Devido ao afastamento, senadores querem usar caso de Chico Rodrigues para blindar o Legislativo

Charge do Glauco (Arquivo do Google)

Gerson Camarotti
G1

Assustados com a decisão do ministro Luís Roberto Barroso de determinar por 90 dias do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado com mais de R$ 30 mil em sua roupa íntima, senadores agora tentam usar o caso para blindar de forma mais ampla o Legislativo.

“O clima geral é de anulação da decisão do ministro Barroso e levar o caso para análise no Conselho de Ética”, disse ao blog um senador que está acompanhando de perto a reação na Casa.

AUTOPROTEÇÃO – Apesar do desgaste do episódio, o espírito de autoproteção entre os senadores tem pesado mais nessas últimas horas. Há um temor generalizado com a volta do ambiente que tomou conta do Congresso Nacional no auge da Operação Lava Jato, onde parlamentares entraram no foco das investigações.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), terá que levar a decisão de afastamento de Chico Rodrigues ao plenário rapidamente. “É uma decisão cautelar. E uma medida judicial precisa de deliberação do plenário do Senado”, disse o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Ao Blog, alguns senadores citaram a manifestação pública do senador Plínio Valério (PSDB-AM), nesta quinta-feira, dia 15, como uma espécie de sentimento majoritário da Casa.

CONSELHO DE ÉTICA – “O Senado tem seu Conselho de Ética, órgão para julgar e se for o caso, afastar mandato de senadores. Não estou entrando no mérito e defendendo o senador Chico Rodrigues, mas ministro do Supremo não tem competência coisíssima nenhuma para afastar um senador da República. Um absurdo!”, escreveu Plínio Valério no Twitter para em seguida acrescentar:

“O senador tem que ser processado e julgado no Conselho de Ética do Senado, órgão constitucional para isso. Absurda a decisão do ministro Barroso, mais uma vez querendo aparecer. O Senado sim, tem competência constitucional p afastar ministros do STF em casos de abusos de suas funções”.

 

23 thoughts on “Devido ao afastamento, senadores querem usar caso de Chico Rodrigues para blindar o Legislativo

  1. Comentei ontem sobre essa questão do afastamento do senador, que descobriu uma nova maneira de levar dinheiro roubado, entre as nádegas.

    O espírito de corpo dos parlamentares entrou em cena, e nada acontecerá ao larápio dado a satisfações sexuais heterodoxas.
    Até o senado decidir, o ladrão continuará recebendo seus proventos milionários, e a decisão de Barroso vai para a cesta de lixo do congresso.

    Se todos nós estamos sob a égide de um conjunto de leis, quero crer que poder algum tenha o seu próprio, que o imunize daquele que rege a sociedade como um todo, independente de quem se trata e onde exerce as suas funções.

    O senado tem a obrigação de acatar a ordem do poder Judiciário, e não contestá-la, alegando que o senado é quem julga e decide o comportamento do parlamentar em questão.

    Ora, ora, as leis não são para ser cumpridas?
    Como que o parlamento quer se rebelar à lei?
    Que história é essa de o legislativo ter o seu sistema judicial, onde aquele que baliza o comportamento do povo é deixado de lado?

    Que poderes tem o senado de julgar e punir?
    Tal função é da alçada do Judiciário, e não do legislativo.
    Agora, essa reação do senado com relação ao acontecimento sui generis dessa semana, um senador flagrado com dinheiro enfiado no cofrinho, retrata o cinismo e a hipocrisia do parlamento:
    A justiça julga e condena o povo; quanto ao parlamento, a casta do legislativo, esta é independente da Constituição e normas gerais.

    Os ladrões cresceram seus tentáculos.
    Quero ver cortá-los agora, pois alcançam áreas alheias sem qualquer pudor.
    Aliás, conforme inventaram essa modalidade do transporte de numerário, ou seja, exatamente no lugar como definimos o parlamento:
    na merda!

