Carlos Bolsonaro se nega a homenagear Mourão na Câmara de Vereadores do Rio

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Emocionado, Mourão recebeu o título de cidadão honorário do Rio

Deu em O Globo

O vice-presidente Antônio Hamilton Martins Mourão recebeu nesta segunda-feira (17) a medalha Pedro Ernesto e o título de cidadão honorário do Rio de Janeiro na Câmara de Vereadores da capital. A homenagem ocorreu sem a presença do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro.

Ele saiu no meio da tarde antes mesmo do vice chegar e não falou com a imprensa. A homenagem foi solicitada por Jimmy Pereira, integrante do mesmo partido de Mourão, o PRTB. Ele é suplente do vereador Paulo Messina (PROS). Em fevereiro deste ano, Carlos chegou a assinar a moção de homenagem. No entanto, meses depois ele fez duras críticas públicas ao vice. Em especial, após a viagem de Mourão aos EUA.

ELOGIOS AO RIO – Ao lado da mulher, Paula, o vice-presidente discursou e fez elogios ao Rio. “Venho trazer a grande mensagem do governo do presidente Bolsonaro. A mensagem de fé, de que não temos que estar em depressão, que vamos superar as dificuldades” – disse o vice.

“Considero desde muito tempo essa cidade como minha segunda terra” – disse Mourão, ao falar do carinho que possui pela cidade.  “ Quem anda pelo Centro respira história”.

Mourão lembrou que veio morar na cidade em 1961. Lembrou de vitórias e derrotas do Flamengo e de sua experiência no Maracanã. “Torcedor é torcedor” – disse. “Nossa família foi muito feliz aqui”.

Há poucos dias, Mourão também recebeu o título de Cidadão Emérito de Porto Alegre.

IMPRENSA BARRADA – A imprensa teve diversas restrições para acompanhar o evento na Câmara de Vereadores e, segundo a assessoria da vice-presidência, apenas oito cinegrafistas e fotógrafos puderam acompanhar a cerimônia pública no plenário. Alguns jornalistas que tentaram credenciamento para o evento tiveram o pedido negado com a justificativa de que só iriam ser autorizados cinegrafistas ou fotógrafos.

O repórter do jornal “Folha de S. Paulo” foi o único autorizado a entrar no plenário. Mesmo os pedidos para acompanhar a cerimônia da galeria foram negados. A assessoria alegou que faltava espaço para que outros jornalistas pudessem acompanhar o evento. No entanto, as imagens feitas durante a homenagem mostraram espaços vazios no plenário.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Mais uma descortesia (ou grosseria) de Carlos Bolsonaro. Na primeira vez que Mourão assumiu a Presidência, quando o presidente viajou, o vereador Zero Dois assumiu uma sala no Planalto e começou a “despachar” com deputados federais do PSL, para provocar Mourão. O fato é que Zero Dois é infantil, patético e nada republicano, parece julgar que voltamos à monarquia e ele se tornou príncipe-regente. (C.N.)

7 thoughts on “Carlos Bolsonaro se nega a homenagear Mourão na Câmara de Vereadores do Rio

    • Ei andreBuRrão, explica esse teu trauma contra a familia do Presidente. É coisa de chifre? Ou de amor não correspondido?
      Explica esse ódio, estamos curiosos para entender esse trauma…

  1. Ora, ora, ora…Olha quem esteve na Rússia, Dilma Rousseff, acompanhada de Gleisi Roffmann, fizeram uma visita — secreta — à Rússia há cerca de dez dias. Ambas estiveram em Moscou entre os dias 4 e 5 de junho, para uma reunião “abafada” com o Partido Comunista Russo. Ou seja, “casualmente” 5 dias antes de Glenn Greenwald publicar a bomba semiótica “#VazaJato”

    Nenhum veículo de comunicação no Brasil noticiou, nem as comunistas brasileiras anunciaram em suas redes sociais, elas só não contavam que fontes russas informariam os brasileiros desta movimentação atípica do Partido Comunista Russo com as Comunistas Tupiniquins.

    Parece que as coisas começam a fazer sentido, afinal, #PavãoMisterioso trouxe à tona o hacker russo Evgeniy Mikhailovich Bogachev também conhecido como Slavic, o hacker mais procurado do mundo e a serviço do serviço secreto russo.

    Uma coisa é certa, nem Dilma nem Gleisi devem saber falar russo, muito menos efetuar pagamentos em criptomoedas.

    Conforme relatado nos posts no Twitter o pagamento feito a Slavic foi de 84 BTC que foram convertidos para US$ 308 mil e enviados para um banco no Panamá, convertido para Ethereum e de lá para contas na Rússia e China.

    http://duma.gov.ru/en/news/45218/

  2. Carlos Marchi (via facebook)

    Em cinco meses, Jair transformou seu governo em catacumbas da política.

    É tão ruim, tão ruim que perto dele Rodrigo Maia está virando um estadista.

    Maia disse hoje que foi uma tremenda covardia demitir Joaquim Levy desse jeito.

    Declaração perfeita. Foi uma deselegância, uma grosseria.

    Levy era diretor do Banco Mundial. Foi chamado pelo governo para presidir o BNDES. Deixou o cargo em que estava.

    Nas naturais conversas antes da nomeação combinou um estilo de gestão. Levy é cumpridor de tratos.

    De repente, do nada, Jair começa a dizer que está pelo pescoço com ele.

    Ora, um presidente tem de ter autoridade e hombridade. Está pelo pescoço? Demita antes de dize-lo. Olho no olho.

    Mas não fique fritando e humilhando o sujeito em público.

    Um desastre completo esse Jair. O Brasil virou catacumbas.

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