Governo enfim admite a queda na projeção do PIB e já anuncia novos cortes

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Charge do Cícero (Correio Braziliense)

Julio Wiziack
Folha

A equipe econômica fará uma revisão do crescimento da economia para algo entre 1,5% e 2% neste ano. Isso pode levar a um bloqueio adicional de até R$ 10 bilhões na próxima revisão orçamentária. No início deste mês, o governo bloqueou quase R$ 30 bilhões do Orçamento e reduziu a previsão de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) deste ano de 2,5% para 2,2%. Com a nova revisão desta projeção, na próxima semana, técnicos estimam que a receita (arrecadação) pode cair entre R$ 7 bilhões e R$ 20 bilhões, se não houver receitas extraordinárias.

Ainda sem os dados da arrecadação, os cálculos da Secretaria de Orçamento e Gestão do Ministério da Economia não foram feitos.

BLOQUEIO ADICIONAL – Porém, na equipe econômica, há técnicos que trabalham com a ideia de um bloqueio adicional de verbas entre R$ 5 bilhões e R$ 10 bilhões. Caso o crescimento estimado do PIB fique mais próximo de 1,5%, esses técnicos consideram um contingenciamento de cerca de R$ 10 bilhões. Mais perto de 2%, cairá para R$ 5 bilhões.

Esse cenário pode mudar porque também é preciso considerar os cortes de gastos do governo. Também entram nessa conta fatores como o câmbio, a inflação e a massa salarial dos brasileiros.

Analistas dos principais bancos do país refizeram suas estimativas de crescimento e as projeções indicam um patamar mais próximo de 1,5%.

NOVA RECESSÃO? – Também alertaram para um risco de recessão diante da possibilidade de o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) consolidar o PIB do quarto trimestre de 2018 com revisão para baixo.

Caso o cenário se confirme, serão dois trimestres de retração da economia. E, como o segundo trimestre deste ano também segue ruim, os analistas veem risco de uma recessão —três trimestres consecutivos de retração.

A equipe econômica, no entanto, descarta essa possibilidade, tanto que não prevê, no momento, medidas de estímulo à economia, como saques de contas inativas do FGTS.

REFORMA DO FGTS – O que se prevê é uma reforma geral do FGTS, o que inclui a correção do retorno sobre o saldo das contas acima da inflação e novas possibilidades de saques. Hoje, a legislação do fundo só permite a retirada desses recursos quando o trabalhador é demitido.

Na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB), foi permitido o saque de contas inativas. Na ocasião, R$ 44 bilhões foram diretamente para a economia, o que gerou um impacto de 0,7 ponto percentual a mais no PIB.

Economistas que participam das discussões afirmam que a equipe de Guedes não vai repetir essa fórmula por dois motivos. Primeiro, a equipe não considera a possibilidade de uma recessão no segundo trimestre, apesar dos sinais emitidos pela economia. Outra razão é evitar o incentivo ao consumo, que serviu como fórmula artificial de reativação da economia nos governos do PT e de Temer.

REFORMA PASSA? – Técnicos do governo consideram que a reforma da Previdência vai passar no Congresso e destravará a economia. Mesmo a possibilidade de saque de cerca de R$ 22 bilhões das contas do PIS-Pasep, anunciada pelo secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues Júnior, é vista pelo governo como uma “correção de rumos”, uma forma de pôr fim a contas que existem desde antes de 1988.

Na equipe econômica também existe a avaliação de que nem o pacote com cerca de 20 medidas microeconômicas reaquecerá o país.

Para o governo, medidas como a hipoteca reversa, títulos verdes e o seguro universal, que integram esse pacote, fazem parte do plano para corrigir distorções de mercado. Mas não reativam a economia.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Paulo Guedes e seus gurus, Carlos Langoni e Edmar Bacha, acreditam que o mercado reativará a economia. Deviam ler mais Lord Keynes, ao invés de Milton Friedman, para entender que a mão invisível do mercado, antevista por Adam Smith, nem sempre funciona, porque a teoria é uma coisa, mas a prática é outra. Infelizmente, a equipe econômica é formada de teóricos, sem a menor prática. (C.N.)  

