através de estatísticas, mas principalmente com a geração de empregos.

  9. PS disse tudo, uma Nação de natureza rica, sem igual no Mundo, e seu povo na pobreza e miséria, 14 milhões de desempregados significa: 60 milhões na rua da amargura.
    Que Deus nos ajude, mas façamos nossa parte de Cidadania Consciente, lembrando que a: Cada um segundo suas Obras, e pagarás até o último ceitil, é Lei divina, nos informada a 2018 anos, constante no Código da Vida – O Evangelho de Jesus, o Cristo.

  10. Social-democracia só existe com pouco estado e muita empresa privada para empregar a população. Tem o nome de capitalismo sério ao contrário da social-democracia, que na verdade é um capitalismo capenga, para não falar coisa pior.

    Social-democracia como fé no misticismo ideológico não funciona: Getúlio implantou isso e agora estamos pagando um preço alto pelo que vc propõe agora CN.

  11. O crime praticado pelos presidentes que tivemos, a irresponsabilidade absoluta, foi o descaso pela educação do nosso povo!

    Uma grande parte dos problemas que temos advém dessa educação medíocre transmitida, principalmente o desprezo pelos professores e comprovado pelos salários ridículos, muito aquém da dignidade de um mestre.

    Em consequência, temos mão de obra em abundância, mas carente em qualidade, especialidade, falta de técnicos, e Ensinos deploráveis no Fundamental e Médio, os esteios de profissionais que se notabilizam pelas suas capacidades posteriormente.

    Dito isso, a social-democracia defendida pelo Newton, por mim, e por pessoas que querem um povo bem assistido na segurança, saúde e educação, esbarra em problemas graves no país, em face da estrutura montada por incompetentes e corruptos!

    A Escandinávia, que serve como exemplo de social-democracia perfeita ou quase, arrebanha do cidadão quase 60% de impostos do que ele ganha de salário!
    Em compensação, o Estado lhe oferece qualidade no serviço público porque administrado com rigor, honestidade e parcimônia.

    Ora, bolas, o que acontece conosco?
    Qual tem sido a nossa característica maior nos últimos trinta anos?
    Isso mesmo, a corrupção, o roubo, a exploração do cidadão!

    Quanto menos estudos o povo tiver, torna-se mais fácil manipulá-lo, conduzi-lo, dar-lhe um benefício do Estado e deixá-lo contente!

    Não há como implantarmos uma aparência que fosse de social-democracia porque o trabalhador não ganha o suficiente para ter descontados do seu salário os impostos cobrados na Escandinávia.

    Muito menos temos a qualidade de serviços que lá existe, tanto nos professores, quanto nas instalações escolares, com bibliotecas, refeitórios, médicos, psicólogos, dentistas, áreas de lazer, de esportes, e até de descanso!

    Para nos aproximarmos da Escandinávia somente na Educação, Bolsonaro precisaria de vinte anos, e passando a construir CIEPS imediatamente, ao mesmo tempo que reajustaria os salários dos professores em dobro, e mantidos pelo governo federal!

    Saúde, segurança e educação não podiam ser estaduais ou municipais, porém federais, de obrigação do governo central!

    Ora, como exigir uma escola de qualidade, de professores dedicados, se percebem salários humilhantes, atrasados e sem reajuste há cinco anos!!!???

    Quanto mais discutir com essa sociedade de incultos e incautos, analfabetos absolutos e funcionais, a social-democracia!

  12. Todo comunista – depois de desmoralizado pela razão dos fatos -, propõe a social-democracia, que é uma espécie de comunismo requentado.

    Mas, social-democracia nós já somos cara pálida!

    Enfiamos os pés nessa jaca da social-democracia desde a nossa “constituição cidadã”.

    Você quer requentar novamente esse lixo?

    Mesmo comprovando que não está dando certo?

    O que falta para sermos a social-democracia, então?

    Não está dando certo por quê?

    Social democracia é um luxo besta que só pode dar certo em países cujo capitalismo puro os enriqueceu.

    Social-democracia só dá certo em países cujo PIB per capita é alto. Onde o capitalismo puro, isto é, onde o grau de liberdade econômica campeia, dando total condição da economia se auto-regular pelo mecanismo da OFERTA X DEMANDA, sem as mãos porcas do governo interferir. Esse fato, e não outro, cria condições de acumulação de riqueza de um país. Depois esse país pode se dar a esse luxo besta de se organizar sob a forma de uma social-democracia.

