Subserviência globalizante e nominal

Ontem inaugurados 3 edifícios na Lagoa Rodrigo de Freitas (Antigo dono do Jardim Botânico, vendido a Dom João VI, logo que chegou ao Brasil).

Podem se revoltar

Construídos onde era um posto de combustível e casa de espetáculos, Chico e Paulo Caruso, mais o Veríssimo, fizeram shows engraçadíssimos. Nomes: 1) lago Maggiore. 2) Lake Front. 3) Diamond Nobless. Com royalties para Armando Falcão, “nada a declarar”. (Exclusiva)

Barcelona, o melhor time da Europa

Desculpem mas não posso deixar de exaltar a conquista. Meu pai nasceu em Barcelona, adoro a cidade, o time, seu povo e suas lutas. Não se rende nem se entrega.

Combateu o ditador Franco, em quase 50 anos

Foi intransigente. Seu povo sofreu, a Catalunha sofreu, o time e o clube, sofreram. Franco patrocinava o Real Madri, tentava humilhar e intimidar o Barcelona. Mas não se intimida nem se humilha um povo de lutadores pela democracia. (Exclusiva)

A Ferrari não se interessa mais pelo ano custoso de 2009

Já disse isso há uma semana. É lógico, claro e evidente que adoraria ver Felipe Massa na pista.

Em 2010: Ferrari, corrida em massa

Só que não tem condições físicas pessoais. E como equipe, a Ferrari quer esquecer o HOJE, só pensa no AMANHÃ, 2010. (Exclusiva)

Realidade inédita e surpreendente

O Aberto de Tênis dos EUA começa diz 31 de agosto. É um dos 4 mais importantes. Normalmente é televisado (e não televisionado) pelo Sportv ou Espn.

Harmonia e bom senso?

Agora os dois canais por assinatura estão fazendo publicidade: “Vamos transmitir o Aberto dos EUA”. Se exibirem mesmo, disputando a concorrência, ótimo. (Exclusiva)

O Senado trata Dona Lina como marginal, na Bolsa e no câmbio, movimento marginal

Nunca se viu um procedimento igual ao que alguns senadores dispensaram (quer dizer, utilizaram) interrogando a ex-secretaria da Receita Federal.

A-B-A-N-D-O-N-A-D-A

Foi nomeada por esse mesmo governo, que logicamente confiava nela. Não precisa ser nenhum gênio como Sarney para constatar: não confia mais.

No cassino de ações, investidor sem ação

Às 13 horas e 15 minutos, a Bovespa em alta insuficiente, mas desde o início. Abertura: 55 mil 580 pontos, mais 0,65%. Neste momento, 55.760, alta de 1%. Volume de 1 bilhão 700 milhões, algum rescaldo, que palavra, da jogatina de OPÇÕES.

O dólar não sobe nem sai de cima

Começo: 1,86 alto, menos 0,55%. Agora, 1,85 baixo, menos 1,50%. Só que aí a jogatina é violentíssima.

Se Sarney não fosse intocável, Dona Dilma poderia liquidar tudo

O problema de ter havido ou não havido o encontro Dilma-Lina (leia o post anterior) se transformou numa questão nacional. E não precisaria ter se transformado na sensação do momento.

Dilma: “Conversei, sim”

A Ministra Chefe da Casa Civil tinha uma arma carregada, só que se apertasse o gatilho, atingiria precisamente aquele a quem tinha (e tem) a obrigação de preservar.

Esclarecimento numa frase

A camisa-de-força do Poder, que massacra tanta gente, amarrou a Chefe da Casa Civil. Bastaria dizer: “Chamei, sim, a secretaria da Receita Federal, queria a AGILIZAÇÃO da ação. Para mim, ninguém está acima da lei. Ela achou isso surpreendente”. (Exclusiva)

Dona Lina, ex-da Receita, conclusiva

Começou a depor às 11:10. Com 5 minutos já haviam percebido que sabia tudo o que tinha que dizer. (E estavam presentes nesse CCJ, os líderes de todos os partidos, lógico, os principais).

