Esportivas, observadas e comentadas

Brasil e Argentina: nem guerra nem paz, futebol sem destaque

Tudo que badalaram sobre o jogo, não aconteceu. E houve um fator fundamental: praticamente todos os jogadores das duas seleções atuam na Europa, às vezes no mesmo clube, não teria sentido a violência que não poderiam explicar.

A classificação estava garantida

Nem isso teve maior importância, o Brasil jamais deixou de ir a uma Copa. E a partir das eliminatórias “todos contra todos”, ficou muito mais fácil.

O sofrido Maradona

Não dava para ganhar, a não ser que ainda tivesse condições de entrar em campo. Escalou o melhor que podia, as instruções eram as óbvias, o que fazer se nem o Messi entrou em campo? O maior destaque foi para Veron, veteraníssimo.

Torcemos para a classificação da Argentina

O Brasil ia bem com 2 a 0, quando a Argentina fez o primeiro, um golaço de Dátalo, poderia haver reação. Mas 2 minutos depois Luiz Fabiano fez seu segundo gol, (também golaço), acabou tudo. Torço para a Argentina ir à Copa, sem ela perde um pouco do interesse.

Aberto dos EUA: Nadal dificilmente será campeão

Número 1 invencível e absoluto, foi derrubado por uma tendinite. Ficou 70 dias parado, voltou, está longe da melhor forma. Ontem teve que ser medicado no abdômen, passou o tempo todo dando massagens na região. E visivelmente com cara de dor, acelerou para fechar em 3 sets.

Kaká melhor do que Maradona?

Só mesmo ele, (ele mesmo) poderia dizer um disparate desses. O jogador brasileiro está obrigado a se desdizer para renascer.

Homens e mulheres do Kenia, ganharam
a meia maratona do Rio

Transformaram a pobreza em consagração mundial. Obrigados a correr 3 quilômetros da casa para o trabalho e outros 3 do trabalho para casa, resolveram capitalizar a miséria.

Tudo pela coletividade

Ganham provas no mundo todo. E empregam o dinheiro para melhorar vida de muita gente, e principalmente promover a renovação. Por isso, todos os dias surgem quenianos vencedores. Assim, maravilha viver.

Sharapova, recordista contra

Jogando com uma adversária de 17 anos, venceu o primeiro set, “apenas” 3 duplas faltas. Perdeu os dois sets seguintes, fazendo mais 19 duplas faltas. Culpa do treinador. Como ela faz muito desses erros, cabia a instrução: se perder a primeira bola, a segunda, simplesmente coloca na quadra.

Carlos Alberto, do Vasco

O time perdia por 2 a 0, mas o capitão jogava bem. Um pênalti a favor, empatou a partida. No segundo pênalti, o árbitro aceitou a catimba do goleiro, Carlos Alberto jogou a bola em cima dele. Que aliás saiu três dias antes. Devia ter repetido a cobrança. O capitão, mais uma vez expulso.

Surpresa no Aberto dos EUA

Rodick era franco favorito, mas perdeu para Isner. 5 sets, 78 games, 3 horas e 51 minutos. Do alto dos seus 1 metro e 98, Isner fez 35 aces nesses 78 games. Prodigioso.

Flunimed e Sport REBAIXADOS com 15 rodadas de antecedência

Não têm salvação. Tendo “conquistado” até agora, 25% dos pontos, precisam 60 por cento dos 45 que disputarão. O time das Laranjeiras se quiser ficar na série A, na base de orações, deve apelar para o papa e não para missa de 20 pessoas no Corcovado.

7 clubes podem descer para a série B em 2010

Esses sofrerão jogo a jogo. Tendo obtido por volta de 30 por cento dos 69 pontos disputados, precisarão entre 45 e 50 por cento para escapar. No momento é impossível tirar 2 do total de 7. (Ou até 9).

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