    Coloque isso na sua cabeça, Carlos Newton, de uma vez por todas: o Brasil é um país de economia organizada por governos keynesianos, governos esquerdistas, governos que teimaram em regular a economia, criando mecanismos de deformação do livre mercado, limitando o crescimento econômico, em benefício de cartéis e em prejuízo do mecanismo da livre inciativa. Isso fez do Brasil um país de economia limitada, pobre. O Brasil tem um PIB per capita de cerca de US$10,000,00. Isso é muito baixo. O Brasil é um país pobre.

    Não tem a menor condição da social-democracia dar certo aqui. Porque social-democracia só dá certo, repito, em países ricos. Que tem muita riqueza para repartir.

    Repartir miséria estabelecida por meio de governos keynesianos é a especialidade do Brasil.

    E vamos continuar assim se insistirem na mesma receita.

    Dizia Einstein: Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.

    Ora, pelo amor de Deus!

    Outra coisa, não confunda um governo que aproveita a sua arrecadação para fomentar a economia – investindo em infraestrutura e, até mesmo, em alguma indústria de base. – com governo que regula e se intromete da economia manipulando as políticas macroeconômicas para atender aos cartéis e reservas de mercados a empresas comensais de governos corruptos.

    Investir em infraestrutura não é keynesianismo é criar condições propícias para a geração de energia e logística suficientes para atender a inciativa privada.

    Simples assim.

    Esqueça a desgraça da social democracia. Precisamos de desfazer as amarras construídas por dezenas de governos keynesianos que nos precederam para criarmos as bases do mercado livre e da geração de riqueza que nos dará, um dia, a condição de termos, também, o luxo besta da social-democracia.

    • Excelente, Wagner Pires.
      Quando cada cidadão brasileiro puder sentir os ares do liberalismo econômico, vais pensar: como nós suportavamos viver sob a tutela de um estado burocrático, caro, ineficiente, perdulário, regulador, planejador, que determinava uma enorme distorção da economia. E criando tarifas protecionistas para tentar compensar a distorção que ele mesmo deu origem. E tudo para se manter viável.

  13. Acaba de ser divulgada nova pesquisa. Desta vez do DataPoder360. Bolsonaro aparece com 64% dos votos válidos e Haddad com 36%. Como sempre fazemos, adicionamos os valores a nossa matriz estatística para encontrar as equações que descrevem as trajetórias reais do eleitorado de cada um dos candidatos.

    A Equação de Tendência Ajustada e a sua representação gráfica para o eleitorado de Bolsonaro ficou assim:

    Yt = 54,4885 x (1,01372 ^ t). Onde (t) é o número de ordem da última pesquisa.

    Esta é a pesquisa de número (10). Portanto, substituindo, temos: Yt = 54,4885 x (1,01372 ^ 10) = 62,44. Que, arredondando, fica: 62%

    Como a margem de erro de estimativa das pesquisas é de 3%, somamos esse percentual à média encontrada (62%) para encontrarmos a faixa de oscilação do eleitorado de Bolsonaro.

    Assim, o eleitorado de Bolsonaro está oscilando entre 62% e 65%. Este percentual se refere aos votos válidos.

    Agora vamos avaliar a tendência dos votos válidos para Haddad, cuja equação e representação gráfica ficaram assim:

    Yt = 45,7525 x (0,98079 ^ 10) = 37,68. Que, arredondando, fica: 38%.

    Como a tendência de Haddad é de perder eleitores, ao invés de somar o erro de estimativa, subtraímos o erro, para achar a faixa de oscilação do seu eleitorado.

    Assim, subtraindo os 3% da média de votos válidos de Haddad, temos que os votos válidos de Haddad estão oscilando entre 38% e 35%.

    E qual a vantagem de Bolsonaro? Tomando as medidas de tendência central (médias), Bolsonaro com 62% e Haddad com 38%, chegamos a 24%. Essa é a vantagem de Bolsonaro. O equivalente a 25,7 milhões de votos!

