
Residência permaneceu ativa mesmo após a fuga
Luis Felipe Azevedo
O Globo
O ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) terá que entregar o seu apartamento funcional após ser cassado pela Mesa Diretora da Câmara na última quinta-feira. O imóvel funcional, localizado na Asa Norte (DF), deverá ser desocupado em até 30 dias.
Ramagem teve o mandato cassado em decorrência da condenação no processo que apura a tentativa de golpe de Estado e após determinação do STF pela cassação por decisão da Mesa da Câmara. “Conforme determina o art. 6º, inciso II, do Ato da Mesa 5/11, o ex-deputado Delegado Ramagem terá 30 dias para desocupar o apartamento funcional, a contar do dia 18 de dezembro”, disse a Câmara ao O Globo.
ATIVO APÓS A FUGA -. Dados disponibilizados pela Casa Legislativa mostram que Ramagem começou a fazer uso do imóvel funcional em 10 de março de 2023. A residência permaneceu ativa mesmo após a fuga do parlamentar aos Estados Unidos às vésperas do fim do julgamento da trama golpista pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Atualmente a Câmara possui 447 imóveis funcionais destinados à residência dos parlamentares em exercício. As unidades estão localizadas nas Asas Sul e Norte do Plano Piloto, uma das regiões mais nobres de Brasília.
As regras da Câmara determinam que os imóveis são distribuídos de acordo com uma lista de interessados. Quem ficar sem imóvel pode solicitar o auxílio-moradia, hoje de até R$ 4.253,00 por mês.
ESTRESSE – O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que a decisão de cassar o mandato de Ramagem foi tomada após a maioria dos líderes partidários se manifestarem contra a possibilidade de elevar um “estresse institucional” com o STF.
Inicialmente a previsão era que a decisão fosse tomada por decisão do plenário da Câmara, mas, após a Casa não ter atingido o número de votos necessários para cassar a deputada Carla Zambelli (PL-SP), o que contrariou decisão do Supremo, foi decidido que o caso de Ramagem não deveria ser submetido a voto.
— A questão do Ramagem, que estava prevista para ir ao plenário, por decisão dos líderes e dos membros da Mesa e para evitar um novo episódio de conflito, de estresse institucional, houve uma decisão aqui capitaneada pelos líderes de que pudéssemos decidir isso pela Mesa — disse Motta, em conversa com a imprensa.
eleição presidencial de 2026
só há efetivamente dois pré-candidatos no campo de jogo: o barba, à reeleição, e flávio, lançado pelo ex-mito da cadeia.
caso flávio não emplaque, o ex-mito poderá, lá na frente, ainda que remotamente, vir a lançar o fantoche tarcínico, passando então rachadinha para vice na chapa.
e quanto ao movimento de ‘figurantes’, que ora fazem ratinho, zema, caiado e outros, não passa ainda de encenação.
1) Licença… li alhures…
2) PCC = Primeiro Comando do Congresso…
“Licença… Li alhures…”
Leu sim. Obrigado. Mas, se voltar lá não encontrará mais o texto.
Estranhamente, textos de expressão – em maiúsculas, portanto – têm desaparecido, sem nenhuma explicação.
Por essa razão e nesse caso, resolvi reescrever o comentário só em minúsculas.
Aliás, quanto às mensagens desaparecidas, minúsculo mesmo deve ser quem as têm apagado.
Como todos sabem, neste blog não publicamos ofensas, palavrões ou textos em maiúsculas.
Aqui na Tribuna, os comentaristas são educados e sabem que não é necessário gritar para ser ouvido.
Escrever em maiúsculas, ofender e usar palavrões são práticas de quem não se garante intelectualmente. Apenas isso.
CN
Desconhecia a restrição quanto a eventuais textos em maiúsculas.
Quanto às advertências em relação a ofensas e palavrões, e que esses termos são práticas de quem não se garante intelectualmente, seria desnecessário dizer que não se aplicariam ao caso.
Sendo igualmente dispensável a lembrança dos comentaristas serem educados e saberem não ser necessário gritar para ser ouvido.
Registramos, no entanto, o nosso reconhecimento quanto à pertinência e relevância das referidas normas adotadas e aplicadas ao blog. Parabéns.