Gabeira, testemunha e personagem do pós-1964, já procura um horizonte para 2022

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Gabeira acha que não haverá grandes novidades em 2022

Pedro do Coutto

Em artigo publicado no Globo desta segunda-feira, Fernando Gabeira, com sua experiência no universo político, busca um horizonte para as urnas de 2022, considerando a hipótese de o quadro de 2018 se repetir em matéria de correntes partidárias. Devo assinalar que acompanho sempre seus artigos e seus comentários na GloboNews. São isentos, claros como um copo d’água, o que os torna bastante importantes.

Entretanto, está um pouco distante o desencadeamento da sucessão presidencial, pois em matéria de política dois anos são um longo percurso. Nesse espaço de tempo acontecem fatos inesperados, surpreendentes, que fazem com que as análises tenham de ser renovadas ao longo do percurso.

MUDANÇA DE RUMO – Da mesma forma como acontece nos projetos econômicos, que na maioria dos casos tornam praticamente obrigatória a revisão dos planejamentos originais, a política também é cheia de mudanças.

Um exemplo de surpresa. A ruptura entre Bolsonaro e Hamilton Mourão. Como dizia o senador Benedito Valadares, a teoria na prática é outra coisa. Outra frase do velho político mineiro: ”É melhor um adversário  cordial do que um correligionário hostil”, disse em 1960, referindo-se à eleição em Minas, quando Tancredo Neves perdeu para Magalhães Pinto. 

Mas esta é outra questão. Penso que o quadro de 2022 não será igual ao que marcou as urnas de 2018. Há dois anos, Lula, Dilma e o PT foram os responsáveis pela vitória de Bolsonaro. Depois do Mensalão, os escândalos do Petrolão e da Lava Jato mostraram que a roubalheira foi institucionalizada. Lula dividira a Petrobrás em capitanias financeiras.

BOLSONARO NA MIRA – Na próxima sucessão o que estará sob julgamento é a atual administração do presidente, que permanece sem partido mas que age colocando seus objetivos e problemas acima das suas maiores vontades, esquecendo-se do interesse coletivo. 

Surgiu a candidatura de João Dória, Lula lançou Haddad, Luciano Huck é uma incógnita, da mesma forma que qualquer outro nome venha a surgir, inclusive Ciro Gomes. Podem dizer que o apresentador da TV Globo certamente terá poucos votos, mas seu apoio não será igual a zero. Lembro que no futebol, se por um gol se vence, por um ponto também se perde.

No que se refere à economia, matéria de Tiago Braga em O Globo, Huck segue a linha de Armínio Fraga. Além disso, devem surgir os candidatos de sempre como a frase que ficou célebre no filme “Casablanca”.

TRUMP ENROLADO – Reportagem de Beatriz Bulla, correspondente do Estadão em Washington, edição de ontem, revela que o advogado Bruce Castor, que funcionou na defesa De Donald Trumpo irritou fortemente o próprio ex-presidente.

Castor repetiu a posição do senador republicano Mitch McConnell. Ambos consideraram que não pode haver impeachment para alguém que não está mais no governo. No entanto, afirmaram que Trump pode ser processado e até condenado por incitamento a desordem, cujo desfecho foi a invasão do Capitólio, com cinco mortes.

Os democratas e seis republicanos estão tentando levar Trump à prisão.

19 thoughts on “Gabeira, testemunha e personagem do pós-1964, já procura um horizonte para 2022

  1. O Gabeira tem muita sorte de ser brasileiro onde a justiça é muito bunda mole. Tivesse feito o que que fez, nos Estados Unidos, pegaria uma pena de prisão perpétua.

    • Eliel, os Estados Unidos não é essa excelência toda para ser citado. Donald Trump, ainda na presidência discursou para sua claque, incentivando a invasão do Congresso para impedir a posse de Biden.
      Mentiu descaradamente alegando fraude nas eleições, que perdeu, sem apresentar provas.
      Cinco pessoas morreram naquela fatídica invasão e ainda o ex- presidente foi absolvido no processo de impeachment, com os votos dos senadores do Partido Republicano.
      Está livre, leve e solto na sua casa de veraneio em Mar del Lago.
      A justiça no mundo só é célere contra os pobres, portanto, entre os humanos, não existe Justiça. Só há Justiça no Paraíso. Mas, ninguém voltou para atestar se é verdade ou mentira.