    Fonte: Institutos de Pesquisa/DataPoder360

  14. Matriz de dados de Bolsonaro:

    DATA PERCENTUAL
    18/03/2016 7,0
    06/04/2016 8,5
    08/04/2016 8,0
    15/07/2016 8,0
    13/10/2016 7,0
    08/12/2016 9,0
    11/02/2017 12,0
    10/04/2016 12,0
    17/04/2017 19,0
    27/04/2017 16,0
    08/05/2017 21,0
    29/05/2017 17,0
    04/06/2017 13,0
    19/06/2017 15,0
    23/06/2017 18,0
    10/07/2017 21,0
    13/07/2017 13,0
    14/08/2017 27,0
    16/09/2017 20,0
    22/09/2017 21,0
    22/10/2017 18,0
    29/10/2017 25,0
    30/10/2017 17,0
    18/11/2017 25,0
    30/11/2017 22,0
    11/12/2017 23,0
    21/12/2017 23,0
    30/01/2018 20,0
    07/02/2018 17,0
    03/03/2018 21,0
    13/04/2018 31,0
    19/04/2018 22,0
    02/05/2018 21,0
    12/05/2018 21,0
    23/05/2018 24,0
    23/05/2018 12,0
    31/05/2018 25,0
    06/06/2018 23,0
    07/06/2018 19,0
    13/06/2018 22,0
    20/06/2018 22,0
    24/06/2018 17,0
    27/06/2018 22,0
    29/06/2018 21,0
    04/07/2018 23,0
    11/07/2018 24,0
    18/07/2018 38,0
    20/07/2018 14,0
    23/07/2018 19,0
    25/07/2018 23,0
    30/07/2018 24,0
    01/08/2018 22,0
    08/08/2018 23,0
    13/08/2018 24,0
    15/08/2018 23,0
    19/08/2018 19,0
    20/08/2018 20,0
    21/08/2018 22,0
    22/08/2018 23,0
    26/08/2018 24,0
    27/08/2018 21,0
    29/08/2018 23,0
    02/09/2018 26,0
    04/09/2018 22,0
    05/09/2018 23,0
    09/09/2018 30,0
    10/09/2018 24,0
    11/09/2018 26,0
    12/09/2018 26,6
    14/09/2018 26,0
    14/09/2018 26,0
    17/09/2018 33,0
    17/09/2018 28,2
    18/09/2018 28,0
    20/09/2018 28,0
    21/09/2018 28,0
    21/09/2018 26,0
    24/09/2018 33,0
    24/09/2018 28,0
    26/09/2018 31,2
    26/09/2018 27,0
    27/09/2018 30,6
    27/09/2018 28,0
    28/09/2018 28,0
    30/09/2018 28,2
    01/10/2018 31,0
    01/10/2018 31,0
    02/10/2018 32,0
    02/10/2018 38,0
    03/10/2018 32,0
    03/10/2018 32,0
    04/10/2018 30,0
    04/10/2018 35,0
    05/10/2018 36,0
    05/10/2018 34,9
    06/10/2018 40,0
    06/10/2018 40,0
    07/10/2018 45,0
    05/10/2017 55,0
    09/10/2018 54,0
    10/10/2018 58,0
    11/10/2018 59,0
    15/10/2018 59,0
    15/10/2018 59,0
    17/10/2018 60,9
    18/10/2018 60,0
    18/10/2018 59,0
    19/10/2018 64,0

  15. Matriz de dados de Haddad:

    DATA PERCENTUAL
    23/06/2017 3,0
    14/08/2017 5,0
    17/09/2017 4,0
    22/09/2017 4,0
    22/10/2017 2,0
    29/10/2017 7,0
    18/11/2017 5,0
    30/11/2017 3,0
    11/12/2018 5,0
    07/02/2018 2,5
    03/03/2018 2,9
    13/04/2018 19,0
    19/04/2018 7,0
    02/05/2018 2,7
    12/05/2018 4,4
    23/05/2018 3,0
    31/05/2018 8,0
    06/06/2018 3,0
    13/06/2018 2,0
    20/06/2018 3,0
    24/06/2018 2,0
    27/06/2018 2,0
    29/06/2018 6,0
    04/07/2018 2,0
    11/07/2018 2,0
    18/07/2018 2,0
    23/07/2018 3,0
    25/07/2018 2,0
    28/07/2018 5,0
    30/07/2018 2,8
    01/08/2018 2,0
    08/08/2018 3,0
    09/08/2018 6,0
    13/08/2018 3,8
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  16. Se cairmos neste papo furado de social-democracia vamos voltar ao tempo do FHC, estabilizou a inflação e ficou só nisto. A social-democracia já deu o que tinha que dar na Europa, este sistema não se sustenta no tempo. O verdadeiro crescimento econômico só se dá com o capitalismo, com a abertura do mercado interno ao Exterior, à concorrência e livres de tantas travas que, só são boas para os donos dos monopólios que hoje ainda existem entre nós.

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