Desligamento de irmão de Geddel de fundação do PMDB é um sinal da delação

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No Planalto, já era esperada a delação de Geddel

Juliana Braga
O Globo/Coluna Lauro Jardim

A entourage do Palácio do Planalto tem estranhado o afastamento dos familiares do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Afrísio Filho, irmão de Geddel, pediu em julho o desligamento da Fundação Ulysses Guimarães, onde exercia o cargo de tesoureiro.

O outro irmão, Lúcio Vieira Lima, também anda sumido. Desde que o bunker de Geddel foi descoberto, Lúcio não atende nem telefone.

Para auxiliares de Michel Temer, o afastamento é sinal da intenção de Geddel Vieira Lima de iniciar tratativas para uma delação premiada.

Após ter visto frustrada sua tentativa de garantir o silêncio do doleiro Lúcio Funaro, avaliam auxiliares palacianos, Geddel viu como única alternativa contar o que sabe.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Confirma-se o que já era esperado. Antes mesmo de voltar a ser preso, Geddel já estava preparando a delação premiada, que vai ser um verdadeiro festival. Um dos irmãos dele, Lúcio, é deputado federal pelo PMDB-BA e o apartamento dos R$ 51 milhões estava emprestado a ele e não a Geddel, cujas digitais foram encontradas nas notas. Mas será que a perícia já procurou também digitais do deputado Lúcio Vieira Lima naquele extenso latifúndio monetário? (C.N.)

4 thoughts on “Desligamento de irmão de Geddel de fundação do PMDB é um sinal da delação

  1. Deu Valor: A retomada da economia? Para quem mesmo?

    Os rendimentos da classe A (1,5% da população com renda maior que R$ 17.286/mês) cresceu 10,3% acima da inflação, no primeiro semestre, comparada a igual período de 2016,

    Quem ganha até R$ 2.302 mensais (65,2% das famílias) tive uma perda real de 3,15%, mesmo com a redução dos índices inflacionários.

    Para a classe C e B, crescimento: 1,06% e 0,69% de ganho real.

    Na classe A, “um em cada quatro são empregadores,” e sua renda está ligada aos lucros das empresas, que ” buscam retomar o padrão histórico de lucro antes de reajustar salários de empregados”.

    O velho “fazer crescer o bolo antes de reparti-lo” que jamais funcionou.

    https://goo.gl/Fu2upf

    Agora esta explicado de onde vem o apoio a Temer.

  2. Fora do assunto.

    Joesley é um cara poderoso e que manda mesmo. Pelo nome, ele é a lei. Se tratado na segunda pessoa do singular (tu) e se for chamado de “jô”, veja no que dá:

    “Jo és lei”. E é mesmo.

    Está intrigante essa história. Vejam só.. Foi regalia ou coincidência?

    Joesley, desde que o ministro Fachin decretou sua prisão, não foi procurado, apanhado e nem preso em São Paulo por meio de diligência da Polícia Federal, como aconteceu e acontece com todos os outros corruptos que tiveram as prisões decretadas. Trinta e seis horas depois da decretação ele, Joesley, é que se apresentou à Polícia Federal de São Paulo. Foi no seu carrão, uma Hillux Prata e com ele entrou nas dependências da PF paulista.

    E o que se viu no dia seguinte foi Joesley, numa Hillux Prata, sendo comboiado pelas viaturas pretas, com distintivos e sirenes da Polícia Federal, no percurso desde a sede da PF de São Paulo até o avião da PF que estava estacionado no aeroporto de Congonhas. E da Hillux Prata Joesley desembarcou, deu alguns passos e entrou no avião da PF. Já o outro, o Saud, também preso, acompanhou o mesmo cortejo, mas dentro de uma viatura da Polícia Federal.

    Daí a indagação: A Hillux Prata que levou Joesley da sede da PF de São Paulo até o aeroporto de Congonhas é a mesma que Joesley usou para se entregar à Polícia?. Se for, então Joesley é um privilegiado. Se entregou à PF quando quis, no seu próprio carro e no próprio carro foi levado da PF até o aeroporto. Que luxo!. Também, pudera, o ministro Fachin, no decreto de prisão de apenas 5 dias (prisão provisória), ordenou que a prisão de Joesley fosse diligenciada com “discrição”. Ou seja, discretamente.

    Já se não for o mesmo carro, então a Polícia Federal tem um Hillux Prata igualzinho ao de Joesley. É um detalhe que passou despercebido. Não se lê nada, não se ouve nada sobre essa fato. Será que os jornalistas não viram isso?. E mais: Joesley já teve o cabelo raspado como todos os presos têm. Embora considere uma violência contra qualquer preso, a prática deve valer para todos.

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