Esportivas, observadas e comentadas

“Classificação” da França

Protesto, revolta e inconformismo com o gol do Henry que eliminou a Irlanda. Todos os que viram o jogo no campo ou na televisão não podem aceitar a decisão do presidente da Fifa: “Não podemos anular o jogo”. Nem precisava, bastava anular o gol, expulsar o jogador e continuar dali.

Não foi um lance duvidoso, como acontece geralmente em impedimento, quando o auxiliar “vê” dez centímetros dificílimos. A mão foi visibilíssima, o jogador confessou e pediu desculpas, a Irlanda perde anos de trabalho, de esforço, de esperanças para ficar fora da Copa dessa maneira? (E o Supremo Tribunal Federal não se manifesta, com um voto de mais de 3 horas do ministro-advogado Gilmar Mendes?).

Mundial de Futebol de areia

Em Dubai o Brasil obteve o tetracampeonato verdadeiro. (4 vezes seguidas). E invicto. Esperavam a final com Portugal (que já ganhou um título), mas foi com a Suíça, que disputava pela primeira vez. Surpresa: a presença de Ricardo Teixeira, imensamente gordo. (Fisicamente e na conta bancária).

Flandrade, Fladriano, Flakovic, sem
o título, pelo menos por enquanto

Foi a primeira e grande oportunidade de liderança. Não ganhou do Goiás, decepcionou a multidão que lotou o Maracanã. Joguinho monótono. No estádio, quase 80 mil frustrados, decepcionados, assustados. Fora os milhões pelo Brasil.

São Paulo perdeu, ficou na mesma situação

Era o único que não dependia de ninguém. Bastava ganhar os 3 jogos. Não ganhou, os outros também não. Agora, se ganhar os dois que faltam, campeoníssimo.

E o Palmeiras, com um técnico de 700 mil reais?

Jorginho, o interino, deixou o time em primeiro lugar. Muricy manteve quase o campeonato inteiro. Nas últimas 10 rodadas, entregou tudo. Quem sairá primeiro? Muricy ou Belluzzo?

Tristão, o matemático triste

Errou em quase tudo. No início, vá lá, era quase adivinhação, pouco de projeção. Mas na semana passada, garantiu: “Para ser campeão, o time terá que marcar 72 pontos, com 71 será difícil”. Pois o único que poderá chegar a 68 é o São Paulo. Para isso precisa vencer os dois jogos. Flamengo 67, Internacional 65, Palmeiras idem.

E o rebaixamento?

Na 15ª rodada, registrei: “O Sport será o primeiro rebaixado”. Foi. Na 18ª: “O Fluminense está na série B, precisa ganhar os 9 jogos que faltam”. Ganhou mesmo, além de 4 na Sul-americana. No ritmo em que vai, não perde.

3 rebaixados, 4 tentam
permanecer na série A

Sport, Náutico e Santo André vão para a série B. Não é vergonhoso. Coritiba, Atlético do Paraná, Botafogo e Fluminense tentam continuar no que chamam “elite do futebol”. Pode ser fora do campo. Dentro. Não existe elite, a mediocridade domina e encarcera todos.

Copa dos Campeões de Vôlei:
Brasil três títulos seguidos

Venceu todos os jogos e com total autoridade. Como dizem comentaristas criativos: “O Japão vendeu caro a derrota”. Além de melhor time, outras pre4miações para brasileiros. Melhor jogador, Giba. Melhor libero, Serginho. Melhor levantador, Bruninho.

“Botafogo, Glorioso”

O título vale para a atuação do time. Jogou com garra, determinação, venceu e quase dá a liderança ao Flamengo. E o título é também o do livro de Roberto porto, um dos jornalistas mais participantes do futebol. Foi editor da Tribuna impressa, meu amigo, referência de sua geração. O lançamento é hoje, às 7 da noite, na Saraiva do Rio-Sul. Imperdível para botafoguenses e não-botafoguenses.

Mário Sergio Pontes de Paiva

Jogador, comentarista, treinador, sempre com atuação marcante. Pegou o Internacional quase no final. Está em terceiro, disputando o título ou uma vaga na Libertadores. Merece.

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