    • Se pudesse julgar os crimes dos Estados Unidos, esses país já estaria “preso” há muito tempo devido aos apoios a ditadores, traficantes e outros criminosos que esse país de lixo já financiou, e financia, para se intrometer nas politicas internas de Nações pelo mundo a fora.

  2. Uma chapa interessante seria Gabeira e José Antonio Reguffe, para 2022, ou vice versa ao contrário…
    Seria cabo eleitoral , de graça e com orgulho !
    Acorda brasileiro !!!

    • Ricardo Lemos, penso, que isso está fora de cogitação para Fernando Gabeira.
      Segundo depreendi da sua entrevista no Caderno B de O Globo, ele sonha com o retorno das suas reportagens por esse imenso Brasil.
      Tanto é verdade, que desistiu de disputar qualquer mandato, depois de sua derrota para prefeito do Rio de Janeiro. Acho, que para nós, que o admiramos, ele serve mais ao país, fazendo suas análises e comentários nos jornais e na Globo News. A cada comentário, uma aula e um aprendizado profundo, assim como, espero os artigos de Pedro do Couto, o sábio da Tribuna da Internet.

      • Muito grato pelo esclarecimento, Sr. Roberto Nascimento.
        Pode ter sido apenas um delírio momentâneo da minha parte…
        Utopia pura !
        Mas tenho esperança que estas duas honradas e sérias, pessoas citadas, ainda seriam (ão), uma Lava Jato política neste País !
        Uma lição para esta corja atual,que governa em benefícios próprios e, inacreditavelmente, mal intencionada e mal preparada para tal.
        Quanto ao Reguffe, acho perfeitamente viável a sua candidatura, basta que se torne mais conhecido nacionalmente, mas isto custa muito dinheiro e não interessa a ninguém, acabar com a bandidagem que sustenta e protege tantos e mais tantos vigaristas privilegiados…
        Sds.
        R. Lemos.

  3. O artigo de Fernando Gabeira, conforme brilhantemente comentado por Pedro do Couto, homenageado no domingo no Caderno B do O Globo, com farta reportagem sobre os oitenta anos de sua revolucionária vida de militante das causas progressistas, descreve sobre os rumos precoces da disputa presidencial de 2022.
    Na realidade, o presidente e a oposição já começaram a planejar essa distante realidade, nos primeiros dias de 2019. Bolsonaro está em campanha permanente, desde o primeiro dia de mandato pensa na reeleição. Fora as Lives das quintas-feiras, imitando os tijolaços de Leonel Brizola, no puxadinho do Planalto, dá entrevistas dia sim, dia não.
    Os estrategistas militares palacianos (bom dia general Ramos), montaram a teia, da nova direção do Congresso pelos próximos dois anos, elegendo os presidentes Arthur Lira (Câmara) e o do Senado (Rodrigo Pacheco). Com o novo quadro, as pautas governistas terão caminho livre para passar as Reformas Administrativa e tributária, além do passe livre para compra de armas e projetos na linha de costumes para agradar a bancada evangélica.
    Entretanto, o principal objetivo está sendo alcançado, falo da divisão dos Partidos Políticos.
    Rodrigo Maia brigou com ACM Neto e rachou o DEM, antigo partido Democrata, eterno aliado do PSDB.
    O presidenciável governador de Sampa, João Dória brigou com Aécio Neves dividindo ainda mais os tucanos do PSDB.
    Lula lançou Fernando Haddad na estrada para concorrer em 2022 pelo PT deixando Ciro Gomes do PDT enfurecido.
    O outrora maior Partido do Congresso, o PMDB de Ulisses Guimarães, “refundado” agora de MDB, tirando o P, com a derrota do deputado federal e presidente da sigla, Baleia Rossi, na Câmara e da senadora emedebista Simone Tebet no Senado, o Partido que combateu a Ditadura Militar também se dividiu ao meio.
    Número expressivo de deputados das legendas citadas acenaram para o Planalto em busca de emendas parlamentares para impulsionar Obras em seus currais eleitorais e obtiveram a promessa de ministérios que furam poço. sem dinheiro do governo, torna-se difícil a reeleição do parlamentar, que são profundamente pragmáticos e, portanto, não se importam se o presidente é conservador ou progressista. O que importa mesmo, é o voto do eleitor e grana para cooptá-lo. São egoístas, a ponto de exaltar o espelho e suas santas individualidades.
    Por enquanto, o juiz e a bola do jogo estão com os governistas, mas, tal e qual Fernando Gabeira entende, vejo o quadro com otimismo, pois isso tudo pode mudar até lá, em 2022. Tem a questão da COVID, a falta de vacinas para todo mundo, o desemprego em alta, a Economia dá sinais da volta da inflação, o Trump perdeu nos EUA e o vice Hamilton Mourão está sendo descartado pelo presidente. Talvez concorra ao Senado pelo RS.
    Enfim, muita água vai passar por essa ponte e ainda estamos no primeiro tempo da partida e parece que vamos para a prorrogação.
    O importante é o resguardo do regime democrático, dos direitos humanos e sociais, a volta do pleno emprego, a proteção do meio Ambiente e a valorização da Ciência.
    A cereja do bolo é a manutenção das Instituições Democráticas, o Judiciário e o Legislativo agindo como contrapeso ao Executivo e garantidor da alternância do PODER.

