Eu, medo do Bolsonaro? Depois de Sarney, Collor, FHC, Lula, Dilma e Temer???

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Dos sete, o único presidente de verdade foi Itamar Franco

Francisco Vieira

Primeiro tivemos o José Sarney, o homem que queria congelar a “lei da oferta e da procura”, que se dispôs a mandar a Polícia Federal caçar bois no Pantanal de helicóptero e que introduziu o PMDB na vida da prostituição e os brasileiros na superinflação… Depois, tivemos o Fernando Collor, o caçador de maracujás, usurpador do patrimônio privado que estava nos bancos e único dono da razão, assessorado por quadrilhas de coronéis intelectuais e que colocou a nossa economia nas mãos da primeira “Dilma” da nossa Nova República…

Aí veio o outro Fernando, que queria que a moeda brasileira valesse o mesmo que o dólar pelos restos dos tempos e que, ao contrário do seu sucessor, comprou o Congresso e pagou à vista, na hora, em dinheiro vivo e que não só foi preso porque estava blindado pelo Brindeiro e por um Supremo corrupto…

LULA E DILMA – Depois apareceu o Lula, irmão gêmeo ideológico do último Fernando, que emprestou muito dinheiro e tirou milhões de pessoas da pobreza e do Terceiro Mundo, sem que nenhum dos novos ricos precisasse estudar ou ter aprendido alguma nova profissão e, por fim, resolver imitar o seu antecessor e comprar o mesmo Congresso, as mesmas prostitutas do PMDB que já tinham sido compradas antes. A diferença foi que desta vez preferiu pagar “mensalmente”. Como queria fazer a mesma coisa que o seu irmão, achou que ainda não tinha aparecido nenhum juiz nesta Zorra e acabou na cadeia…

A seguir, tivemos a “gerentona” Dilma Rousseff, sempre de topete erguido como o de uma gansa choca em um quintal de patos; quando os seus serviçais eram indagados sobre esse rabujo, diziam que a sua arrogância e pouco tato com pessoas eram originários do fato dela ser uma “administradora” eficiente, uma “intelectual” que sacrificara a simpatia humana em prol da impessoalidade da máquina para bem gerir a Petrobrás…

ME PREOCUPAR? – Finalmente, veio o Michel Temer, acompanhado da quadrilha do MDB.  Portanto, repito o que o cartunista Alfred. E. Newman sempre dizia: “Eu, me preocupar?”

Eu, me preocupar com o Bolsonaro, depois de passar trinta anos tendo a vida, a economia, a saúde, a segurança, o transporte, controlados pelos governantes acima mencionados – até o país chegar aonde chegou?

26 thoughts on “Eu, medo do Bolsonaro? Depois de Sarney, Collor, FHC, Lula, Dilma e Temer???

  1. Um candidato que declara os EUA como modelo a ser inspirado, não é um candidato a ser levado a sério e que mereça ocupar a presidência da república.

  2. Toda pessoa minimamente normal se inspira nas pessoas boas, de sucesso. Nos melhores.
    Assim também ocorre com dirigentes de nações que procuram se inspirar nas melhores.

    Já, se inspirar em Cuba como fez a Venezuela e isto está também no programa do PT…..

    • EUA é melhor em que?
      Na sua busca pela “liderança mundial” age desrespeitando soberania e atraindo para si ódio de grupos.
      Conquistou o posto atual graças ao passado de conflitos em outros países, que impulsionou bem suas indústrias. Até hoje suas armas estão servindo para assassinatos em confitos regionais.
      É o único país do mundo que lançou duas bombas atômicas em população civil de um país, devastando duas cidades.
      Nação que ainda revela forte racismo, especialmente representado na ação policial – único aspecto bem semelhante à sociedade brasileira.

    • Prezado Camilo, o honrado presidente ITAMAR FRANCO não merece ter o nome citado com os desses LACAIOS DA CORRUPÇÃO, por isso foi deixado, propositalmente, fora do ROL DA SAFADEZA da “Nova República”.

      Abraços.

  3. A coisa chegou onde chegou, devido ao fato do FHC ter traído o Itamar Franco.
    A estratégia combinada, era o Itamar ajudar na eleição do FHC, e este depois retribuir o favor a Itamar.
    Se tivesse cumprido o combinado, jamais o PT teria chegado ao poder e a história teria sido diferente.
    Perdemos a chance de ter um verdadeiro estadista no planalto, tivemos que suportar um “Narciso”, que alem de tudo ainda foi o responsável direto pela eleição do lula.
    O FHC, antes de qualquer ato que ainda possa fazer na política, deveria ir até o túmulo do Itamar, se ajoelhar e pedir perdão pela traição.
    O castigo veio logo em seguida, pela própria mão do PT, que relegou o tucano, ao ostracismo.
    Agora o “Andrade” quer seu apoio, que ele deveria dar.

