A volta do “Departamento de Guerra”: quando as palavras provocam os conflitos

9 thoughts on “A volta do “Departamento de Guerra”: quando as palavras provocam os conflitos

  1. Trump chegou tarde.

    Semântica retardatária.

    Tríade nuclear consumada.

    Corrida armamentista global acelerada.

    Os anos 2020 estão muito distantes dos anos 1990.

    A aliança entre China, Coreia do Norte, Rússia, Irã, Índia chegou antes à realidade.

    Chineses projetam e trabalham enquanto você dorme…

    Venezuela é um barril de pólvora apoiado por Brasília.

    E o Brasil?

  2. Lamentavelmente contem como ajardinada cúpula, uma parte dos ovários infiltrados e mais inchados de uma das espécies de flores, da família das Cucubitáceas.

  3. Donald Trump vive um dilema atroz. Ao mesmo tempo, em que quer ganhar o prêmio Nobel da Paz na outra ponta estimula as guerras ao redor do mundo.
    Joga para a galera, querendo a paz, enquanto nos bastidores estimula a guerra em Gaza e na Ucrânia, duas vítimas de Binyjamin Netanihau e de Putin.

    O Pentágono virou um departamento de guerra mesmo, nesse sentido, Trump está certo ao mudar a nomenclatura para a realidade atual.

    Trump bombardeou o Irã para defender Israel, enviou submarinos para a costa russa e agora enviou seus destroiers para o Caribe, ameaçando a Venezuela de invasão. Trata-se de apenas uma ameaça, porque se entrar na Venezuela, terá que administrar o país e os americanos sabem, que o custo é muito alto. O exemplo do Afeganistão ainda causa medo nos EUA, sem falar no Iraque, duas tragédias e um fiasco para as tropas americanas. Custo altíssimo para manter os soldados em território alheio e caixões chegando nos aeroportos americanos todo dia.

    Entenderam, que é mais fácil, apoiar um líder traidor, que fará o que ele e seus interesses comerciais e financeiros, quiserem, do que invadir e conviver com o desconhecido.

    Trump não se interessa pela Venezuela, na verdade o imperador do mundo, manda um recado ao Brasil:

    Ou o governo Lula faz, aquilo que queremos ou vamos invadir para colocar lá um dos nossos aliados. Isso não é novidade, porque John Fitgerald Kenedy, ajudou a derrubar o presidente João Goulart, inclusive com a quinta frota de submarinos nucleares estacionada na costa do Espírito Santo, para a hipótese de uma reação do presidente Jango para permanecer no Poder.

    João Goulart foi avisado, de que o país entraria em guerra civil, se o governo resistisse aos golpistas de 1964.

    Trump quer reeditar aqueles velhos tempos de ingerência nos governos da esfera de influência dos EUA na América do Sul.
    Todos os governos da América do Sul, menos a Venezuela, eram de Ditaduras Militares. As mais cruéis foram no Chile e na Argentina. E, todas as Ditaduras apoiadas pelos governos americanos e por eles sustentada, sejam democratas ou republicanos.

    Quando não interessa a mais, o jugo dos militares só te o Poder Civil, os próprios americanos pressionaram para a devolução do Estado para o Poder Civil. Todos mundo obedeceu. No Brasil, inventaram a Distensão Lenta, Gradual e Irrestrita, lema do governo do general Geisel para ser implementada pelo general João Figueiredo.

    A história se repete como farsa e da pior maneira possível. O enredo é o mesmo, o que muda são os personagens.

  4. Trump não passa de um bufão megalomaníaco e abusador de mulheres.
    Ele precisa explicar a sua participação no caso Epstein, o multimilionário muito amigo dele. A imprensa americana suspeita que Trump participava das brincadeiras com meninas, menores na mansão de Epstein, que estranhamente morreu na prisão ou foi suicidado?

    Trump está se tornando um perigo para a humanidade. O imperador Nero era menos perigoso, porque tentou botar fogo em Roma. Donald está botando fogo no mundo.

    Trump quer meter seu bedelho, seu dedo podre em tudo que é lugar no planeta, da forma mais bizarra possível.
    Na verdade, Trump quer reduzir o poder da China, que se situa no retrovisor dos EUA, prestes a ascender ao posto de primeira potência mundial, colocando os EUA na incomoda posição de segunda potência.

    A última foto desta semana, de Xi Jinping presidente da China, junto com Vladimir Putin presidente da Rússia e Narenda Modi presidente da India, irritou profundamente Donald Trump. Ver seus inimigos Unidos em Pequim, a capital da China, quase fez o presidente americano surtar, num ataque de nervos sem precedentes. Entrou no banheiro e só saiu três horas depois.

    Esse mundo, além de perigoso está virando uma piada de mau gosto.

  5. “Assim é, se assim lhe parece”.
    Para uns Trump é um cagão e Loola o bonitão, para outros, Trump é o bonitão e Loola um cagão.
    É só escolher o que lhe apraz.
    A questão não passa por ser um abusador de mulheres e um abusador de cabritas.
    Assim é, se assim lhe parece!

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