Os poetas são estrelas vivas, brilhantes, ascendentes, que vivem como pessoas comuns e se revelam ao mundo

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Liisiê Silva traça a definição da vida do poeta

Paulo Peres
Poemas & Canções

A poeta amazonense Lisiê Silva faz uma homenagem especial a quem transforma sentimentos em poemas espalhados pelo mundo. E tem toda razão de dizer que os poetas são estrelas que vivem como se fossem pessoas comuns.

POETAS SÃO ESTRELAS
Lisiê Silva

Os poetas são estrelas…
Vivas, brilhantes, ascendentes…
Que vivem como pessoas comuns.
Se revelam ao mundo
através de suas palavras: A Poesia.

São os sábios dos sentimentos.
Doutores nos segredos da alma.
Escultores da grandeza do espírito.
São os mágicos da vida:
Transformam a alegria,
a dor e a tristeza
em arte de rara beleza.

São pensadores que entendem
a maior de todas as ciências:
A do coração!
São loucos de amor,
passivos no seu mundo interior.
Amantes criativos,
Sonhadores perdidos.

São apaixonados evoluídos.
Astros viajantes do tempo.
Estrelas vivas que acendem
o universo da paixão.

2 thoughts on “Os poetas são estrelas vivas, brilhantes, ascendentes, que vivem como pessoas comuns e se revelam ao mundo

  1. 1) Poesia é uma coisa tão bonita, que o Sábio Confúcio, na multimilenar China. falava em um “Livro de Poesia” que continha dicas para governar bem um Estado.

    2) Confirmem: O Pensamento Vivo de Confúcio, Livraria Martins Editora, 1965.

    3) A excelente tradução é do então Governador Carlos Lacerda.

    4) Pensamento do dia: “Todos os que detém o governo tem de seguir o cultivo do caráter” – pág.57.

  2. Vamos ver uma amostra dessas “estrelas ascendentes”? Vale a pena, ao menos para entreter a gente. Vamos lá:

    O Augusto que era dos Anjos, mas gostava de falar do inferno, moldou esses versos:

    Acostuma-te à lama que te espera!
    O homem, que, nesta terra miserável,
    Mora, entre feras, sente inevitável
    Necessidade de também ser fera.

    Se alguém causa inda pena a tua chaga,
    Apedreja essa mão vil que te afaga,
    Escarra nessa boca que te beija!

    O Sapo de Toga, para expressar seu amor, falou em sexo e ardor:

    Queria ver-te nua, nua, inteiramente nua,
    Não por erotismo, embora assim pareça,
    Mas para que em teu corpo não exista
    Um só milímetro que eu não conheça.

    Queria em teus seios macios tocar,
    E no teu corpo o meu aquecer;
    Queria ter-te, sôfrega, a exsudar
    O suor quente do lascivo prazer.

    Isso é ser amante criativo e sonhador perdido? Ou um tarado por sexo?

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