  4. Dá gosto ler uma análise Política como a acima feita pelo ilustre Sr. ROBERTO NASCIMENTO.

    Embora nós sejamos da DIREITA, somos LACERDISTAS, ou seja Nacional-Desenvolvimentista Semi-Estatal mas com prioridade para a Iniciativa PRIVADA NACIONAL, em uma Economia de MERCADOS semi-protegida, temos muita admiração pelos Artigos bem feitos.

    O grande e experiente Jornalista Sr. PEDRO DO COUTTO, e o ilustre Sr. ROBERTO NASCIMENTO, quando escrevem, dão o que pensar no sentido positivo.

    Parabéns e um Abração.

  5. Muitíssimo obrigado Flávio Bortolotto.
    Quando alguém me pergunta se sou de direita ou de esquerda, respondo que sou a favor da vida. Da vida das pessoas, que o Estado não alcança. Jovens e crianças carentes, sem Educação, sem Saúde, sem uma Habitação decente e sem esperança. O mundo todo está assim, aumentando a desigualdade. O Brasil atual está muito triste.
    Que fazer?

  6. A TI tem alguns craques no teclado que, volta e meia, seus comentários se tornam artigos pela excelência de seus conteúdos, e escritos com qualidade indiscutível.

    Excetuando os articulistas, evidente, dois deles, que admiro e respeito, mestre Bortolotto e Roberto Nascimento, abrilhantam o artigo em tela com seus textos primorosos.

    Mas, na razão direta que tenho sido um crítico severo da atual situação do país, principalmente com a instituição que deveria ter tomado providências há tempos para interromper esse sistema corrupto e de extrema desigualdade social que sofre o povo, as FFAA, ouso postar a minha opinião, que não compactua com o otimismo do brilhante Nascimento, e com a concordância de outro diamante deste blog incomparável, mestre Bortolotto!

    Não existem pressupostos, razão, motivo, indícios, para que tenhamos esperanças para o final de 2022, praticamente a dois anos ainda.
    Pandemia com 240 mil mortos;
    Desemprego absurdo;
    Pobreza aumentando;
    Miséria subindo seus índices;
    Analfabetismo da mesma forma;
    Violência desmedida e incontrolável;
    A corrupção nunca antes foi tão dominante como nos dias de hoje;
    O Judiciário se volta contra a Justiça;
    O parlamento age contrário ao povo;
    O Executivo é desonesto e incompetente, além de insensível com os graves problemas nacionais;
    As injustiças sociais desabam sobre o povo como chuva ácida, rasgando o tecido social, quebrando a unidade do povo porque separado ideologicamente, sem senso crítico, poder de discernimento, total ausência de civismo e plena alienação quanto à cidadania.