17 thoughts on “Governo enfim admite a queda na projeção do PIB e já anuncia novos cortes

  1. Tenho reiterado em meus comentários a necessidade de a TI precisar que seus comentaristas ao analisarem os temas postados, que busquem informações, que tratem de postar a verdade deixando de lado as opiniões, apesar de as nossas interpretações serem também importantes para este blog.

    Dito isso, e diante dos meus parcos conhecimentos sobre Economia – peço ajuda ao mestre Bortolotto -, tratei de pesquisar os efeitos desse distanciamento de Bolsonaro com a China e Rússia, aproximando-se dos Estados Unidos e Israel, especificamente nesse quesito, de relações comerciais, nada político.

    O petrodólar foi introduzido em 1974 e desde então garantiu aos EUA o controle no comércio de petróleo mundial.
    Entretanto, depois de muitos anos de beligerância geopolítica, a influência dos EUA começou a desvanecer, escreve Michael Kern para o portal Cryptoinsider.

    Já houve uma série de tentativas de se afastar do sistema de petrodólares, especialmente dentro da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), porque alguns de seus membros não têm boas relações com Washington.

    Mais do que isso, a Rússia sugeriu que a China e o Japão comprassem petróleo em yuan e iene.
    Em 2014, uma empresa financeira kuwaitiana deu um passo adiante ao sugerir o benefício para o Conselho de Cooperação do Golfo através da venda de petróleo em troca de bitcoins. Segundo a empresa, as transações com a criptomoeda serão mais rápidas, mais baratas e mais eficientes.

    Quando tivemos a célebre crise do petróleo na década de setenta, os americanos constataram que suas reservas em ouro não seriam mais suficientes para garantir os dólares que giravam pelo mundo.

    Perceberam que, se conseguissem determinar que a compra de petróleo pelos demais países fosse em dólar, o lastro americano para sua moeda seriam as reservas de petróleo no Oriente Médio e demais nações que vendessem o óleo.

    A intenção era mesmo que o mundo somente vendesse e comprasse através da moeda do Tio Sam.

    De acordo com especialistas, “petrobitcon” tornaria os países imunes à manipulação monetária dos governos. Entretanto, nem os EUA nem a China querem desistir da luta pelo poder, sublinhou Kern.

    A China tomou a dianteira na luta contra o petrodólar. Em 2012, o Irã começou a vender petróleo em yuan. Em 2017, em resposta às sanções dos EUA, um membro da OPEP, a Venezuela, também começou a cotar o preço do petróleo na moeda chinesa. Ao mesmo tempo, a China continua pressionando a Arábia Saudita para fazer o mesmo.

    Enquanto a China impulsiona o “petroyuan”, a Rússia também está tomando medidas que poderiam ter sérias implicações para o dólar norte-americano.

    Bom, aonde quero chegar?
    Sabemos que a China em seguida será a maior economia do mundo.
    Não existe país que possa enfrentá-la no seu crescimento de mais de 5% ao ano, algo surpreendente.
    Em decorrência desse extraordinário desenvolvimento científico e tecnológico, que proporciona ao povo igualmente progredir – a classe média chinesa atinge 35% da população atualmente! -, a China percebendo que o dólar é a moeda de transação no mundo comercial pressiona os países que os Estados Unidos determinaram bloqueios em suas contas, que vendam óleo através da moeda chinesa, da mesma forma age a Rússia de Putin.

    A Venezuela mudou o seu escritório comercial nesta comercialização para Moscou, inclusive!
    Rússia e China se uniram na construção de um fantástico gasoduto, que diminuirá mais ainda a dependência do petróleo vendido pelos árabes em petrodólares!

