Bolsonaro nunca falou tanto quanto agora sobre o risco de perder a eleição em 2022

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Jair Bolsonaro aparenta temer a disputa no segundo turno

Bruno Boghossian
Folha

Jair Bolsonaro nunca falou tanto sobre o risco de perder a próxima eleição quanto nos últimos meses. A campanha do presidente para desacreditar o sistema de votação com falsas suspeitas de fraude carrega o aparente receio de sofrer uma derrota nas urnas em 2022.

A aliança de Bolsonaro com o centrão e a redução dos atritos com outros Poderes diminuíram as chances de um processo para removê-lo do cargo antes do fim do mandato. Seu foco exclusivo de sobrevivência política passou a ser a reeleição.

TEORIAS CONSPIRATÓRIAS – Se tivesse a expectativa de uma vitória arrasadora em 2022, o presidente não precisaria alimentar semanalmente teorias conspiratórias sobre as urnas eletrônicas. Ele mesmo, afinal, já disse que venceu uma eleição que considera enganosa porque teve “muito voto” em 2018.

Aliados de Bolsonaro podem até manter a fantasia e alegar que a ameaça existe porque seus adversários devem ampliar a falsa fraude na próxima disputa. O mais provável, no entanto, é que o capitão tenha percebido que a conjunção de fatores da última campanha pode não se repetir e que ele talvez não tenha “muito voto” no ano que vem.

ESTÁ NO SEGUNDO TURNO – A popularidade de Bolsonaro cresceu durante a pandemia. Os 37% de aprovação registrados pelo Datafolha são confortáveis o suficiente para levá-lo ao segundo turno, mas ele sabe que precisará atravessar um ano pedregoso na economia para sustentar seus números.

O presidente lança alertas a seus seguidores sobre os perigos da derrota para evitar que eles se afastem. Com frequência, ele se compara ao argentino Maurício Macri. “O que o pessoal fez? Porrada nele o dia todo. O que aconteceu? Voltou a ‘esquerdalha’ da Cristina Kirchner”, disse.

Na reunião ministerial que expôs as entranhas do governo, em abril do ano passado, Bolsonaro deu pistas sobre seu temor em deixar o poder. “Se for a esquerda, eu e uma porrada de vocês aqui tem que sair do Brasil, porque vão ser presos”, declarou. “E eu tenho certeza que vão me condenar por homofobia.”

8 thoughts on “Bolsonaro nunca falou tanto quanto agora sobre o risco de perder a eleição em 2022

  1. #SOU LEÃO, DA PAZ, DO AMOR E DA MEGA-SOLUÇÃO, FECHADO COM DEUS, versus #FECHADOS COM BOLSONARO. Não vai ser nada fácil de livrar desse cara, que deu nó até na famigerada ditadura militar, que o tinha como embusteiro, que se viu louca para se livrar dele, e não achou outro jeito de jogá-lo pra fora do exército senão dando-lhe a patente de capitão, para ele não abrir o bico sobre os porões da ditadura, donde, ao que consta, saiu sob ameaças de que “se o jogassem aos lobos ele voltaria liderando o cardume”. E voltou, liderando um monte de bagres ensaboados. Não fizeram outra coisa senão jogar o sapo n’água, digo, na política partidária mais furada do que queijo suíço e mais suja do que pau de galinheiro, onde iniciou a carreira como vereador do RJ, por dois anos, promovendo-se ato contínuo a deputado federal, representante do povo carioca, na câmara federal, onde se instalou no famigerado baixo clero, onde permaneceu por 28 anos consecutivos, aprontando das suas e introduzindo os filhos no caminho das pedras preciosas, donde nunca mais saiu, e nem conseguiram tirá-lo, e donde saiu apenas para dar o bote na presidência da república, apresentando-se como candidato antissistema, que ainda diz ser, na cara dura, não obstante 32 anos consecutivos de mamação no erário, sem contar o período da caserna, sendo essa pois, a sua índole e a sua formação. Enganam-se, pois, os que imaginam que esse cidadão, pra lá de apegado ao poder e ao erário, de índole personalista, populista, autoritária, que de fato já cooptou a grande maioria das forças armadas, e que está armando os seus seguidores na cara de todo mundo para um possível conflito bélico entre irmãos, delirando com a possibilidade de liderar uma guerra civil, discursando que o erro da ditadura foi torturar ao invés de matar, e que tem em mente que precisa fazer o que a ditadura não fez e que implica em matar pelo menos mais uns 30 mil adversários, não obstante o Covid-19 já ter morto mais de 200 mil irmãos e irmãs, brasileiros, vai entregar o poder na moral. Não creio. E não se iludam, na base, não obstante tudo, as polícias militares dos estados e municipais, em grande medida, estão fechadas com ele, tenho observado e testado isso in loco, daí o sucesso da tal hastag jogada na rede pelos seus filhos: “Fechados com Bolsonaro”. E estejam certos de que a única hastag que ele teme é a “Sou Leão, Fechado com Deus”, porque nela estão inseridos a juventude, os antifas, a intelectualidade idealista, os indignados de Junho de 2013, enfim as pessoas lúcidas e conscientes deste país que não suportam mais o continuísmo da mesmice de 131 anos consecutivos. E ele sabe que é ai que reside a sua derrocada, e bem como do sistema podre inteiro, os quais estão esperando apenas ele tentar o golpe para que o contraponto, no caso antídoto, entre em cena e acabe com essa agonia que já dura 131 anos, à moda dissolução da união soviética.

  2. O Pinóquio está na mesma situação em que aquele palhaço americano estava no começo da pandemia, acreditava em uma reeleição sem fazer força. E quando os democratas escolheram um velhote senil para enfrentá-lo, aí já se achou reeleito. Então começou a meter os pés pelas mãos como o seu amigo Pinóquio, outro que a cada dia mais cai em descrédito junto àquele eleitor que tem só dois neurônios, que liga o Lé com o Cré na maior moleza. É esta gente que o Pinóquio não engana mais, e esta gente forma a maioria do eleitorado. Ou o Pinóquio para de mentir, coisa de difícil de quem faz a mentira uma das suas razões de viver, a outra é defender os interesses da familgia, ou nem para um segundo turno vai.

  3. Este coiso deveria ter sido eleito é para uma vaga em um hospício judiciário e ficar bem amarrado e amordaçado até se curar destas imbecilidades todas…
    Credo !

  4. O problema não é ser de esquerda ou de direita, a questão é não roubar e ser eficiente. Macri foi de uma incompetência absurda e a esquerda voltou com o competente Alberto Fernandez e a Argentina retornou ao crescimento. O Brasil caiu de joelhos com a roubalheira generalizada e péssima gestão dos governos PT / PMDB / Centrão e agora está começando a deitar na lona com a incompetência de Bolsonaro e seu Chicago Boy. Como todo o Brasil está consciente do que foi a gestão dos PTralhas e seus coligados, esperamos que surja alguém da direita moderada e com capacidade para comandar o Brasil, hoje com força junto ao povo só vejo Sergio Moro.

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