De Mercadante a Eros Grau

Margarida Albano de Albuquerque
“O senhor acredita mesmo que o presidente Lula queria continuar no governo? E as três opções que o senhor colocou, prorrogação geral dos mandatos, referendo ou simplesmente nova eleição não seria exagero anti-lulista? Desculpe, não sou lulista, mas o senhor parece ser contra ele. Acertei?”

Comentário de Helio Fernandes
Não precisamos nos definir, Margarida. Temos o direito de discordar um do outro, e os dois da política do presidente Lula. Na Tribuna impressa e aqui, minha orientação foi sempre baseada em duas palavras: INFORMAÇÃO e OPINIÃO. Continuo acreditando nisso. Adoro informação e, baseada nela, não fujo da opinião.

Antonio Osório do Amarante
“Queria voltar ao assunto da sua grandeza em relação ao senador Mercadante e a falta de credibilidade dele no discurso irrevogável-revogável. O senhor acha que ele será reeleito para o senado em 2010? Desculpe, mas gostaria de me orientar, e isso, orientação, encontro com o senhor, mesmo quando discordamos.”

Comentário de Helio Fernandes
Osório, tinha quase certeza que ao elaborar a minha do discurso que fez para 6 senadores, Mercadante imaginou a eleição para a desejada volta ao Senado. Sua posição já estava difícil, dentro e fora do PT. São 2 vagas por estado, portanto, 54 senadores têm ou terão o mesmo problema de Mercadante. No PT, pode até obter a legenda, mas o partido não votará nos dois ao mesmo tempo.

Fora do PT, precisa enfrentar Geraldo Alckmin, que já foi prefeito, governador e candidato a presidente, só será derrotado se houver nova conjugação Serra-Kassab contra ele.

Por outra frente, Orestes Quércia, que já foi vice, depois governador e senador, “dono” do PMDB, aliado de Serra e “disque Quércia para a corrupção”, é praticamente invencível. Em alguns casos, UMA VAGA e muito melhor do que DUAS. É a questão.

Alda Menezes
Falam muito que o Ministro Eros Grau é um excelente “poeta erótico”. Você poderia pedir ao Millor para definir o que é isso?”

Comentário de Helio Fernandes
Vou tentar passar tua pergunta a ele. Só que o Millor é um profissional requisitadíssimo. Lógico, definiria magnificamente. “Poeta erótico” é privado ou estatal?

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