    Até as próximas eleições, daqui a dois anos, pergunto:
    Quantas mortos teremos pela pandemia, associada à irresponsabilidade criminosa do Executivo?
    Quantas mortes iremos contabilizar pela violência?
    Qual será o percentual de aumento entre pobres e miseráveis?
    Quantos milhões de seres humanos aumentarão o contingente de desempregados?
    Em que pé estará a escola pública em seus Ensinos Fundamental e Médio?
    E a economia, continuará estagnada?
    O parlamento seguirá roubando o povo impunemente?
    Bolsonaro continuará declarando até 2022 que o povo está feliz com a compra de armas?
    Quantas pessoas estarão vacinadas contra o COVID19 até lá?
    Quantos milhões que ainda estarão sem receber a vacina?
    As castas do Judiciário, Legislativo, e agora da mesma forma, as FFAA, irão se conceder mais regalias, mordomias, privilégios, salários milionários, enquanto o povo não tem sequer o que comer?

    Não posso me alinhar ao otimismo de meus dois amigos, mesmo havendo uma distância oceânica entre mim e ambos notáveis comentaristas e articulistas, no que tange à inteligência, conhecimentos e cultura, pois sou apenas um escrevinhador e semianalfabeto.

    Mas, é esta minha condição pessoal e social, que me obriga a postar o pensamento e o sofrimento dos desvalidos, que precisam ainda esperar pelas próximas eleições, que o presidente seja outro e não mais Bolsonaro.

    Volto, então a questionar:
    E se Bolsonaro for reeleito?
    O otimismo compartilhado entre Nascimento e o mestre Bortolotto será o mesmo?
    O novo presidente, se o eleitor assim o desejar, poderá ser o agente de mudanças tão importantes e urgentes?
    E quem seria, desses atuais candidatos?!

    Lamento, mas não sou pessimista, coloco-me na posição de REALISTA, cujas observações e constatações me levam a registrar que o povo e o Brasil só irão piorar, haja vista o sistema garantir o stablishment, organizado e concretizado há décadas, que submeteu o trabalhador à escravidão, perder seus parcos direitos conquistados a duras penas, e à submissão de autoridades desonestas e corruptas!

    O meu respeitoso e fraterno abraço ao mestre Bortolotto, e ao meu caro amigo Nascimento.
    Saúde e paz para ambos, extensivos aos seus amados.

    • Meu caro amigo Bendl
      Todas as possibilidades estão na mesa para 2022.
      O destino da nação depende disso. Permanecer o que vemos hoje, por mais quatro anos, será um desastre para a frágil democracia brasileira e também nessa sequência de perda de direitos sociais.
      Por essa razão, não vejo outra alternativa, que não seja externar meu sentimento de otimismo, que alguma coisa vai mudar. Se for pessimista para o distante 2022, até lá, serei um derrotado de antemão.
      Preciso acreditar, que aparecerá alguém com uma proposta de mudanças, junto com o povo.

  7. Prezado Colega Sr. FRANCISCO BENDL,

    Corroborando as sábias palavras do ilustre Colega Sr. ROBERTO NASCIMENTO, também acho que para a eleição Presidencial de 2022, aparecerá um bom Programa Político-Econômico e um bom Candidato.

    Alguém que mostre que é possível Governar para a CRIANÇA BRASILEIRA, que devem ser “a menina dos olhos dos Governantes” especialmente a mais POBRE, e dar a Arrancada em novo ciclo de Desenvolvimento baseados em uso do Crédito/Moeda via Banco Central para financiar um Mini Plano MARSHALL, e preferência ao CAPITAL BRASILEIRO, combatendo o DESEMPREGO e a DESESPERANÇA.

    O Sr. FRANCISCO BENDL, formado na maior UNIVERSIDADE que é a VIDA, Autodidata, e exemplar Pai de Família, Estudioso, grande Leitor, bom Escritor, morador da Grande Porto Alegre-RS
    vê muito intensamente os 25% , moradores das Favelas/Malocas e suas CRIANÇAS que tanto nos envergonham.

    Mas temos que lembrar que mesmo com nossas mazelas nossa Economia criou 10% de Ricos e 65% de Classe Média, va lá, 50% de Classe Média e que hoje Todas as CRIANÇAS estão na Escola, Escolas que podem e devem melhorar muito, e nosso Analfabetismo “formal” é de 6% da População. Já fomos bem pior.