Brilhante e desenvolta

Contou tudo, sem hesitação (Ao contrário de suplentes, que mal sabiam ler o que escreveram para eles). Dona Lina terminou, até de forma correta do ponto de vista vernacular: “Confirmarei tudo, em qualquer INSTÂNCIA OU CIRCUNSTÂNCIA”.

Renan e Romero Jucá

Surpresa os dois sentados lado a lado, conversando e tomando notas, freneticamente. No auge da formação da CPI da Petrobras e da indicação para o Conselho de Ética, discriminado por Renan, Jucá reagiu publicamente: “O que é que o senhor tem contra mim?”.

Amigos para sempre

Pelo visto, se havia alguma discordância ou até hostilidade, terminou. Nem Renan nem Jucá são homens de guardar “ódios no freezer” (royalties para Tancredo Neves). Na primeira fila, os dois tentando evitar qualquer choque, e como eram apenas dois, não formavam uma tropa.

500 perguntas inúteis

Os suplentes estavam ansiosos, angustiados, não queriam perder um segundo da “fama que conquistaram longe do povo”. É o assunto do dia, verdadeiro, tão verdadeiro, que toda a BASE está requisitada e atuante.

Reforma política, partidária e eleitoral

Por que com sua força e prestígio (como aparece nas pesquisas), Lula não faz o que consolidaria seu prestígio até mesmo depois que saísse, quando saísse e até se saísse?

Ninguém se interessa. Base e oposição, contra

Sem essas reformas, presidente, continuando com partidos que só têm cúpula e sede, nada será feito. O senhor também não resolve formar PARTIDOS AUTÊNTICOS, o que o seu PT já foi. (Exclusiva)

De retrocesso em retrocesso

Os Três Poderes são autônomos e independentes entre si. É o que diz a Constituição. Absurdamente, o governo (t-o-d-o-s) têm líder na Câmara e no Senado (ou o que sobrou dele).

Lula equivocado sobre o país

“O debate sobre a agenda empobrece o país, que tem coisas mais importantes a tratar”. Não tem, não, presidente, na raiz dessa discussão, o problema maior é a corrupção e a usurpação da verdadeira política, pelo que se chamava na República Velha de “política de campanário”.

Aplausos para Calderon

Veio, viu e venceu o presidente do México. Não transigiu,não concordou, não silenciou: “Não aceitamos intrusão ou atividade militar em nosso território”.  Era um protesto veemente conta a “invasão” americana da Colômbia.

Calderon tem razões históricas

Além da convicção, o presidente do México não pode esquecer o ROUBO do território do país por esses mesmos americanos. Apesar dos 155 anos decorridos.

Um terço do território do México “pertence” aos EUA

Em 1854/55 era ainda um país pequeno, sem expressão. Avançou nos vizinhos. “Tomou” do México o Texas (hoje o maior estado americano), a Califórnia, o Novo México e outras partes que formam os 9 milhões e 100 mil quilômetros quadrados de hoje.

Até o presidente da Coca-Cola se “elegeu” no México, nunca mais

Se Calderon fosse presidente na época do roubo, os EUA teriam sido expulsos. Mas esse domínio durou tanto que o até o dono da Coca-Cola “presidiu” o México. O que não aumentou a renda líquida do País. (Exclusiva)

Grandeza e desprendimento: Lula elogia o diploma

“O nível de debate no Senado está abaixo da média de compreensão de nossa sociedade. Os senadores são formados, têm mais de 35 anos e sabendo que a televisão está transmitindo, deviam ser mais civilizados”. (Quem disse isso? O presidente Lula).

