
Medida é vista como necessária diante da possibilidade de fuga
Por Mariana Muniz
O Globo
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliam que a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro está fundamentada em fartos elementos, todos eles apontados em decisão do ministro Alexandre de Moraes. Por isso, a tendência na Primeira Turma da Corte deve ser a manutenção da prisão. A sessão do plenário virtual da Primeira Turma do STF foi marcada para segunda-feira pelo ministro Flávio Dino.
Das 8h às 20h, os magistrados Primeira Turma do STF vão analisar a decisão de prisão preventiva de Jair Bolsonaro determinada por Alexandre de Moraes. Para integrantes da Corte ouvidos pelo O Globo, a prisão preventiva decretada por Moraes era necessária porque estava clara a possibilidade de fuga por parte de Bolsonaro.
VÍGILIA – Na avaliação de um ministro da Primeira Turma, qualquer outra pessoa condenada que tivesse uma vigília convocada para a porta de sua casa faria com que as autoridades policiais ficassem em alerta e vissem o risco de fuga a partir da aglomeração.
A leitura entre esses ministros é que a decisão de Moraes cumpriu o que está previsto no Código de Processo Penal, e serviu para evitar uma possível fuga por parte do ex-presidente, que estava cumprindo prisão domiciliar. Na decisão de Moraes, há ainda o registro de tentativa de rompimento da tornozeleira eletrônica à 0h08 deste sábado.
RISCO DE FUGA – Neste sábado, Moraes determinou a prisão preventiva de Bolsonaro, que foi levado para a Polícia Federal. O ministro atendeu a um pedido da corporação, que avaliou o risco de fuga a partir de uma vigília convocada por Flávio Bolsonaro para este sábado em frente à residência de Bolsonaro.
A prisão preventiva decretada não diz respeito à execução da pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado a que o ex-presidente foi condenado em setembro pela Primeira Turma do STF.
Quem manteve-se “dentro das quatro linhas”, lucidamente as romperia?
“Associando” o evento “Bolsonaro/ tornozeleira”, à:
“A Técnica de Controle Mental Conhecida como Pensamento Mágico.”
Autor: Jeremy James, 30/11/2017.
“A elite estuda o controle mental há séculos. Naturalmente, eles não se unem ao que sabem, pois o controle mental exerce um papel fundamental no plano deles de escravizar a humanidade. A força física e o poder militar são usados para impor mudanças inesperadas ou descontínuas sobre a sociedade, porém o gerenciamento contínuo e previsível das massas requer um conjunto diferente de instrumentos. Entre eles estão o medo, a desinformação, a história falsificada, a ciência fraudulenta, promessas vazias, distrações infindáveis (“diversões” e “entretenimento”), excesso de trabalho, privação de sono, pornografia, nutrição nutrição, impostos pesados, taxas de juros elevadas, honrarias e títulos, sociedades secretas, narcóticos e uma máquina de propaganda abrangente para manter tudo isto (“o governo” e a “mídia”).
Praticamente nem é necessário falar sobre qualquer um desses aspectos, pois eles já são bem compreendidos. Alguns envolvem controle mental de um tipo óbvio, enquanto outros simplesmente prejudicam nossa capacidade de pensar clara e objetivamente.”
PS. Continua, em:
https://www.espada.eti.br/pensamento.asp
DE FATO, CHEGAMOS NO FUNDO DO POÇO.
“Der entscheidende und monumentale Unterschied zwischen dem deutschen Bundeskanzler und dem brasilianischen Politiker Eduardo Paes liegt in einer einzigen, beispielhaften Tatsache:
‘Unser Bundeskanzler wurde in seinem gesamten öffentlichen Leben niemals wegen Diebstahls öffentlicher Gelder verurteilt. Dasselbe kann tragischerweise nicht über den Politiker gesagt werden, der ihn angriff.'”
(A diferença crucial e monumental entre o chanceler alemão e o político brasileiro Eduardo Paes reside em um único fato exemplar:
Nosso chanceler jamais foi condenado por desvio de verbas públicas em toda a sua carreira política. Tragicamente, o mesmo não se pode dizer do político que o atacou)
A nota do Governo Alemão veio a público para esmagar a indigência moral e cultural da classe política no Brasil.
O Abismo da Ignorância e a Banalização do Horror
A acusação de que o Chanceler seria um “Filhote de Hitler” é um ato de charlatanismo político que beira o delírio. A História, ignorada pelo irresponsável Paes, registra que o avô do Chanceler, de origem judaica, foi executado no campo de extermínio de Treblinka. Ao traçar essa obscena e leviana comparação, o prefeito do Rio de Janeiro não agrediu apenas a figura de um líder de Estado, mas demonstrou um desprezo chocante pela memória da Shoah e insultou toda a Comunidade Judaica com sua desídia moral.
O Desconforto da Verdade: Do Chucrute à Poliglota
A indignação do Chanceler, que o levou a declarar alívio por “IR EMBORA DO BRASIL”, não se deveu apenas às deploráveis condições de acomodação e estrutura da COP30. O estopim foi um episódio de arrogância e má-fé flagrante ocorrida durante um diálogo com o Presidente da Colômbia, no qual o Presidente Lula proferiu, em Português, a chacota desprezível: “Este é um nazista comedor de chucrute, amiguinho do Trump”.
A sorte, para o Chanceler, e o revés, para o dueto de monolíngues que governa o Brasil – personificado por Lula e seu remedial imitador carioca, Eduardo Paes – é que o líder alemão é um poliglota fluente em oito idiomas, incluindo o Português. Diferente dos parcos dotes comunicativos dos líderes brasileiros, ele compreendeu cada sílaba da ofensa, somando-a aos comentários jocosos e rasteiros sobre a Alemanha feitos pela assessoria da Primeira-Dama Janja, no jantar.
A saída apressada não foi um capricho, mas a resposta a um ambiente político tóxico, incivilizado e grosseiro.
Ficam, assim, esclarecidos ao povo brasileiro os fatos. A mácula da corrupção que persegue o ofensor, e a inconsequência de quem, com histórico comprometido, tenta atirar pedras em um vidro limpo… (AFPP)”
Fonte: https://www.instagram.com/p/DRPn8dqkUDF/?igsh=MXFrYmV4NmVhaWZwaA==
Enquanto você, leitor, estiver assistindo à chegada do ex-mito na cadeia, lembre-se: ali vai o maior criminoso da história da República.
Mesmo assim, o ex-mito pode morrer sem ser condenado pelo pior crime que cometeu, o asfixiamento em massa de brasileiros por falta de vacina durante a pandemia de Covid-19.
Por alguns meses, em 2021, mais de um terço das mortes por Covid no mundo aconteceram no país, onde vive 2,7% da população mundial.
Fonte; Folha de S. Paulo, Opinião, 22.nov.2025 às 15h12 Por Celso Rocha de Barros, Servidor federal, é doutor em sociologia pela Universidade de Oxford (Inglaterra).
Nhô Victor, aplaudiria!
https://www.instagram.com/reel/DRH6gIXEUhR/?igsh=MWkxOGtpY2xoNWlkeA==
Não levo fé nos que só sabem tirar as castanhas do fogo com as mãos alheias.
É assim com os fariseus, posam de Tiradentes com o pescoço dos outros.