Brasil é o 23º no ranking da covid, mas o contágio e as mortes estão em viés de alta.

Carlos Newton

O site Poder360 publicou importante matéria, mostrando que na quarta-feira da semana passada (dia 20), o Brasil ultrapassou a marca de 1.000 mortes por covid-19 a cada milhão de habitantes, um índice que coloca o país na 23ª posição do ranking mundial. Em 31 de outubro de 2020, o Brasil ocupava o 4º lugar, mas outras nações menos populosas passaram a ser mais atingidas na segunda leva da pandemia.

A Bélgica era o país onde a covid-19 mais mata em relação ao tamanho da população. São 1.762 mortes por milhão de habitantes.

SUPERNOTIFICAÇÃO? – A Bélgica ocupava as primeiras posições dessa lista desde abril, auge da primeira onda de covid-19 na Europa. Naquele mês, 46% das mortes pela doença ocorreram em hospitais e 53%, em lares de idosos. Mas a grande parte desses óbitos não tinha confirmação de que foram causados pelo coronavírus, levando à hipótese que possa ter havido excesso de notificação na Bélgica, que acaba de ser superada por Portugal, que nesta quarta-feira assumiu a ponta da mórbida tabela.

No Brasil, a proporção de vítimas por milhão de habitantes voltou a avançar rapidamente em momento que a pandemia entrou numa fase com mais casos e mortes no país. 

O Rio de Janeiro é o Estado brasileiro com mais mortes, proporcionalmente. Se fosse um país, ocuparia o 2º lugar no ranking mundial. Em seguida, aparecem Amazonas e Distrito Federal. Já Minas Gerais é a menos mortal unidade da Federação, mas ontem bateu o recorde de mortes num só dia.

CENTRO-OESTE – Quando se consideram as regiões, a Centro-Oeste é a mais mortal pelo coronavírus: 1.161 mortes por milhão de habitantes. A região Sul tem a menor taxa, 838.

Em números absolutos, só os Estados Unidos têm mais vítimas que o Brasil. Essas estatísticas  reforçam a importância de cuidados especiais, como rigor no isolamento, na higiene e no uso de máscaras, inclusive em contato com pessoas da família ou vizinho.

Infelizmente, porém, não é isso que se constata no Brasil, a única nação onde o chefe do governo faz questão de não usar máscara em público. Portanto, a tendência do país é crescer o contágio, como continua acontecendo.

6 thoughts on “Brasil é o 23º no ranking da covid, mas o contágio e as mortes estão em viés de alta.

  1. Bom dia pessoal! O pior vírus atualmente é o BozoVirus logo a seguir vem o corruptovirus. Nenhum laboratório dá jeito, só o povo nas ruas após a imunização. Corja de vagabundos!!!

  2. Não é possível confiar nos números. Aqui ainda temos subnotificação…
    Além de muito pouca testagem, contratos de seguro afasta o pagamento no caso de morte decorrente de pandemia. Então, alguns pedem para não informar Covid no óbito.

  3. Os testes de PCR dão muitos falso positivos, a OMS falou que devem ser feitos dois para confirmar em pacientes que apresentam sintomas. Vejam que isto foi dito no mesmo momento que o José Bidê ganhava o crachá para entrar na Casa Branca. Coincidência, agora o número de infectados vai diminuir, Será que a imprensa vai falar que é por causa da vacina????

    • Está sabendo de nada (hein!?)

      RT-PCR
      PCR-lamp
      POCT-PCR

      Todos esses tem confiabilidade acima de 90%.

      Testes imunológicos por sorologia – estes sim – têm grau menor…

      Mas todos os testes podem ser prejudicadosse manipulados incorretamente.

      Aliás, num artigo científico informa que cada um tem um período mais adequado. Então, a questão é a correta utilização.

  4. Enquanto isto o prefeito reeleito de Curitiba mandou baixar a guarda, agora bares e restaurantes vão poder voltar a atender domingo. A irresponsabilidade dos ditadores locais, prefeitos e secretários de saúde vai ditando o ritmo das novas contaminações. Muita gente vai morrer a espera da vacina.

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