    Conclusão:
    O Kremlin anunciou que vai criar uma nova criptomoeda, aprovada pelo Estado e apoiada pelo ouro. O objetivo desta moeda é permitir o livre intercâmbio entre o criptorublo e o rublo e reduzir a dependência das moedas estrangeiras.
    Com esses grandes movimentos da China e da Rússia, não há dúvida de que o dólar enfrentará grande pressão em breve.

    Preço do petróleo já não ‘governa’ rublo russo e moedas da América Latina.
    Opinião:
    Washington vai desencadear uma guerra para manter hegemonia do dólar!

    E quase teve esta chance, caso decidisse invadir a Venezuela, mas foi contido com a presença russa naquele país.

    Lula foi criticado duramente por ter participado do BRICS, Índia, China, Brasil e Rússia, e ter se afastado dos americanos e israelenses por questões ideológicas.

    No entanto, Bolsonaro faz o mesmo, ao se distanciar do BRISC e aproximar-se dos Estados Unidos e Israel.

    Neste aspecto, Bolsonaro cometerá um erro clamoroso com a nossa balança comercial, pois o Tio Sam não vai absorver as nossas vendas para a China e demais países árabes.
    E, se o dólar cair porque a Rússia e a China conseguiram comprar ou pelas suas moedas ou uma eletrônica, o Brasil terá enormes e graves problemas com o dólar, pois esta moeda sofrerá séria desvalorização.

    Consta-se, então, que nossa política externa é limitada e obtusa.
    Bolsonaro, se continuar errando clamorosamente dentro do Brasil e, da mesma forma com o exterior, afirmo categoricamente que o presidente não completa o seu mandato, pois vão lhe arrumar um impeachment!

    • Caro Bendl … o amigo se especializou em Marx … agora mostra seu saber sobre o petrodólar e o desafiante petroyuan … muito bem!!!

      Andam noticiando que a China não está aguentando a tal guerra comercial … lembro que foi Lula quem facilitou a entrada da China na OMC … e Trump está afirmando que a guerra comercial vai continuar até a China começar a cumprir o que prometeu quando entrou na OMC (leis trabalhistas)

      Quanto a Bolsonaro … gastei um tempão para o senhor e os demais entenderem a Filosofia do Olavo … acordem – é a mesma de Bolsonaro!!! e Trump segue muito dela também!!!

      Saúde!!!

      • Lionço, meu caro,

        Trump apenas late, pois sabe que não tem como morder a China.

        Se, anteriormente, os chineses não faziam frente ao poderio militar americano, agora a situação mudou, e a China tem a mesma capacidade militar que o Tio Sam, além de contar com um exército infinitamente maior!

        Trump aposta no dólar, que não poderia ser diferente, porém tem plena consciência que a moeda do seu país vem perdendo lastro, pois amparado no petróleo, e este começa a aceitar outras formas de pagamento.

        Caso o dólar começar a a ser desvalorizado, Trump só tem uma saída:
        Ir à guerra.

        Conforme orientação deste nosso governo atual, os Estados Unidos terão no Brasil o seu parceiro nesta aventura maluca, e teremos a III Guerra Mundial!

        Alerto que, no Oriente Médio, Israel detona com os árabes em segundos com suas bombas atômicas, restando o Irã, que talvez tenha as suas para contra-atacar.

        Certamente, a Rússia se aliaria aos chineses, e invadiriam o território americano pelo Estreito de Bering, via Alasca, onde os americanos fazem divisas com os russos, cruzando o Canadá para chegarem aos Estados Unidos!

        De certa forma, Lionço, meste jogo suicida que haveria caso este conflito se tornar internacional, a América do Sul não seria assim tão afetada na sua parte mais meridional, Sul, havendo chances de sobrevivência para a população local.

        No fundo, no fundo, acho que a ideia é esta, de diminuir a população mundial desta forma, a inexorável guerra, fome, perdas humanas, prejuízos materiais, e quem ficar que comece tudo de novo.