    • Bendl, bom dia.
      Recordando um caso: as buscas no gabinete do Senador José Serra pela PF, há pouco tempo, foram suspensas porque o Presidente do STF da época, Dias Tófoli, assim decidiu.
      Estaria configurada a inviolabilidade do gabinete de um senador?
      Comparando as situações, se é possível, o dinheiro do Chico não estaria mais protegido se guardado em seu gabinete?
      Ou seu espaço já estaria lotado?

      Tire-me a dúvida, se puder, porque parece que a mídia não se atentou para o fato.
      Um abraço, saúde e paz.

      • Prezado Jared,

        Boa tarde,

        Vou tentar responder a tua pergunta.
        Antes, o meu agradecimento pela deferência que me distinguiste, ao enviar o teu comentário diretamente a mim.

        Vamos lá:
        Em princípio há uma confusão:
        Se a PF não pôde fazer buscas e apreensão dentro das dependências do senado ou nos gabinetes dos senadores porque o presidente do STF à época, Toffoli, acatou pedido do presidente da câmara alta, da mesma forma não poderia entrar na casa do senador;

        No entanto, se as decisões do STF são acatadas pelo legislativo quando lhe convém, a questão se volta contra o senado da mesma forma:
        Por que não aceitar a ordem do Supremo quando não lhe convém?

        Se o gabinete do senador é inviolável ou imune de nele se fazer busca e apreensão, concordo que o dinheiro lá depositado ou guardado seria “imexível”, como disse certa feita um ministro.
        Mas, Jared, como ele faria para levar o dinheiro e gastá-lo?

        A verdade é que os parlamentares se julgam intocáveis, imunes e impunes às regras, leis e até mesmo sobre a Constituição.

        O legislativo não pode ter para si um sistema que seja independente do judiciário, pelo fato de a própria Constituição não permitir que infra-leis preponderem sobre a Carta Magna.
        Se todos somos iguais perante a lei, a pergunta seria por que não o parlamento?

        Nada consta que as dependências do congresso ou os parlamentares sejam imunes às normas que todos nós estamos sujeitos, à mercê do estipulado.
        Fosse assim, o poder legislativo não poderia “legislar”, pois estaria promulgando normas que o povo teria de cumprir, menos os parlamentares!

        Haveria um poder absolutamente independente do pais, e não dos demais, executivo e judiciário, mas do Estado, Nação, País e Pátria.

        Ora, absurdo, inaceitável, a má fé estaria evidente e saltaria aos olhos de todos.
        A reação dos pares do senador pego em flagrante com a mão na botija, perdão, com o dinheiro no cofrinho, advém da forma como o congresso “quer” ser tratado pelo povo, e demais instituições:
        que os parlamentares são honestos, probos, então não podem passar por constrangimentos.

        Na verdade, os que reagiram, têm plena consciência que uma devassa no congresso e todos iriam para a cadeia!
        Tanto os culpados como os que sabiam das falcatruas de seus pares e nada fizeram!

        O ar de surpresa, espanto, de irresignação com a determinação de Barroso, é meramente teatral, pantomima da grossa, um espetáculo deprimente.

        Observa:
        O parlamentar não pôde ser preso, pelo fato de a sua imunidade parlamentar impedir uma ação legal da Polícia.
        – Cabe ao senado – dizem os senadores.

        Nesta sintonia, um candidato eleito recebe carta branca para agir como quer e pretende, pois inatacável, inimputável, intocável.
        Definitivamente, o legislativo é contra a democracia; subverte-a aos seus caprichos e desejos, ao seu modo e planejamento, de sempre ter mais poderes e direitos que a população e demais poderes.

        Só não trabalha para o povo; não formula leis que auxiliem o povo.
        Legisla em causa própria, rouba, explora e manipula, e não pode sofrer as consequências dos crimes que pratica.