O presidente e o ex Sarney

Depois de 4 afirmações (duas contra e duas a favor de Sarney), Lula desempatou (sem dar nenhum nome), mas pela primeira vez no caminho do irrevogável. Só que ninguém sabe se ficará em silêncio ou voltará a falar pela GOVERNABILIDADE.

Porque Sarney quer continuar

Presidente do Senado (e consequência, do Congresso) tem dividendos bancários e imóveis. Mas tem também a representatividade e a visibilidade do cargo.

Olha eu aí, sou o Sarney

Esteve com Zelaya, agora com Calderon, Lula faz questão de mostrá-lo. Se Obama vier ao Brasil, Sarney estará com ele. E talvez leve o namorado da neta,mesmo que a neta fique em casa.

Cidade da Música e sem som

Cesar Maia tinha acordo com Garotinho e Picciani. Ele e o presidente da Alerj, senadores, Garotinho governador. Só este confirmou.

Picciani continuará estadual, Cesar Maia, deputado federal. E o filho? Perguntei isso ano passado, quando fizeram o acordo. (Exclusiva)

A empreitada de Sarney-presidente

Manchete do Estado de São Paulo: “Empreiteira pagou 2 imóveis para a família Sarney em São Paulo”. Só dois? E examinaram apenas SP? Precisam verificar as relações de Sarney-presidente da República com a Mendes Junior, lógico, empreiteira poderosa. (Exclusiva)

Se as pesquisas ERRAM na boca de urna, como acreditar nelas 16 meses antes?

Qualquer levantamento sobre uma eleição que se realizará em outubro de 2010, só como divertimento para os “líderes” ou constrangimento para o povo, que deveria dar a última palavra. Só dá a palavra não como a última, mas “elegendo” o último, que é o suplente. Agora ultrapassado pelo segundo, mesmo que só seja aristocrata no nome.

E em matéria de representatividade o sistema político e partidário do Brasil é dos mais atrasados do mundo. Avançamos na apuração, mas não na votação. Então, vamos somando os votos dados a candidatos que não têm partidos, mas estão sempre bem colocados junto às cúpulas.

Dilma, Heloísa Helena, Marina

Três mulheres, significando as conquistas femininas no mundo inteiro. Todas elas têm alta representatividade, participação e não é de hoje. Mas quem irá escolhê-las? O sistema brasileiro é dito pluripartidário, mas em matéria de penetração popular vale tanto quanto o Partido Republicano, de 1894 a 1930. (Em homenagem à República, que não é a dos nossos sonhos, digamos, de 1889 a 1930).

E se elas fossem do PMDB ou do PSDB?

As 3 possíveis, supostas ou pseudas candidatas já foram ou ainda são do PT. Heloisa Helena, brava senadora, saiu do partido, única possibilidade de ser candidata, se é que isso pode ser identificado como candidatura. Lá se foi a primeira presidenciável.

Outra mulher que deixa o PT-PT

Do Acre veio a segunda. Senadora, ministra, lutadora, criativa e ambientalista, cumpre o mesmo destino da presidenciável de Alagoas. Não tem qualquer chance de se apresentar ao povo pelo PT, tem que deixá-lo.

Mas deixa um partido que não a quer, por um outro que, querendo, só pode admirá-la, endeusá-la, mas não elegê-la.

A terceira, a única que tem que ficar

Dilma Rousseff, que contradição, não pode sair do PT, com um destino já totalmente viabilizado antes mesmo de ser percorrido. Se sair do PT, desaparece, se ficar, não aparece.

30 de setembro, 31 de março

Heloisa Helena e Marina Silva não têm datas “eliminatórias”. A ex-senadora fundou o partido, a atual senadora já vai se inscrever no PV, questão apenas de data. E nenhuma das duas precisa se desincompatibilizar.

A data de Dona Dilma não é a DataFolha

Ela tem primeiro que mostrar a ficha do partido, tudo com ela é complicado, tumultuado, precisa ser confirmado. Mas a última, a de 31 de março, é irreversível. Ficando, não é candidata. Saindo, dificilmente, ou melhor, de maneira alguma será candidata. Ela adora o PT, mas a recíproca não é verdadeira.

