Serra, Dilma e Ciro Gomes: perigo para a democracia

Os três têm em comum a capacidade de assustarem, e de não terem convicções. O atual governador de São Paulo perdeu duas eleições seguidas para prefeito de São Paulo. Aprendeu. Foi candidato ao Senado, lógico, eleito, tendo como suplente e financiador, o então “pai da Fiesp”.

Serra “pilantrópico”
e não filantrópico

Quem estabeleceu essa diferença foi o senador Ornelas. Serra senador, mas não estava lá, fazia incursões por vários ministérios. Em 2002 candidato a presidente, queriam retirar sua candidatura, reagiu: “Estou com 60 anos, minha vez é agora”. Está com 67, vai disputar com 68. E já admite ficar mais 4 anos como governador, concorrer a presidente com 72 anos.

Ciro liderava em 2002

Parecia um vencedor. Aparecia na frente nas pesquisas, inesperadamente começou a fazer tanta bobagem, que desapareceu. Teve um momento de “intuição genial”, voltou ao jogo com a simples mudança de domicílio.

Dona Dilma,
“olha aqui, minha filha”

Não será eleita, da mesma forma que Serra. Se sair mesmo candidata, será sua primeira eleição. Não há dúvida que é dura, sem respeito pela verdade, autoritária. Mas não tem energia.

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