        Pessimismo de minha parte?
        Não, de modo algum.
        Se, no Brasil, temos mais de 150.000 mortos a cada ano vitimados pela violência, estradas, saúde pública deteriorada, e caso somarmos com as tragédias no resto do mundo com relação aos refugiados, aos africanos, o genocídio no Iêmen, com o bloqueio de ajuda externa por parte da Arábia Saudita, existe uma guerra surda, velada, que falta apenas o apito inicial da partida.

        Trump não vai querer deixar de ser o árbitro, assim como os chineses e russos, logo, a corda vai rebentar no seu lado mais fraco, que serão os aliados desses dois grupos, claro.

        Abração.
        Saúde.

        • Russos e chineses invadindo o Alasca ou qualquer outro território americano só é possível no mundo da ficção, como em filmes do tipo “Amanhecer Violento” ou nos romances absurdos de Tom Clancy. Na vida real isso seria impossível porque os americanos responderiam com um ataque nuclear.

          • Pedro Meira,

            Evidente que foi ficcional o meu pensamento a respeito de uma possível III Guerra.

            Agora, esqueceste de verificar que a Rússia e os Estados Unidos fazem divisa entre si através do Estreito de Bering, que dá de frente para o Alasca que, em linha reta passando pelo Canadá, se atinge os Estados Unidos.

            E discordo de ti quanto aos americanos se defenderem mediante ataque nuclear contra russos e chineses.
            Não haveria vencedores, Meira, e seria o fim da humanidade!

            O suicídio da espécie humana!

            Lembro,a título de curiosidade, que a França jamais imaginaria que a Alemanha pudesse invadir seu território porque possuía a maior linha de defesa, a Linha Maginot.

            Mesmo porque, os franceses jamais pensaram que a Alemanha pudesse cruzar as Ardenas, uma região de florestas considerada intransponível pelos exércitos franceses!

            Resultado:
            A França protagonizou um dos piores vexames na história dos conflitos mundiais, sendo empurrada junto com milhares de soldados ingleses para Dunquerque.

            Justamente um mês antes da data que a França comemora a Queda da Bastilha, os nazistas entram em Paris no dia 14 de junho de 1.940!

          • Sim, o território russo é próximo do Alasca, mas uma invasão não faria sentido.
            os americanos não sofreriam perdas significativas e há todo o oeste do Canadá a ser percorrido. Isso mesmo que os americanos não respondessem com armas nucleares. Porque não o fariam? Em suas guerras, os militares americanos já deixaram claro que não se importam com outras vidas que não as deles mesmos. Hoje muitos líderes americanos parecem convencidos de que poderiam lançar um ataque nuclear maciço contra Rússia ou China, e escapar relativamente ilesos. O filme americano “Dr. Strangelove” já abordava esse raciocíno absurdo.
            Os Estados Unidos são um cenário pouco viável para invasões estrangeiras, por causa de seu isolamento geográfico, afastados que estão de possíveis rivais por dois oceanos, e com apenas dois vizinhos mais fracos, e sempre se beneficiaram disso.
            Um ataque aos Estados Unidos só seria plausível por via aérea, e ainda teria muitas limitações, como H. G. Wells mostrou no livro “A Guerra nos Ares” .
            https://en.wikipedia.org/wiki/The_War_in_the_Air

  2. Keynesianismo! Gzuis! Uma das mais pilantras teorias econômicas da historia. Eu chamo de teoria do cheque sem fundo. Vc tira dinheiro da sociedade para realimentar a sociedade! É o milagre da criação de riqueza do nada. Keynes era tão pilantra que confrontado com perguntas sobre como sua teoria funcionaria a longo prazo ele simplesmente dizia: “A longo prazo, todos estaremos mortos”.

    Ou seja era uma teoria de curto prazo, feita na medida para governos populistas aparecerem como salvadores e jogarem a conta do problema para quem estiver vivo quando a bomba estourar.