Expectativa, perspectiva, visão elucidativa

Nos 16 meses que faltam, as coisas podem melhorar para elas ou para uma delas? De jeito algum. Só se entrassem para um partido de massa, coisa que o PT já foi, mas há tanto tempo, quem lembra?

Lula, o referendo dele mesmo

Diante da espetacular aprovação que o presidente obtém nas pesquisas, nem sei como classificá-lo em uma palavra. Quem sabe seja referendo o que identifica, justifica, consolida, só que a Constituição não permite?

FHC e a reeeleição

Não são apenas os 11 Ministros do Supremo que podem interpretar a Constituição. Presidentes no Poder e com amigos cheios de recursos, também podem. Cláusula pétrea? FHC é sociólogo (é?), nada a ver com a Constituição.

*  *  *

PS – Serra, Ciro, Alckmin e os outros “machões eleitorais” não sabem até onde podem ir. Em 2002, Serra garantiu: “Estou com 60 anos, minha vez é agora”. Só não tem mais 60, mas para ele, na certidão de nascimento o que cresceu mesmo não foi a idade e sim a ambição.

PS2 – 16 meses é muito distante. 2010 é uma data, incerta, leve, quase uma folha.

DataFolha: quem vai ao segundo turno com Serra?

Pedro do Coutto

A pesquisa do Datafolha sobre as intenções de voto, hoje, para a presidência da República em 2010, reportagem de José Alberto Bombig, FSP de domingo, matéria também de André Miranda e germano Oliveira no O Globo de 17, fornece uma nítida leitura a respeito da posição dos candidatos e candidatas. Foram colocados dois cenários básicos:José Serra lidera em ambos com ampla margem.

No primeiro alcança 37% contra 16 de Dilma Roussef, 15 de Ciro Gomes, 12 de Heloisa Helena. Altíssimo este percentual para uma legenda pequena como o PSOL. No segundo cenário, já aí com Marina Silva, Serra tem 36 pontos contras 17 de Dilma, 14 de Ciro, os mesmos 12 de Heloisa Helena, o que assinala uma constância definida, apenas 3% para Marina Silva. Deve-se levar em consideração que foram poucos os dias entre a anunciada disposição da senadora pelo Acre de disputar a sucessão de Lula e a pesquisa do datafolha.

Assim não houve tempo para que o levantamento pudesse aferir uma tendência mais sólida. Seja como for, com Heloisa Helena no páreo ou não, Marina Silva não poderá ultrapassar a barreira de 8 a 10%. Entretanto, este índice abala a decolagem da ministra chefe da Casa Civil.

Mas eu falava na leitura realista da pesquisa. Creio que os números deixaram no ar uma pergunta: quem deverá enfrentar o governador de São Paulo no segundo turno? Ele parece,não por esta, mas por todas as pesquisas realizadas até hoje,já ter assegurado o passaporte para o segundo turno. Mas vai enfrentar Dilma Roussef ou Ciro Gomes? Esta, hoje, é a questão essencial como disse o poeta há 400 anos nos palcos de Londres, antes de Hamlet ser exibido em todos os palcos do mundo.
Esta dúvida, inclusive, foi que certamente levou Ciro Gomes a se afastar da idéia paulista e se lançar pela terceira vez ao Planalto. Pois o Datafolha o colocou apenas um ponto atrás de Dilma Roussef.O nome da ministra ainda não se impôs no cenário, não conquistou espaço próprio.Abriu uma passagem para Ciro. Espaço próprio ela revela ainda não possuir. Tanto assim que o presidente Lula, pela mesma pesquisa, tem 67% de aprovação, escala extraordinária, mas sua candidata ficou no décimo sexto andar. Ainda não conseguiu arrebatar as bases petistas. Pois se tivesse arrematado, seu percentual de intenções de voto seria bem maior do que o espelho do instituto da Folha de São Paulo refletiu. Inclusive existe um outro aspecto que deve ser analisado.

