Desperdício de dinheiro, delírio de “informação”

Todos os jornalões badalaram, eufóricos e participantes: “Em 2009, o Brasil recebeu mais de 28 BILHÕES DE DÓLARES, recorde absoluto”.

“Menas” verdade. Entraram no Brasil realmente, mais de 28 bilhões. Só que não vieram para INVESTIMENTO e sim para jogatina nas Bolsas. Ganharam fortunas, não criaram um emprego, não arriscaram, as perdas seriam  impossíveis, no nível a que chegou a Bovespa.

Quando começou a CRISE FINANCEIRA, que se transformaria em CRISE ECONÔMICA, o índice Bovespa estava em 73 mil e 500 pontos. Venderam, é claro, ficaram esperando.

Veio caindo, caindo, chegou perto de 32 mil pontos, compraram com esse dinheiro fácil, sem imposto, na ida e na volta. Agora esse índice chegou a 70 mil pontos, que maravilha viver.

Principalmente os Fundos, “administrados” por bancos, tiveram lucros extraordinários. Remetem uma parte do dinheiro para o exterior, o lucro deixam aqui, rendendo 8,75% contra 0,50% nos EUA. Onde está o INVESTIMENTO tão retumbado?

PS – Paul Getty foi o homem que mais ganhou fortunas nas Bolsas. Interrogado, como é que fazia para ganhar sempre, respondeu: “Muito simples. Sempre COMPRO na baixa e VENDO na alta”. Os profissionais de hoje continuam fazendo o mesmo que fazia o segundo homem mais rico do mundo.

PS2 – Quem era o mais rico de todos? John D. Rockefeller, odiado mas catastroficamente rico. Seu poder começou a diminuir a partir de 1903, quando o presidente Theodore Roosevelt (o tio e não o próprio) começou a combater os monopólios, liderados por John D. e J. P. Morgan.

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