        Queres a ironia ou o estágio que nos encontramos perante o legislativo?
        Só o congresso é que pode reformular as leis, logo, tiremos da cabeça que um dia nossos parlamentares irão se submeter às leis que eles fizeram para nós, a plebe, a ralé.

        Tu sabes que não sou advogado, que sequer tenho curso superior.
        Dito isso, espero que eu tenha te respondido às questões.
        Sei que posso estar errado, mas é a minha interpretação a respeito.

        Pela falta de conhecimentos, sigo a lógica, a justiça, o equilíbrio, menos as exceções, as particularidades, privilégios, que caracterizam nosso poderes hoje em dia.

        Forte abraço.
        Saúde e paz.
        Te cuida, Jared., pois já registramos 154 mil mortos!
        Os americanos, 230 mil!!!
        Os dois países que mais fizeram propaganda da cloroquina!

  2. “O senador tem que ser processado e julgado no Conselho de Ética do Senado, órgão constitucional para isso.” – Só queria lembrar aqui que o senador do dinheiro na cueca (para não dizer noutra coisa) é justamente um dos membros desse Conselho de Ética… Que, me parece, perdeu a sua credibilidade depois deste “incidente”. Como dizia o poeta Juvenal, “Quis custodiet ipsos custodes”?

  3. Bom dia , leitores (as):

    Senhores Gerson Camarotti ( G1 ) , Carlos Newton e Marcelo Copelli acontece que no Brasil o ” INSTITUTO DA IMUNIDADE PARLAMENTAR ” é literalmente usado para cometer os mais diferentes crimes , com o agravante , do que os próprios Ministros/Juízes do Supremo Tribunal Federal – STF contribuíram para tal abuso , ao abrirem mão de suas prerrogativas da ” PALAVRA FINAL ” , dando-lhes de forma criminosa a prerrogativa de julgarem seus próprios pares , independentimente dos crimes cometidos pelos parlamentares .

  4. sem pressão, sem povo na rua, sem ações propositivas e duras, eles não mudarão nada!
    O câncer está lá dentro! Não será curado com aspirina e nem com hidroxicloroquina.
    É preciso entender que, fomos nós, o povo brasileiro, que criou os monstros! E estamos alimentando-os faz muito tempo.
    Só nós, o povo, podamos resolver esta situação.
    Fallavena

    • Hum, não seremos nós os monstros também ? Em verdade, muitos que escrevem fariam pior ainda se lá estivessem. Um de vocês disse que da maioria ruim não virá uma amostra boa. E é verdade. O povo é corrupto, o povo é venal e o povo é também pusilânime.
      Muitos criticam, não por terem alguma solução prática, mas para se lamentarem não terem alguma boquinha também.

      Moço (não desrespeitando, não sei sua idade), até na agressividade o muçulmano é mais coerente: se o governante/político faz mal a seu povo, o islâmico se embrulha com uma bomba e se explode junto com o governante/político. Aqui, o filha da puta assalta – e, às vezes, mata – o trabalhador que nada tem a ver com o problema.

      Não é um povo execrável ?

      • E só vai às ruas para ser simpático à causa LGBT (e olha que não é obrigatório). Até para protestar não presta: desde quando ficar batendo panela no apartamento impede alguma coisa ? Só se for a necessidade de dormir de alguém.

        • Grupos buscam ser favorecidos, respeitados naquilo que desejam. E isto tem sido fácil, pois fácil é reunir pessoas nas suas causas.
          Quero dizer com isto que, a maioria do povo brasileiro não tem organização e nem causas comuns!
          A minoria organizada sempre vencerá a maioria desorganizada e conseguirá alcançar seus objetivos, mesmo aqueles que venham a prejudicar a maioria da sociedade. Os exemplos estão ai, basta querer vê-los!