Os candidatos apresentados ao eleitorado estão agradando. No primeiro cenário, sem Marina Silva, a soma dos percentuais que obtiveram atinge 80%.Muita coisa a quatorze meses das eleições e sem campanha na televisão.Sem apelo direto ao voto. No segundo quadro, com a presença de Marina, os impulsos vão mais além: 82%. Basta somar as parcelas publicadas pela FSP e pelo Globo. Como 7 por cento invariavelmente anulam o voto ou votam em branco, sobra somente uma faixa de 10%. Muito pequena. Compare-se com o panorama de outros estados, como o Rio de Janeiro, por exemplo, e vamos dimensionar bem a diferença. Os candidatos a presidente da República agradam a opinião pública.

São os nomes prováveis. A margem de uns sobre outros poderão se alterar. Mas não de forma muito significativa. A indagação quanto a quem será o adversário de Serra no desfecho final permanece. Ele está alcançando, inclusive, a percentagem de sempre, não sobe nem desce. Em 2002, teve 38 pontos no segundo turno quando perdeu para Lula. É o seu universo. Mas para vencer, no ano que vem, precisará ampliá-lo. Conseguirá? Vai enfrentar quem?

Se não puderem comprar, vão tomar

Carlos Chagas

Sendo quatro ou sendo  sete as novas bases militares americanas na Colômbia, parece  bom atentar para números bem superiores e  mais perigosos. Porque no mundo inteiro eram 865 os estabelecimentos castrenses que os Estados Unidos   mantém fora de seu território. Aliás, agora são 872. Registre-se que por bem ou por mal,  46 países   abrigam essas bases, em todos os continentes, perfazendo o total de 290 mil soldados ao  preço de 250 bilhões de dólares por ano.

Some-se a esse predomínio indiscutível das  forças armadas americanas no planeta a presença de sete frotas da sua Marinha de Guerra, patrulhando todos os oceanos com porta-aviões e submarinos nucleares. Para não falar, é claro, dos mísseis de todos os tamanhos e alcances,  incrustados em boa parte das bases terrestres. E fora delas, também.

Até a queda do Muro de Berlim, a explicação envolvia a bipolaridade mundial, pois a extinta União Soviética dispunha,  senão de igual, ao menos de razoável presença militar em países ao seu redor. Desaparecido o “perigo vermelho”, porém, faltam justificativas para a existência de tamanho poder   fora de suas fronteiras. Afinal, mesmo que o complexo industrial-militar dos Estados Unidos se beneficie enormemente com encomendas sempre maiores de armas letais, 250 bilhões de dólares anuais bastariam para o presidente Barack Obama estabelecer o mais formidável sistema de saúde pública de todo o Universo, favorecendo sua população. Como isso não acontece, há que indagar porque.

Quem deu a resposta foi o Assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, general James Jones, em recente visita ao Brasil. Em demorada audiência com o ministro Edison Lobão, o gringo abriu o jogo. Reconheceu que segurança, hoje, para a nação americana, traduz-se em energia. Garantir petróleo e outras fontes energéticas transformou-se na maior preocupação e no principal objetivo de seu país. Sem combustível, que não produz mais nas quantidades necessárias ao consumo, os Estados Unidos iriam atrás da vaca, quer dizer, para o brejo. Assim, todo o aparato militar é mobilizado para sustentar o abastecimento.

O general não falou, e nem precisava, que por esses motivos os americanos invadiram o Afeganistão e o Iraque, como poderão estar a um passo de fazer o mesmo com o Irã. Fica ridículo  inventar perigos e provocações inexistentes, como a existência de armas de destruição em massa ou instalações nucleares nos países cobiçados por dispor de petróleo.