    O Brasil vive a décadas a base de Keynes e o resultado sempre foi um desastre, com vários voos de galinha quando o dinheiro é injetado e quedas brutais quando a conta chega.

    • Muito bom.
      No Brasil entramos nessa e olhe onde paramos?
      So de Socialismo Fabiano/Moreno, tivemos garantidos, os últimos 24 anos.
      Onde paramos?
      Lula, o Gênio, preso!
      Dilmanta, aguardando a vez e o seu Vice (escolhido por Lula e PT) já está preso, se equilibrando nos artificios juridicos que o Brasil (terra da Jabuticaba) permiti.
      Onde se estabelece o maior foco de corrupção?
      Nas empresas estatais.
      Precisa dizer mais alguma coisa?
      O congresso quer retornar com os m8nistérios extintos, como tocar a bola pra frente?
      Fabianos, Morenos e Keynesianos,ACORDEM!
      Será que precisaremos de uma Tatcher?

  3. Sr Bendl;
    A guerra de Bush Filho contra Sadan, não teve nada a haver com armas de destruição em massa. Foi porque Sadan começou a aceitar outras moedas, além do dollar, na venda do seu Petróleo.

    • Marins, meu caro,

      Obrigado pela ajuda, pois confirmas que estamos diante da repetição daquela guerra entre americanos e as tropas do ditador Saddan Hussein.

      Entretanto, desta vez os Estados Unidos não teriam esta autoridade, de invadir um país como fizeram anteriormente, pois a China e a Rússia estão de olho, e não permitiriam qualquer agressão neste sentido.

      Agora, torna-se mesmo indiscutível, que a questão desta vez não seria pelo petróleo, mas a manutenção do dólar como moeda de comercialização internacional, caso contrário esta moeda sofrerá grande desvalorização.
      E, para mantê-la ainda vigente, qualquer sinal de refrega e este dinheiro vai às alturas!

      Abraço.
      Saúde.

  4. C.N., você poderia dar uma mãozinha ao Paulo Guedes e ao Ministério da Economia, já que você é um doutor e um conhecedor profundo das Cencias Econômicas. Langoni, Bacha e Paulo Guedes são uns neófitos. Você poderia contribuir com o progresso do Brasil, com osc seus vastos conhecimentos e experiência.

    • Boa tarde Augusto.
      E apenas para reforçar, gostaria de saberbo porque ele não emprestou todo esse conhecimento aos governos dos SOCIALISTAS FABIANOS dos últimos 40 anos?
      Ahhh , desculpe a falha assim como Delfim Neto, ele deve ter ajudado ao Palocci ao Mantega e ao Barbosa, na Economia.
      O J.Levy sentiu o cheiro de excremento e caiu fora.
      Pô tivemos a pior crise/recessão dis últimos tempos ((Economica/Moral/Politica). Queda no PiB gigantesca.e o Paulo Guedes é que é o fraco?
      Vamos deixar de brincadeira…vamos acordar……
      Keynesianos, Marxista e afins….peguem os carrinhos e vão brincar em outro lugar….

  5. Aparentemente o Governo não está tomando Medidas Econômicas Anti-Cíclicas ( Expansão do Crédito, reativação de Obras Públicas, uso da PSICOLOGIA via discursos otimistas do Ministro da Fazenda Dr. PAULO GUEDES via TV/Rádio, etc), como uma forma de pressionar o Congresso para Votar logo as Reformas.

    O Congresso necessita URGENTEMENTE analisar, pedir as Auditorias necessárias, examinar minuciosamente essas Reformas e Votá-las defendendo os Interesses do POVO o qual ele representa.
    Só depois disso, voltaremos a crescer.

    Nosso Colega Sr. FRANCISCO BENDL, com exagero de elogios generoso que é, nos solicita opinar sobre o realinhamento do Governo BOLSONARO/MOURÃO com os EUA/Israel, e certo desalinhamento com o Mercosul, Unasul, BRICS, especialmente da China, e suas consequências em nossa Economia.

