Há 18 dias anunciei que Sarney e sua “tropa de choque”, utilizariam o dossiê

Quando começou o recesso, registrei: Sarney vai para o Maranhão. Convencido de que não tem saída, que as três palavras, licença, renúncia, demissão, não servem para ele, tem dito a amigos que vai se valer de represália, baseado num DOSSIÊ que faz ou organiza há 40 anos.

Tudo se confirmou. Também acrescentei, alguns dias depois: Sarney tem falado muito pelo telefone com Brasília, não têm mais medo de gravação. E no fim de cada conversa, indagava: “O presidente Lula tem perguntado por mim?” É que todos com quem falava, transito enorme no Planalto (em obras) e no Alvorada.

O presidente do senado, (ainda? O túnel tem 2010 metros, não demora estará todo percorrido) chegou ontem a Brasília, mas de SP, já dera sinal verde para a hostilidade, com a recomendação: “Não pode escapar ninguém, seja da base ou da oposição”. Essas publicações dos amestrados se encaixam no figurino traçado por Sarney.

Só que não perceberam: a represália não é assassinato, é suicídio-haraquiri. Como os japoneses fizeram em 1905, na espantosa batalha de Porto Arthur. (Exclusiva)

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