Parreira, o currículo de “pingente”

Ganha páginas e páginas dos jornalões, fotos, entrevistas chatíssimas nas televisões. Diz, espetacular: “É a minha OITAVA Copa”. É mesmo.

1- 1970 e 1974, AUXILIAR de preparador físico. (Treinador de goleiro era mais importante). 2- Em 1978, veio o capitão Claudio Coutinho, preparadíssimo, nem tomou conhecimento de Parreira.

3- Coutinho não ganhou na Argentina nesse 1978, ninguém ganhava daquela ditadura feroz e assassina. (Toda ditadura é). Também nada com Parreira. Como Coutinho morreu mocíssimo, pescando nas Cagarras, em 1982 surgia a grande seleção do Telê Santana. Que foi repetida em 1986, duas das maiores seleções do Brasil.

4- Em 1978 desempregado, em 1982 no Kwait, 1986 desempregado, Emirados Árabes 1990, Arábia Saudita 1998, nenhum título, participações medíocres. 5- Pulei 1994, a pior Copa da História, com o Brasil ganhando nos pênaltis. Mesmo “ganhando” nos EUA, foi despedido em 1998 e 2002, veio para o vexame de 2006. Não arranjando nada aqui, voltou à África do Sul. Se perder, o que esperavam? Se ganhar, conquista o mundo. Que República, perdão, que currículo.

Há 15 dias, quando começaram a falar que Joel Santana seria demitido na África do Sul, registrei: “Para o seu lugar, na certa, irá Carlos Alberto Parreira”. E coloquei outra nota há uma semana, com o mesmo título desta.

Ego maior que a competência

Aí ficou claro: Parreira esteve lá, viu que não dava certo, indicou Joel, procurou coisa melhor. Não encontrou, voltou e disse em várias televisões: “Quando saí de lá, deixei um PLANO DE TRABALHO TÃO PERFEITO, QUE DUROU ATÉ AGORA. POR ISSO ME CHAMARAM”. E continua sendo o “preferido” de 85 por cento dos jornalistas de rádio, televisão e blog.

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *