E se essa coisa que se chama “nosso governador” chegasse a presidente?

De um leitor que pede anonimato:
“Imagino que aqui não seja o melhor lugar para fazer as colocações abaixo, mas, infelizmente, não encontrei outro.

Talvez por morar em Belo Horizonte, não ouço falar nada (pelo menos através da imprensa “oficial”) dos mandos e desmandos do nosso governador e da sua trupe burlesca.

Acho que seria interessante – e altamente desejável – que os jornalistas que residem e trabalham fora das alterosas pudessem entrar em contato com jornalistas mineiros idôneos e funcionários públicos dispostos a ajudar a desmacarar essa pouca vergonha que se instala por estas bandas.

Imagino que todos por aqui ainda devam permanecer incógnitos, já que a fúria vingativa da trupe burlesca e seu comandante é bastante conhecida por nós mineiros.

Fico só a imaginar o que aconteceria se essa coisa que se intitula nosso governador viesse, algum dia, a se tornar presidente do Brasil. Não sei como as pessoas de bem se sentiram quando o nazismo apareceu na Alemanha, mas eu sinceramente consideraria me mudar para a Venezuela. Com certeza eu teria mais liberdades.

PS: não sei como eu poderia ajudar, já que todas as pessoas que eu converso e proponho trazer a público as informações que recebo, simplesmente me brindam com um sonoro “não”… O medo de represálias é enorme, e altamente preocupante…”

Comentário de Helio Fernandes:
Não posso censurar ninguém, principalmente com as tuas credenciais. Vi teu correio eletrônico, conversei com pessoas que transitam com você, irrefutável. Além  do mais, o “silêncio-silencioso-e-sigiloso” da comunicação (praticamente toda) sobre o governador é supreendente.

E não é apenas a comunicação de Minas, mas também a do Rio. É bem verdade que o governador, eleito e reeeleito em Minas, não sai do Rio. Só que fora do Rio e Minas, apesar da intensa movimentação, ninguém conhece ou se interessa por Aécio Neves. Obrigado pelas informações.

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