Erro inexplicável

Valmor Stédile:
“Neste texto foi cometido um pequeno engano, onde dá a entender que a mulher de Leonel Brizola teria falecido à época em que o irmão Jango exercia a Presidência da República: “Como a mulher de Brizola, (irmã do presidente João Goulart) já morrera, não havia mais parentesco”. Dona Neusa faleceu em 1993, portanto 30 anos depois da polêmica que originou o slogan ‘Cunhado não é parente, Brizola pra presidente’.”

Alexandre de Oliveira Brito:
“Caro Helio Fernandes! Dona Neusa Goulart Brizola faleceu muitos anos depois. Quando seu marido já era governador do Rio de Janeiro.”

Roberto Abranches:
Não sei como você pode se enganar. Em 1993, estive com você no velório de Dona Neuza. Acontece…”.


Comentário de Helio Fernandes:

Todos (e outros que telefonam ou se comunicam de diversas maneiras) certíssimos. É dessas coisas inexplicáveis. Como lembrou o Roberto Abranches, eu estive no velório. Foi no Palácio Guanabara, pois Brizola era governador. Obrigado a todos, como tenho dito, escrevam sempre, contestem.

De qualquer maneira, Brizola não discutia “o fim do parentesco”, e sim a “inexistência” do parentesco. E não foi isso que o impediu de ser presidente e sim o golpe de 1964.

Já escrevi na Tribuna de papel: “Gostaria de ver Lacerda e Brizola chegarem a presidente. Poderiam não cumprir o que eu esperava, mas tinham todo o direito de pretender esse cargo. E sem a DITADURA e sem a REEELEIÇÃO teriam chegado”.

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