
Charge do Cláudio (Arquivo do Google)
Thaísa Oliveira
Caio Spechoto
Folha
Com um senador e um filho do presidente Lula (PT) na mira, a CPI do INSS terminou o ano sem saber se a investigação será encerrada em 28 de março, como previsto inicialmente, ou prorrogada por até 120 dias.
A decisão, ao fim, será do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Integrantes da comissão dizem não ter tido nenhum sinal do senador até agora, mas pessoas próximas a ele veem a prorrogação como improvável.
PRESSÃO – Antes da operação da Polícia Federal e da CGU (Controladoria-Geral da União) que trouxe o senador Weverton Rocha (PDT-MA) para o centro das suspeitas, integrantes da CPI diziam ser certo que a comissão acabaria em março. Com a operação, a oposição aumentou a pressão para que a CPI seja estendida por mais quatro meses —o que empurraria o relatório final para julho, a poucos meses das eleições.
Parlamentares protocolaram um pedido de prorrogação com mais de 200 assinaturas, mas técnicos do Congresso dizem que há dúvidas se o pedido vale automaticamente ou depende do aval do presidente. “O número de assinaturas já foi obtido. A dúvida é se [a ampliação] será automática”, diz o relator, deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil-AP).
Um integrante da CPI avalia que Alcolumbre pode adotar o meio-termo e prorrogar a comissão por mais um mês apenas, para evitar aborrecimentos. Deputados federais e senadores da base governista também não fecharam uma posição conjunta sobre o assunto. Um deles admite que, com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no alvo do relator, quanto antes a comissão acabar, melhor.
Lula é favorito na disputa eleitoral: a reeleição é sua prioridade
O Financial Times acertou ao elencar os bons resultados econômicos, o sucesso da negociação de Barba com Laranjão e a desordem da direita como indicadores objetivos a favor da reeleição do petista.
O ano eleitoral de 2026 chega com Flávio Rachadinha sob holofotes, Tarcínico restrito a SP e Barba reeleito.
Ao vetar um reajuste de R$ 160 milhões para o Fundo Partidário, já no 1º dia de 2026, Barba não estava preocupado com economia, apenas com um cálculo eleitoral.
Ele não declarou guerra ao Congresso, porque a guerra já é escancarada, e ele não vai queimar popularidade com o bolsonarismo, carimbado por Eduardos, Zambellis e Ramagens, a esquerda, de uma fragilidade de dar dó, e o Centrão, insaciável.
Logo, fez o melhor para ele: agradar à sociedade.
Lula gosta de gastar, o governo gasta mais do que deve e a conta vai chegar – sem Haddad para segurar o tranco.
Entre um responsável equilíbrio de receitas e despesas e a irresponsável gastança para a compra de votos no atacado, Barba não deixa dúvidas: a reeleição é sua prioridade número um.
Depois se dá um jeito na crise fiscal, com teto, arcabouço, qualquer mágica.
Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, Política, 01/01/2026 | 21h11 Por Eliane Cantanhêde, em momento de êxtase como fã de Barba.
O problema não são os escândalos que, com Lula, num próximo mandato, tinham tudo para chegarem à casa dos trilhões.
Psicoptas são incuráveis.
https://veja.abril.com.br/coluna/augusto-nunes/o-psiquiatra-ednei-freitas-analisa-a-cabeca-de-lula-esse-tipo-de-psicopata-e-dificil-de-curar-e-o-paciente-nao-melhora-na-cadeia/
A questão é a queda do seu mecanismo de legalização e ocultamento de suas pilantragens, o STF, que está sobre forte
escrutínio da Sociedade, face à derrapada no caso Banco Master, que revelou que seu papel nada tem a ver com a “defesa da Democracia”.
Este álibi funcionou no Mensalão, na Lava Jato e no absurdo silêncio do assalto aos aposentados.
Mas funcionará neste caso Master?
A censura nas próximas eleições comerá solta, como na última? (Acho impossível, por enquanto).
Os parlamentares não serão atingidos, não por alguma questão ética, mas puramente eleitoral, com este último escândalo?
Aguardemos.
Isso é que é profecia, o resto é papo de cartomante.
“Com o tempo vão roubar até as prensas da Casa da Moeda”.
Ilustres partícipes da TI , desejo-lhes um feliz e abençoado ano novo 2026 , sob a graça e benção de nosso bom Deus , desejo-lhes tudo de bom , extensivo aos seus familiares .
Saudações! Gratos e igualmente ao Senhor, José Carlos, e à sua Família.
Fé em Dias Melhores. Fé, esperança e sorte a todos.
Abraços.