O eleitorado, agora, aguarda o ‘encontro’ entre o candidato e o presidente eleito

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Charge do Paixão (Gazeta do Povo)

Pedro do Coutto

Superado o espaço eleitoral, naturalmente, é lógico, aguarda-se o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Presidente Jair Bolsonaro com o candidato destacado nas urnas. É o momento de sugerir aos vitoriosos de outubro que instalem uma espécie de termômetro que reflita o cumprimento das promessas de campanha.

No título me referi somente ao presidente da República, mas, na realidade o mesmo sistema deve ser adotado pelos governadores que assumem em janeiro de 2019. Há tempos Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário instalou em São Paulo o que foi chamado de Impostômetro, no sentido de divulgar com ênfase os aumentos da carga tributária que desabam sobre a economia nacional e, portanto, também sobre a economia de todos nós.

PAGANDO O PATO – O Impostômetro foi instalado em outros Estados e fez sucesso utilizando também a imagem de um pato. Ou seja: a população pagando o pato, como se diz popularmente.

No caso dos recém-eleitos, a partir desse momento, claro, a cobrança entre a promessa e o fato concreto não pode ser atingida rapidamente. Demora tempo.

Mas por isso mesmo é que acredito que seja um direito de cada pessoa verificar o que resulta da ação do presidente com as metas básicas da campanha. No plano Federal isso poderá ser objeto de divulgação jornalística de cada passo que administração leva para concretizar o que foi prometido.

AS DUAS VERSÕES – Ao longo dos próximos quatro anos, se aceita esta ideia, a opinião pública poderá verificar o encontro das versões. A versão original e a versão que vai se realizando aos poucos no cenário do país.

Creio também que tal proposta interessa diretamente ao Palácio do planalto, depois de 1º de janeiro do próximo ano. Trata-se de manter a opinião pública informada sobre as ações executivas, pleno direito dos que pagam impostos, mas, na grande maioria dos casos, não recebe em troca a compensação devida. Isso também ocorre nos estados. 

No caso do Rio de janeiro a criminalidade e a violência ocupam espaços e atormentam a vida de todos. A população não pode mais viver sem o exercício de seu direito de caminhar livremente pelas ruas e praças da cidade.

DESEMPREGO E SAÚDE – No plano federal, além da saúde, destaca-se o elevado nível de desemprego. Com o desemprego nas alturas, impossível recuperar -se a economia brasileira. Afinal de contas, como a população pode manter o nível atual das receitas federais, estaduais e municipais, se não lhe sobram recursos para aumentar o nível de consumo?

Faltam dois meses para a posse do novo presidente e dos que governarão, por mais quatro anos os estados brasileiros.

É tempo suficiente para que haja o encontro entre os vitoriosos nas urnas e os anseios legítimos da população brasileira.

4 thoughts on “O eleitorado, agora, aguarda o ‘encontro’ entre o candidato e o presidente eleito

  1. Em materia tributária o brasileiro é cego, surdo e mudo. A carga tributária é alta mas a arrecadação é baixa. A sonegaçao e a informalidade se encarregam de desestabilizar e atravancar o progresso brasileiro.

    São 2 os pilares para acabar esta bagunça: o JUDICIÁRIO E O SISTEMA CONTÁBIL.

    Assaltar os cofres públicos, no Brasil, é o melhor negócio. O cara dá um rombo de milhoes ( de dólares ) . Pega a maior parte dessa importância e deposita num paraíso fiscal. Logo a seguir se entega à PF.

    Depois de um processo bastante tumultuado, ele é condenado a 300 anos de cadeia. Após cumprir 5 anos, vem a progressao de pena e o solta. Passa a ter uma bela aposentadoria.

      • O grande e experiente Jornalista Sr. PEDRO DO COUTTO, analisa o Programa vencedor do Presidente JAIR BOLSONARO ( 63), PSL, e observa como ele manobra com o Congresso e a Sociedade, para colocá-lo em prática.

        O Presidente BOLSONARO ganhou contra tudo e contra todos prometendo:
        1- Ser anti-Corrupção não negociando Cargos no Governo em troca de apoio Político.
        2- Ser o Candidato da Lei e da Ordem, com tolerância Zero com os Criminosos e permitir a posse de Armas de fogo e em certos casos o porte, para as Pessoas de Bem.
        3- Destravar a Economia Nacional via uma Política Econômica mais Liberal, reduzindo-a o tamanho do Estado, desburocratização e com futura redução da Carga Tributária.

        4- No importante Plano Externo, se desalinhar do Bloco Europeu ( Mercosul ), dos BRICS, ( China ), e se alinhar mais com o Bloco dos EUA.
        Tudo isso consciente de que o Capital Bom ė o Capital Nacional com Sede no Brasil, e que deve defender ao máximo a Soberania Nacional.

        É estratégico o apoio básico com que conta nas FFAA , Organizações que sempre estiveram no maior conceito do Povo Brasileiro, como Patriótas, Nacionalistas Desenvolvimentistas Industrializantes.

  2. Foi uma nuvem de gafanhotos que passou pelo nosso País. Verdes, Amarelhos e Vermelhos. Nos saquearam com Flexas de “banbu”. Com N no meio. Mentiras (fakes), falsidades. Artistas (Floyd, Caitanos e os Chicos e Otários) no Caldeirão das Lei Rounet) e eles levaram seus Milhões…E mais uma vez o Otário somos nós. O nosso não aguentava este vermelho em nossas bocas (fome, desemprego e angustia). No comércio de cada duas lojas uma fechou. Os cofres das nossas Empresas foram saqueadas. Devemos irmos atrás e cobrar dos Gilmares e asseclas que se façam Justiça. Campos de Futebal. CEF, Petrobras…Correios (tivemos um grande presidente General Botto Que fez da ETC uma Empresa honesta e vencedora. O Botto foi presidente da União Postal Universal) E sob gerir os Correios com a mão da justiça e do trabalhador. Quem sucateou está Empresa foi apazeninguados do PT. Usaram até para distribuição de Panfletos com apoio do ex-presidente Wagner. Sem falar do nosso fundo que devem ter sido utilizado para compra de vinhos e caviares. Tem que o Sr. Presidente Jair Messias Bolsonaro vai colocar um General na grande Empresa. Que existe em todo nosso continente chamado BRASIL.

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