Sarney no cadafalso (2)

“Não renuncio de jeito nenhum”

Na belíssima e luxuosa ilha de Curupu (uma das provas do seu enriquecimento inexplicável), o presidente do Senado, em tom de lamento, repete dois bordões, como se fosse um humorista, que em vez de fazer rir, chora de si mesmo.

1. “O presidente Lula me telefonou?”. Como sabe a resposta, vai embora.

2. “Haja o que houver, não renunciarei de jeito algum”. Também sabe que sua força acabou, mas considera que se salvar o mandato, (dificílimo) ficará vagando pelos múltiplos anexos.

Então se volta para a solução de força, atirando no espelho, ou seja, nele mesmo.

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