Fernando Collor está cotado para substituir Ernesto Araújo nas Relações Exteriores

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Charge do Duke (O Tempo)

José Carlos Werneck

Desde a tarde desta quarta-feira, circula insistentemente em Brasília a notícia de que o ex-presidente da República e atual senador Fernando Collor de Mello, do PROS de Alagoas, está sendo cogitado para substituir o chanceler Ernesto Araújo no ministério das Relações Exteriores.

Há semanas, muitas críticas envolvendo o ministro Ernesto Araújo ganharam força dentro e fora do governo, com o embaixador sendo considerado o pior ministro pelo Congresso Nacional, superando até o ex-chanceler petista Celso Amorim, mas o presidente Jair Bolsonaro sempre se manteve inabalável em sua convicção de mantê-lo no cargo.

FORTE ALTERNATIVA – Mas agora o presidente parece ter se curvado às críticas e estaria disposto a trocar o ministro, e o nome de Fernando Collor apareceu como uma possível e forte alternativa.

A vertente política do governo está sugerindo ao presidente da República esta mudança no Itamaraty, para que a pasta das Relações Exteriores, importantíssima em meio ao processo de negociações por vacinas e insumos para o combate à Covid-19, tivesse um político com visibilidade no cenário internacional à sua frente.

Essa troca sempre foi rechaçada por Jair Bolsonaro, que tem no atual chanceler um de seus principais apoiadores.

BRIGA COM MOURÃO – O apoio ao nome do ministro Ernesto Araújo já foi até motivo de divergências dentro do Governo, tendo Bolsonaro criticado o vice-presidente Hamilton Mourão, por ter cogitado a saída do ministro.

Na época, o presidente afirmou que não precisava de “palpiteiro” e disse que, “se alguém quiser escolher ministro, se candidate em 22 e boa sorte em 23”.

E não foi apenas Hamilton Mourão que levantou dúvidas sobre a permanência do ministro Ernesto Araújo no MRE. Diversos, auxiliares do presidente criticaram o ministro como um dos responsáveis pelo atraso na campanha de vacinação, citando os recorrentes ataques a outros países, notadamente, a China, como sendo um dos principais obstáculos à urgente e necessária imunização maciça contra o coronavírus, de que o Brasil tanto necessita.

15 thoughts on “Fernando Collor está cotado para substituir Ernesto Araújo nas Relações Exteriores

  1. “Agora vai: os robôs bolsonaristas nas redes subiram a hashtag “Ninguém mexe com Ernesto” para tentar salvar Ernesto Araújo, o oscilante chanceler que foi surrado pelos senadores ontem e pediu a bênção a Arthur Lira hoje.

    Nesta quinta (25) à tarde, a hashtag está entre os assuntos do momento no Twitter brasileiro. Força, guerreiros.” (Antagonista)

    Mas não tenho visto os robôs perambulando por aqui.

    Devem estar com as barbas de molho.

  2. Vou excluir a conduta de Collor quando presidente do Brasil, e seu ato de maior violência contra o cidadão, o maldito confisco da poupança e do dinheiro em contas correntes bancárias do povo;
    Vou excluir seus envolvimentos em escândalos financeiros envolvendo carros importados com impostos atrasados;
    Vou excluir o seu nome de estar atrelado ao petrolão, através de escolhas de diretores que tinham como finalidade desviar dinheiro da estatal;
    Vou ter de excluir muita coisa, como se percebe.

    Mas, entre esse “chanceler” que afirma a Terra ser plana, e não tem o menor pudor de sair dizendo essa asneira, Collor dá de relho em se tratando de conhecimentos, cultura, sua larga bagagem no Executivo quanto no Parlamento, poliglota, presença elegante, e um ex-presidente que, acusado de corrupção, o STF o inocentou.

    Diante da escassez de nomes competentes, Bolsonaro apelar para Collor ser o chanceler brasileiro, surpreendo-me por esta visão do atual presidente, que terá um ministro de Relações Exteriores à altura do que estamos precisando neste momento.

    E comento à vontade sobre essa opção de Collor ser escolhido, e torço para que se realize.
    Fui um dos críticos mais cáusticos de Collor na TI!
    Arranjei encrencas da grossa, troca de ofensas, palavrões, um verdadeiro fiasco.
    Mas, o tempo me obriga a analisar melhor e com mais visão o passado. Collor errou, e feio. Mas, não é somente ele que cometeu falhas graves, mas todos os que lhe sucederam.

    Sem eu querer comparar administrações, torna-se difícil escolhermos a pior de todas ou o pior presidente.
    Ora, se todos foram ruins e deixaram a desejar, inclusive e principalmente Bolsonaro, aplaudo a sua escolha pelo experiente senador por Alagoas.

    Ninguém fará pior do que o ex-chanceler nesta função, e que está de saída para a felicidade geral da nação.
    Collor se encaixará como uma luva neste trabalho, pois carrega consigo uma vasta experiência de governo e legislativo que, se bem utilizada, o Brasil voltará a ser respeitado como foi um dia com outros chanceleres que tivemos.

    A se confirmar a nomeação de Collor, pela primeira vez me animo com um nome escolhido por Bolsonaro, e desejo sucesso ao novo chanceler!

    Sinceramente.

    • Concordo com você Bendl. Collor de Melo é uma boa escolha. O Ernesto Araújo envergonha o Brasil com suas grosserias contra países amigos. O Itamaraty sob a sua corrosiva liderança perdeu o protagonismo na ONU.
      Estamos na condição de Paris mundial. Ninguém quer mais investir aqui, por causa dele, do Bolsonaro e tô Zero 2. Aliás, Ernesto é um pau mandado de Eduardo Bolsonaro
      Seus ataques a China, a globalização, que coisa, não é o papel de um diplomata, que deve manter padrões de cortesia e recanto bom as palavras proferidas.
      Outra coisa, Ernesto se meteu em assuntos internos de outras nações, notadamente Argentina, Venezuela, Cuba e Bolívia, a mando de seu chefe. Lógico, abriu caminho para os líderes dessas nações, criticar o Brasil também. Já estão falando, que nós estamos infectando toda a América Latina. Que fazer?
      Tem que sair sim. Pede para sair Ernesto. Poupe o Brasil da vergonha, que estamos passando na Europa, nos EUA, em todo lugar.
      Com esse ministro Bolsonaro não vai nem para o segundo turno. Por isso vaií tirar, não tenham dúvida.
      A dúvida é se Bolsonaro e Eduardo vai deixar Collor trabalhar. Eles se metem em tudo, sem conhecimento de nada. O filho tem a expertise de fritar hambúrguer, nos EUA.

  3. Análise política não é pra pinguço,(sono),sentado no banco da praça.

    Bolsonaro, não beijou a lona ainda.
    Esse convite a Collor, neutraliza o discípulo Artur Lira,que anda faceiro.

    Bom, só falta dizer,o Collor foi eleito por culpa e exclusiva +- 12 milhões abstenções +- 5 milhões votos brancos e nulos….

    Agora,nada como senhor do tempo..
    Foi-se , a velinha de Taubaté…

    Kkkkkkkklkklkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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