No Brasil e EUA, FILIAL e MATRIZ, a economia dos contrastes e contradições. Aqui, juros cada vez maiores. Lá, esses juros cada vez menores, exigências diversas.

Os economistas e analistas vão ao desespero e não apenas na questão do combate à inflação. Os daqui, da Filial, garantem: “É preciso aumentar os juros, ou tudo o que foi ganho será perdido”. Então, já sinalizam com aumento desses JUROS-BONIFICAÇÃO-CORRUPÇÃO, para logo, logo. O primeiro aumento viria no final de março, início de abril.

O segundo a seguir. Dos 8,75% de agora, iria para 10%. Além de tudo o que já pagamos a banqueiros de várias nacionalidades, mais 28 bilhões. Além dos 137 BILHÕES que já pagamos hoje.

Portanto com a sinalização quase certeza, desse aumento dos juros, a AMORTIZAÇÃO passaria para 165 bilhões.

Verificamos então, como a economia é cruel, selvagem, destruidora. Na Matriz, quando sentem ou pressentem, que a inflação pode estar ameaçando, reduzem os juros. Há quatro meses, o presidente do Fed baixou os juros, que ficaram entre ZERO e 0,25%. Isso mesmo, em muitos casos, O JURO É ZERO. Ele afirmou na oportunidade: “Isso vai durar por muito tempo”.

Outro ponto de incompatibilidade
entre a poderosa Matriz e a Filial

Esse é um tema que vem sendo badalado há muito tempo: mão de obra QUALIFICADA, mão de obra primária ou DESQUALIFICADA. A Matriz se orgulhava do seu avanço na técnica de trabalho, ao mesmo tempo em que criticava fortemente os trabalhadores brasileiros, num estágio, segundo eles, “lamentável e impróprio para o desenvolvimento sustentado”.

Como somos servos, submissos e subservientes aos americanos, concordávamos e concordamos, sem qualquer restrição e relutância.

Pois agora, os próprios americanos desdizem tudo, desmentem e “desconfirmam” o que garantiam, dão o que se chama vulgar mas acertadamente de tiro no pé.

Os americanos chegaram (tarde mas chegaram) a três conclusões. 1 – Continuam em plena crise, precisam no mínimo, no mínimo, de 5 anos para a recuperação verdadeira. 2 – Para recuperar o desenvolvimento, terão de reativar de maneira agressiva, o setor imobiliário, um dos três (os outros dois são a indústria naval e a automobilística) que mais influenciam e criam empregos.

3 – Mas aí o assombro, a surpresa, o choque de realidade: os EUA têm excesso do que chamam ARROGANTEMENTE de mão de obra QUALIFICADA, mas não têm NENHUM dos trabalhadores que precisam, para suprir a demanda IMPRESCINDÍVEL do setor imobiliário.

Assim, se constata: os EUA não têm 5 por cento dos operários que precisam para construir e incentivar a construção. E sem ela motivada, privilegiada, acelerada, não sairão do lugar.

(E vão botar a culpa na China, que está fazendo uma revolução, que vai levar ao sistema político-administrativo-ideológico que tanto procuram: o CAPITALISMO DEMOCRÁTICO. Pode levar 10 ou 20 anos, mas virá da China por causa da QUANTIDADE e não da QUALIDADE. Que virá depois).

Os Estados Unidos não têm um pedreiro, um marceneiro, um pintor de paredes, um ferreiro, um mestre de obras, ou seja, tudo que é necessário para a construção.

Precisarão IMPORTAR milhões de trabalhadores, (desses a quem negavam visto) dos países da América Central.

 ***

PS – Mas a maior parte terá que ser buscada no México. No México? Desse mesmo país, que em 1853, 1854 e 1855, roubaram uma quarta parte do território? (Texas, Califórnia, Novo México e todo o resto, que transformou país em potência geográfica e não apenas geográfica).  

S2 – Se não fosse tão longe e tão humilhante, a Matriz que tanto explora a Filial, poderia vir buscar aqui, a MÃO DE OBRA PRIMÁRIA de que tanto precisa.

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