Em protesto ensaiado contra chanceler venezuelano, Damares abandona reunião da ONU

Ministra saiu quando representante de Maduro começou a falar

Deu no O Globo

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, abandonou a sala da reunião do Conselho dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, na Suíça, em forma de protesto contra o governo da Venezuela de Nicolás Maduro.

Damares deixou a reunião assim que o representante da Venezuela, Jorge Arreaza, começou a falar, nesta terça-feira, dia 25. Representantes do Itamaraty que acompanhavam a ministra também deixaram a reunião.

PLANEJADO – A ministra planejou o protesto. Ela entrou na sala apenas minutos antes do início do discurso Arreaza e abandonou o local assim que o representante venezuelano começou a falar. O protesto da ministra foi filmado por sua assessoria de imprensa.

Na segunda-feira, Damares falou sobre a Venezuela em discurso na reunião da ONU. Ela disse que o Brasil atendeu a mais de um milhão de cidadãos daquele país que buscavam refúgio em razão da crise humanitária.

“Estamos particularmente preocupados com as centenas de crianças que chegam desacompanhadas ao Brasil. Elas precisam de uma perspectiva de vida livre e saudável, algo que lhes foi violentamente retirado pelo regime ilegítimo e autoritário de Nicolás Maduro. Reitero, com tristeza, nossa preocupação com as persistentes e sérias violações de direitos humanos cometidas na Venezuela”, disse a ministra.

9 thoughts on “Em protesto ensaiado contra chanceler venezuelano, Damares abandona reunião da ONU

  1. País é povo com governo em um território.

    Cuba não é um país.

    Venezuela não é um país.

    São ditaduras comunistas.

    Possuem território e governo, mas não tem povo.

    Morte ao comunismo.

  2. A atitude de Damares foi para agradar o Trump e o fã de carteirinha do Trump.
    Disse que maduro é um governo ilegítimo, mas apoia o Guaidó que não foi eleito presidente , mas se alto denomina presidente.
    Não estou em defesa do Maduro, mas a falta de bom senso da nossa ministra.

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