  4. Com toda certeza, é muita derrota para um país só. Dilma foi o ápice. Por ser intelectualmente desprovida, acabou fora do oba-oba com o dinheiro público. Pode não ter usufruído, mas recebeu a fama mesmo assim. Ficou livre do processo, mas não da fama de má gestora. Dela e Lula, abundam vídeos na rede tamanha quantidade de asneiras que já proferiram no cargo de mandatário da nação, para desespero de quem sente vergonha neste país. Até neste ponto o mito se fez presente. A mídia internacional nunca fez pressão direta para que um mandatário, por pior para o país que fosse, não fosse eleito. Se Bolsonaro, será realmente a solução dos nossos problemas, não há bola de cristal que possa dizer, mas pelos exemplos anteriores, jamais poderá ser pior que com Haddad. Não há necessidade de bola de cristal para saber disso. Bolsonaro vai precisar manter a guarda alta para não ser seduzido e se cercar de gente séria e responsável para não ser traído pelas costas.

  5. O Leão da Montanha ruge, mas é manso.

    Ao perguntar o porquês que os Estados Unidos são melhores do que nós, faltou-lhe a devida visão histórica por um lado e, do outro, a nossa realidade, a brasileira.

    Não há necessidade de se aprofundar nesse tema, basta que comparemos as nossas indústrias com as de lá, o nível de vida dos americanos com o nosso, o comércio, as oportunidades de emprego, as universidades, as escolas e suas qualidades, rodovias, ferrovias, túneis, viadutos, elevadas, pontes, metrôs, a produção agrícola e pecuária, a poderosa indústria de medicamentos, logicamente, as FFAA americanas, a melhor do planeta!

    Sem qualquer xenofobia ou ufanismos falsos, precisamos ser isentos nesse aspecto.

    O povo em si não é melhor, somos iguais no mundo inteiro.
    No entanto, a diferença está nos governos, nos tais homens públicos, onde os de lá dão de relho nos nossos corruptos e incompetentes parlamentares, governadores e presidentes da República!

    Quanto ao uso que fizeram das duas bombas atômicas sobre o Japão, Hiroshima e Nagasáki, em 45, alguns estudiosos afirmam que esta medida atroz encurtou a guerra com os japoneses em dois anos, que mataria muito mais gente do que os artefatos ocasionaram.
    Outros, dizem que os americanos mostraram aos russos o seu potencial de guerra, em face do término da Segunda Guerra na Europa em maio, e o crescimento da União Soviética e seu comunismo mundo afora.

    Agora, faz-se mister também publicar que, nas guerras, salvo os povos que foram perseguidos e exterminados, como o que aconteceu com os judeus, o genocídio nazista, todos têm suas culpas em cartório.

    O Japão, por exemplo, quando decidiu se expandir, invadiu a Manchúria, China, e o que se viu deixaria os SS dos campos de concentração com vergonha, diante da brutalidade que os nipônicos foram para cima dos chineses.

    Experimentos com seres humanos que os japoneses consideravam “científicos”, o dr. Mengele ficaria encabulado!

    Evidente que não estou justificando o uso das bombas no Japão, até porque proibido esse tipo de armamento nas Convenções de Genebra, mas trazendo à tona que houve pecados e dos dois lados, Eixo e Aliados.

    Agora, se os Estados Unidos não fossem uma nação para se viver melhor do que este país, perguntemos às centenas de milhares de brasileiros que moram lá nesse momento, as razões pelas quais saíram do Brasil.

    Repito:
    Os americanos não são melhores do que nós, como pessoas, como seres humanos, mas são incomparavelmente melhores como país!

    Pelo menos, os americanos não queimam a sua bandeira, e não cantam outros hinos que não seja o deles!

  6. Excelente texto. Com certeza, existem máfias e corrupção nos EUA, como aqui, mas lá eles são unidos em seu patriotismo. Eles tiveram que lidar com as diferenças dos que foram para lá em um sonho de vida melhor. A base de sua sociedade permaneceu. Com toda intolerância, racismo institucionalizado, eles se adaptaram aos novos tempos e sua sociedade permaneceu. Quanto a bomba, nas mãos de Hitler, a vida como a conhecemos não existiria.

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