      • Voco, não sei seu nome, também.
        Eu ainda não toquei na índole das pessoas, pois estas estão escondidas!
        Falo e comento as ações, os feitos e os resultados.
        Só saberemos que farão melhor ou pior, quando fizerem. Mas tem muitos que vem errando o tempo todo e escolhendo sempre os mesmos que erram.
        Culturas diferentes, ações e reações diferentes!
        Se somos uma democracia, temos de exigir responsabilidade de cada um.
        Os erros sempre começam por um ponto. Localizado o ponto incial pode-se buscar soluções. O que não é correto e não surte efeito é corrigir pela metade ou o que já está certo.
        Erram aqueles que acham que as soluções brotarão de apenas algumas cabeças. As propostas, sim.

        • Em um certo ano – 1995, se não me engano – o governo francês quis mexer na Previdência. A França inteira parou: trabalhadores, estudantes, todos. Mas por quê pararam os estudantes ? Porque sabiam que amanhã eles iriam pagar a conta ! Aqui, por mais que o sujeito pague, em seu futuro está reservado um teto, sempre inferior a qualquer militar, juiz, político e alguns outros servidores públicos, excetuando-se muitos professores e as merendeiras.

          Acabaram com os servidores públicos – para satisfação de todos aqueles reprovados em concursos públicos, se bem que alguns não querem merda alguma mesmo. Quem confiará amanhã em um médico do serviço público ?

          Também obrigaram os não servidores a trabalharem até 65 anos, sem levar em conta que, ao passar de quarenta anos, o desgraçado vira jogador de futebol, está velho , não presta, dirão.

          E o que fez esta garotada ? Protestou ? Não, ficam criticando em seus grêmios estudantis, treinando para um dia serem votados pelos “seguidores”.

          Suponha, moço, que você, por dever cívico, apresente uma proposta maravilhosa e o povão lhe eleja presidente. Ao primeiro desencontro com os outros poderes, você – constitucionalmente – invocará seus eleitores, que lhe responderão: “Problema seu, eu votei em você para que resolvesse os problemas. Se fosse para eu ajudar, eu mesmo me candidataria”.

          Mas, pode deixar, isso nunca acontecerá: eles votarão naquele que mais mentir.

          • Voco
            Povo no poder não pode abandonar quem elegeu, ainda mais quando se compromete a cumprir o que prometeu. Eleger alguém é assumir mútuo compromisso. Fico imaginando: Bolsonaro traiu milhões de eleitores, não cumpriu compromissos importantes e continua com milhões de eleitores o idolatrando. Alguns milhões já o abandonaram. Quem continua seguindo-o não dá valor a palavra e aos compromissos assumidos. Neste caso, o primeiro a ter traído é o próprio eleitor, traindo a si mesmo!
            Amigo, hoje candidato sério tem sérias dificuldades de vencer!
            A câmara e o senado, com todas as mudanças, demonstra isto. Mesmo mudando, mudaram errado!
            Eleitor que não sabe o que faz, não sabe porque fez produz isto que ai está.
            O responsável é o dono do voto, é sua escolha e sua forma de agir e pensar. Se assim não for, para que dar-lhe o direito de votar?
            Abraço
            Fallavena

      • Não, Voco, não é execrável.

        Agora, deste a solução correta para o povo brasileiro ser mais coerente, necessariamente inconformado com essa política deplorável e deletéria:
        tratemos de explodir o congresso!!!

        Vamos dar cabo do parlamentar;
        eliminemos a corja de ladrões.

        Eu topo o desafio, e tu?
        Espia só, eu me identifico, e afirmo que eu vestiria um cinto com bomba, e dar a minha vida para o povo e país.
        Tu me seguirias nessa guerra santa?
        Nessa jihad?

        Se eu tiver mais companheiros ou usarmos um caminhão com dez toneladas de dinamite, e passar em frente ao congresso e detoná-lo, sou motorista!
        Quero o caminhão com a carga explosiva, e ofereço a minha vida em sacrifício para consertar essa lambança!

        Meu nome taí, no comentário.
        Não tenho medo, aliás, aprendi no Exército DO MEU TEMPO, dar a vida à Pátria, quando ela precisasse.
        No entanto, uma andorinha não faz verão.
        Quantas me acompanhariam nesse voo eterno??!!