Como o Brasil acaba de  requerer passaporte para entrar no clubinho dos privilegiados produtores em massa, é bom tomar cuidado. Por certo que  adiantará muito pouco mantermos  as reservas enterradas no pré-sal. Precisamos  extrair e vender, lógico que para os maiores compradores, entre os quais destacam-se os Estados Unidos. A China também, mas essa é outra história. O perigo está em nossa histórica falta de recursos e nossa natural mania de  deixar para amanhã  o que podemos fazer hoje.  Mesmo tendo os chineses oferecido quinze bilhões de dólares,  e o Eximbank, sete,  para ajudar nas operações do pré-sal, a coisa pode demorar. E eles exigem pagamento em petróleo,  daquele que vier a ser extraído.  Se  a demora causar preocupação ou acirrar necessidades prementes  por parte dos Estados Unidos, explica-se a razão de tantas bases, frotas e mísseis. Se puderem obter o produto por vias comerciais, ótimo. Não podendo,   tomarão…

Para comprovar não se tratar de sinistrose essa previsão, basta olhar para a História. Ao entrar na II Guerra Mundial os Estados Unidos decidiram começar pela invasão do Norte da África. Naqueles idos, nenhum avião conseguia sair de seu território e chegar ao Marrocos ou, mesmo, à Mauritânia. Tornavam-se necessárias bases intermediárias. O Nordeste e até o Norte  brasileiros eram  essenciais. Antes mesmo que o presidente Franklin Roosevelt se encontrasse com o presidente Getúlio Vargas, em Natal, os gringos já haviam fincado pé em Belém, Fortaleza, Recife e Salvador, para não falar na capital do Rio Grande do Norte. Construíram aeroportos, pistas e estradas que hoje fingimos só terem aparecido depois do aval do presidente brasileiro. Mentira. Já estavam sendo implantados, sabe-se lá em função de que acordo. Com a reunião dos dois presidentes mascarou-se a face da soberania nacional através da versão de que as bases só vieram depois que o americano comprometeu-se a mandar, desmontada, uma usina siderúrgica para sediarmos em Volta Redonda. Acrescente-se que os Estados Unidos estavam prontos para conseguir pela força o que conseguiram pelo diálogo a posteriori. Foi muito bom porque,  naquele caso, estariam lá até hoje.

Na Bovespa, TODAS as ações caíram

Na primeira postagem, (às 12 horas), a queda já era de 2,60% em 55 mil 170 pontos.

5 horas depois

No fechamento: 55.218, menos 2,51%. Quer dizer: trocaram chumbo, como gostam de falar. Não houve uma só alta, qualquer que seja o setor.

Volume f-a-l-s-i-f-i-c-a-d-o

Anunciaram movimento de 7 bilhões de reais, hoje é dia de vencimento de OPÇÃO. O que é isso? Jogatina desenfreada dentro da jogatina habitual.

Ninguém compra ou vende, apenas aposta no valor

Opção de ação, é uma forma de “cassinização”, que deveria ser proibida. Mas não é, como vão proibir apostas se esse é o forte do negócio?

Alta do dólar: satisfação para o exportador,
irritação do importador

Ao meio dia, já subia 1,65%, em 1,87. Foi sofrendo movimento e pressão, acabou em 1,874, subindo 1,42%.

Hino da Jamaica

Fantástico, dois homens no pódio, duas mulheres também. Conheci o país indo para Cuba, não havia voo direto.

Ruínas aristocráticas

Fiquei um dia e meio, deu para ver de perto o que sobrou da ordem da Rainha Vitória ao “pirata” Morgan: destruir tudo. Agora, que prazer. (Exclusiva)

Volkswagen bate recorde

Milhares de carros, MODELO 2010, serão retirados por causa de defeito perigoso. Espantoso. Faltam 4 meses e meio para terminar 2009 e o modelo 2010 já está contaminado. (Exclusiva)