    Eu, que sou da Classe de 50, vi um Brasil com bem menos Favelas nas Capitais, mas muita Miséria/Analfabetismo no Interior. Muita Gente descalça, muitos sem dentes outros banguelas mesmo, Gente com papo, pouquíssimos Aposentados. Ao Pessoal RURAL foi o grande Presid. MÉDICI que proporcionou Aposentadoria Rural que a princípio era 1/2 Salário Mínimo. Hoje sustentamos 35 Milhões de Aposentados. Quem tinha um automóvel, mesmo um Jeep, era Magnata. Hoje temos +-80.000.000 de automóveis rodando pelo Brasil. Portanto hoje estamos melhor.
    Apesar de tudo, pois na minha juventude quem tinha 50 anos era chamado de Velho e hoje a expectativa de Vida é 74 anos Homens, 80 anos Mulheres, estamos melhores.

    Houve nos últimos 50 anos uma Urbanização exacerbada e por isso a Miséria aparece mais nas grandes Cidades, mas no Campo diminuiu muito.

    Isso não quer dizer que não devamos atacar esse problema, tão focado pelo Sr. FRANCISCO BENDL, que tem solução tipo os Projeto Singapura de SP, etc, Financiados por Monetização da Dívida Pública, Tesouro emite Títulos de Crédito e o Banco Central compra e credita o Dinheiro na Conta do Tesouro. Requer uma PEC aprovada duplamente no Congresso, mas nada que não possa ser feito. É uma questão Política.

    Estamos no fim de um Ciclo de Nacional-Desenvolvimentismo Semi-Estatal que por exageros do Governo, gastar sempre mais do que Arrecada, chegou ao fim, mas agora corrigindo os excessos podemos começar novo Ciclo de Crescimento.
    O que não podemos fazer é cair na arapuca do Neo-Liberalismo Laissez-Faire abdicar do uso de nossa Moeda/CRÉDITO e ficar dependente do Capital Internacional.

    Abração a TODOS.

  8. Caríssimo Nascimento,

    Quando postei que sou REALISTA, então não acredito em melhoras mesmo que Bolsonaro seja derrotado, me referi à necessidade imediata que temos – nós, o povo – de resolver os impasses por nós mesmos!

    Manter essa falsa democracia, cuja suposta intenção é preservar as nossas instituições, afirmo que são elas as causas do nosso empobrecimento, e que o sistema implantado há décadas será de extrema dificuldade para ser extirpado.

    Logo, caberá ao povo, na marra, mudar esse estado de coisas, que o tem feito sofrer , padecer, empobrecer, e permanecer desempregado, enquanto os amigos do rei se lambuzam de tanto roubar e gozar de privilégios exclusivos no mundo.

    Definitivamente, meu caro, quem vencer em 2022 não terá forças par alterar o que está estabelecido há tempos, e de forma profunda.
    Essa tarefa cabe ao povo, que precisará ter consciência cívica, pelo menos, e tomar as rédeas da situação ou continuará escravo desse sistema que tem eliminado o cidadão e dividido o Brasil em feudos!

    Para eu acreditar, Nascimento, necessito perceber que existem possibilidades para tal.
    Agora, do jeito que nos encontramos manter esperança ou ser otimista, considero devaneio, ilusão, miragem.

    As mudanças passam obrigatoriamente pelo povo, menos através de eleições que mantém essa falsa democracia, e que nos classifica como um país absolutamente impossível de ser reconstruído ou reerguido.

    Outro abraço, parceiro.

    • Nos meus devaneios, fico a pensar, como é possível estar acontecendo essas desgraças todas com o Brasil. Perda de direitos, desemprego, o vírus matando as pessoas, leitos fechando, falta de vacina, um horror. Como chegamos até aqui? O que fizemos ou deixamos de fazer? Temos responsabilidades nisto tudo que está aí?
      Entretanto, tenho absoluta certeza, que sem eleições, sem a representatividade do povo, sob a canga de regimes autoritários, a esquerda ou a direita, a situação seria muito pior. Provavelmente não poderíamos escrever, seríamos censurados e presos por delito de opinião.
      Já vivi isso e sei como acontece. Não gostaria de viver de novo. Mas, a coisa tá feia, principalmente para os mais pobres.

  9. Essa é plataforma de governo do Ciro Gomes…

    Além da formação acadêmica em direito, economia,tem estrada.
    Prefeito, governador, ministro,esse conhece nosso chão…

    Outro que conhece, é Roberto Requião, não sei porque não abandona o MDB.

    Os demais,Max.Venia, são uns “Gerdarmes”,do capital internacional..

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