        SOU VOLUNTÁRIO!
        Conto contigo, Voco?

        • Voco, esqueci de te perguntar:

          Tu me garantes as virgens como recompensa pelo meu ato heroico?

          Caso contrário, lamento, mas estarás comigo na boleia do caminhão, e constataremos se, de fato, existe outra vida além dessa.

          • Em verdade – parodiando o Cristo – vos digo: estou. Mas tenha certeza de que membros deste mesmo blog irão nos denunciar. É o torpe instrumento da “delação premiada”. Em meu tempo, dizia-se: “alcaguete merece cacete”.

            Quanto às virgens, estamos com um problema de entressafra …

  5. Então pensemos em outros modos para efetivar essa ideia brilhante que tiveste:
    precisamos ter uma guerra santa!

    Temos de criar a nossa jihad, e darmos início à limpeza no Brasil para sempre.

    Eu precisaria de 50 patriotas, um certo dinheiro, e gente com vontade de resolver.
    Não haveria guerra, revolução, o povo lutando entre si, nada.
    Apenas e tão somente um plano efetivo e fácil de ser aplicado.

    Não precisaríamos das virgens, até pela incerteza, e nos fazermos em pedaços, mas os que merecem.
    Aliás, venho escrevendo sobre essa ideia há tempos.

    Tá difícil encontrar quem tenha sangue nas veias, e não vinho tinto e suave, ainda por cima!

    • Brincadeiras à parte, eis um fato curioso, que me marcou e transmito a meus filhos:
      Sendo uma criança, mas já sabendo ler, consultei o contracheque de meu pai, funcionário público com curso superior. Era de 22.000 cruzeiros. Não tinha ideia do valor do dinheiro e perguntei a meu pai se havia salários maiores ou menores do que o seu. Ele respondeu que o maior ele não sabia, mas que não havia salário inferior a 19.000 cruzeiros, era proibido. Veja bem moço: meu pai, servidor público, tinha um salário que era o mínimo acrescido de menos que 16% !!! Digo a meus filhos que não havia esta disparidade de salários antes !

      E o que temos hoje em dia ? Um mísero vereador, que só serve para dar nomes a logradouros públicos e aprovar as contas do prefeito ganhar 1000% a mais. Ou mais que isso. Em seguida, vem o dep estadual e o dep federal, ganhando mais ainda. Depois, governadores, prefeitos, senadores, líderes do governo, líderes da oposição, líderes da puta-que-pariu ! Esqueci das malditas “verbas de gabinete”, mães das rachadinhas que todos fazem e agora querem atribuir a meia dúzia.

      E os juízes ? Um amigo de Brasília diz que tomou conhecimento de juiz do TJDFT ganhando 500.000,00 mensais ! Trata-se de “direito adquirido”, segundo julgados deles mesmos.

      Esqueci alguma classe: oh, os militares. Estão agora felizes como nunca. Por quê o Congresso não estrilou ? Por causa de seus próprios salários ?

      Agora, diz-me, moço: a quem irá essa massa estúpida apoiar ? Eu e tu ou os poderosos endinheirados que irão recompensá-los regiamente ?

      PS: se fizerem um plebiscito com estas execráveis criaturas (o povo) indagando se concordam com a extinção das forças armadas, burramente dirão que sim. Duvidas ?

      • Voco
        Assim, concluímos que, para o Brasil tem salvação: é trocar o povo!
        O país tem tudo do bom e do melhor, menos povo.
        E as próximas gerações, aquelas que alguns se iludem ou tentam nos iludir dizendo que serão melhores, arcarão com nossas culpas e omissões.
        Para a parcela de idiotas que trabalha, paga impostos e luta, diariamente, pelo futuro seu, dos seus e de outros, jogue a cartada final: em 2022, temos de eleger um projeto de país!
        Fallavrena

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