O impeachment de Belluzzo, a demissão de Muricy

Esperava ir para o BC, o economista “ficou fazendo hora” na presidência do Palmeiras. Desde que aceitou a exigência do treinador, e pagou a ele o maior salário do Brasil, seu fracasso ficou evidenciado. E ainda não foi retirado, não se sabe a razão.

O treinador, a partir do momento em que resolveu se confrontar com Luxemburgo, pelo salário, não ganhou mais nada. Em outubro, já era considerado Campeão do Brasileirão. 3 meses depois, perdeu tudo, o Palmeiras não está nem na Libertadores. Agora, longe do título paulista, é goleado pelo São Caetano.

Há 20 dias, escrevi: “Não demora e o próximo emprego de Muricy, deve ser o de treinador do Ipatinga”. Não foi desapreço, desatenção, desinteresse ou desprezo. Fui à inauguração da cidade, há 50 ou 60 anos, com meu jovem amigo, o homem de publicidade Ivan Meira. (Que além disso era genro de Cícero Leuenroth, dono da Standard Propaganda, a mais importante da época. Ainda não existiam as agências que cresciam com o marquetismo ou o mensalão).

Quatro meses depois, íamos novamente a Ipatinga, surgiu um compromisso, não pude ir, o avião da empresa caiu, perdi um amigo, o Brasil um publicitário competente e dedicado.

Agora, Muricy encontrará trabalho, mas não com um empregador como Belluzzo, que disse, “não posso pagar o que ele pede”, mas pagou. Para quê? Para esse vexame, a inutilidade de 2009, que se projeta para 2010?

Para a recuperação completa, falta a saída de Belluzzo. É bem possível, minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá.

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