    Não sou Especialista, sou apenas um Micro-Empresário da pequena Construção Civil, semi-Aposentado, que estudo Economia Política e observo o que conseguiram Países que nas Crises aplicaram Medidas Ortodoxas, outros Heterodoxas, e suas consequências.

    Observando a História vemos que no século XIX o Poder Mundial foi disputado pela Inglaterra e França, no século XX Inglaterra e EUA e EUA e URSS, no século XXI EUA e China.
    O Brasil foi alinhado com a Inglaterra, EUA, na II Guerra Mundial combatemos na Europa ao lado dos EUA, etc, só no Governo GEISEL e nos Governos PT se tentou uma Política de 3ª Via, mais alinhada com a China-BRICS.
    Para o Brasil é melhor o alinhamento NÃO AUTOMÁTICO com os EUA resguardados logicamente os Interesses Brasileiros, como deve fazer o Governo BOLSONARO/MOURÃO.

    A disputa estratégica pela Moeda de predominância Internacional, ontem a Libra Inglesa, hoje o US$ Dollar, e talvez num futuro longínquo ( no mínimo 60 Anos- Duas Gerações) o Yuan Chinês, sempre existiu.
    A China fez progressos extraordinários, cresce a +- 6%aa, mas a medida que enriquece vai diminuindo a Tx. de crescimento por saturação dos Mercados. Já chegou a Renda perCapita de US$ 8.500, mas ainda está muito longe dos US$ 60.000 dos EUA. O Brasil está em US$ 11.000.
    A China ainda está muito longe em atingir paridade em TECNOLOGIA com os EUA. Tem porém potencial para chegar lá e aí é que mora o perigo.

    Resumindo, o melhor para o Brasil é seguir o sábio conselho do grande Presidente WASHINGTON em seu Discurso de despedida do Governo: Paz e Comércio com TODOS, Tratados Obrigatórios com NINGUÉM.
    Abração.

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    Muito Obrigado.

  6. Enquanto houver esta política de arrocho, este país sempre vai andar pra trás, o cidadão contribuinte ou não, paga tudo, só falta o ar que respiramos, é uma tributação avassaladora, suga em tudo que é lado, é uma política econômica monstruosa, para os ricos, se cobra bem pouco ou quase nada, deveria taxar quem tem muito e não do pobre trabalhador.

  7. Com essa situação de anemia econimica infelizmente não é possivel se esperar que a iniciativa privada sozinha dê conta promover a retomada do crescimento.
    Sem dúvida é necessária alguma iniciativa do poder público. Obras, consertos, alguma coisa na verdade já começou a ser feita pelo brilhante ministro da infra estrutura, Tarcisio de Freitas. utilizando-se em parte de mão de obra das forças armadas, principalmente do Exército.
    Dentro das possiblidades e de um necessário aumento de verbas dos orçamentos públicos federais, de estados e municipios, seria o caso de se estudar de que maneira poderia ser aumentado o numero de conscritos, de mais mão de obra para se ampliar o contigente de trabalhadores em obras de infra estrutura. Na situação diria que haveria um numero absurdamente alto de voluntários conscritos na faixa de 17,18 e 19 anos a se alistarem como voluntários para receberem durante 1 ano um salário minimo e ficarem como soldados das Forças Armadas. Fica aqui essa sugestão que tem que ser estudada, na verdade mais uma medida paliativa, para enfrentar esse flagelo do desemprego. Recursos públicos para esse aumento de voluntários nas forças armadas seria uma decisão inteligente e necessária ainda que insuficiente.
    Agora, de jeito nenhum colocar dinheiro público seja federal. estadual ou municipal numa obra infeliz como essa de construir um novo autodromo no Rio de Janeiro, quando já existe um autodromo como o de São Paulo, perfeitamente adequado para a F-1 e que foi remodelado pelo inesquecivel Airtons Senna.

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