
TCU determina inspeção no BC sobre liquidação do Master
Roseann Kennedy
Estadão
O Tribunal de Contas da União (TCU) mandou instaurar, nesta sexta-feira, 2, uma inspeção no Banco Central para avaliar a liquidação do Banco Master. O despacho foi assinado pelo presidente da Corte de Contas, Vital do Rêgo.
Segundo ele, a medida é um rito do processo conduzido pela unidade técnica do tribunal, por solicitação do relator do caso, ministro Jhonatan de Jesus.
NA ROTINA – “Faz parte do rito e segue os prazos, após o Banco Central enviar as primeiras informações ao TCU. A inspeção vai permitir à unidade técnica ter acesso a documentos que embasaram a liquidação do banco”, afirmou à Coluna do Estadão.
A decisão, entretanto, ocorre em pleno período de recesso da Corte, causando mais um estranhamento em relação a pressão do TCU sobre o BC no caso Master.
Segundo apurou a Coluna, Jhonatan de Jesus havia reclamado ao presidente do TCU sobre o teor da nota técnica enviada pelo Banco Central ao tribunal.
JUSTIFICATIVA – Em resposta à Corte de Contas, o BC apresentou um documento de 18 páginas relatando o que foi determinante para ordenar o encerramento das atividades do Banco Master.
O BC afirmou que a liquidação do Banco Master se deu em razão de uma “profunda e crônica crise de liquidez” da instituição e de um “grave e reiterado descumprimento de normas que disciplinam sua atividade” por parte da empresa de Daniel Vorcaro.
O documento salienta que recursos do Master foram “reciclados por meio de uma cadeia de fundos e sociedades interpostas”. O objetivo seria dar aparência formal a transações com a mesma origem e o mesmo beneficiário final – o próprio Vorcaro.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – As autoridades que tentam defender Vorcaro e o Master, como os ministros Dias Toffoli (STF) e Jhonatan de Jesus,estão fazendo o investimento errado. Os crimes financeiros cometidos através do Master foram acintosos demais. O que se pode criticar é o fato de o Banco Central ter demorado demais a reprimi-los, pois a podridão começou quando Roberto Campos Neto ainda era presidente do BC. Quanto ao novo ministro do TCU, é bom lembrar que ele, quando era deputado, foi investigado por suspeita de fazer parte da organização criminosa ligada ao senador Chico Rodrigues, do União Brasil. Mas quem se interessa? (C.N.)
Estamos vivendo um raro momento de questionamento de vários setores da sociedade, ainda não totalmente putrefatos e de próprios setores das oligarquias patriomoniaistas com o caso Banco Master.
É que a corrupção chegou em uma área, o mercado financeiro, que coloca em risco toda a Economia.
Uma coisa é o Mensalão, Lava Jato, assalto aos aposentados, outra coisa é atentar-se contra a confiança dos agentes econômicos no mercado financeiro.
O tamanho do Banco Master não é suficiente prum tsunami, mas uma sua eventual desliquidação, como apontaram importantes agentes públicos, poderia causá-lo, numa reação em cadeia e na total desnconfiança com o ssitema de fiscalização e regulação do mercado.
As oligarquias cleptopatrimonialistas são muito porra-loucas!
Quem depender de uma desliquidação, tá no mato sem cachorro, pois é absolutamente impossível.
Lula e seu Aprato começam o ano com duas derrotas internacionais: a queda do sanguinário ditador narcotraficante Maduro e a forte resistência do povo iraniana contra a ditadura medieval, que assassina mulheres por não usarem o véu.
Este é o Lula, nosso “defensor da Democracia”.
Que papelão do Vital do Rego e principalmente do Jhonatan de Jesus, ministros do TCU. Não merecem o Tribunal, aliás, o TCU serve para que? Abafar processos de corrupção como esse do Master? Tudo indica que sim. Impeachment já para Jhonatan Jesus e Vital do Rego. A quem esses dois ministros estão tentando proteger?
Esse não é o papel do TCU.
Desmoraliza o Tribunal perante a população, que está atenta a essas malandragens explícitas.
Falta vergonha na cara.
Completem o artigo com a foto do ministro, a Paraíba precisa saber quem é seu carrasco.
O ministro do TCU, Jhonatan de Jesus, indicado pelo deputado Arthur Lira, aos 39 anos é uma piada de mal gosto.
Tem que ser investigado, porque é um notório corrupto.
Ele está protegendo alguém, porque deixa de mão o corrupto igual a ele e avança contra o Banco Central.
No fundo são uns canalhas, essa é a palavra que tem que ser dita com todas as letras.
É por causa dessa gente tosca, que o país não avança.
Reitero, que o TCU deve ser extinto, porque não serve para nada.
Cabide de emprego de deputados e senadores aposentados ou que desistem de continuar no Parlamento
O ministro do TCU, Jhonatan de Jesus, indicado pelo deputado Arthur Lira, aos 39 anos é uma piada de mal gosto.
Tem que ser investigado, porque é um notório corrupto.
Ele está protegendo alguém, porque deixa de mão o corrupto igual a ele e avança contra o Banco Central.
No fundo são uns canalhas, essa é a palavra que tem que ser dita com todas as letras.
É por causa dessa gente tosca, que o país não avança.
Reitero, que o TCU deve ser extinto, porque não serve para nada.
Cabide de emprego de deputados e senadores aposentados ou que desistem de continuar no Parlamento
Fiquei perplexo com os pronunciamentos hoje, em cima do cadáver de Maduro, o insepulto, de integrantes da Direita brasileira.
Caiado, Zema, Sóstenes, Damares Alves, todos exaltando a Democracia na Venezuela.
Completos idiotas, não sabem que prenderam Maduro, mas o regime militar continua lá.
Outra coisa, esses mesmos parlamentares , adeptos de Bolsonaro, um notório golpista, contra o Regime Democrático de Direito, não teem moral para falar a palavra Democracia, gostam mesmo de uma boquinha de ditador.
Causa espécie, também, o silêncio dessas figuras grotescas saídas da Idade Média e reencarnadas aqui para nos atormentar, não deram um pio sobre a rede de proteção do dono do Master, Daniel Vorcaro, nas ações estranhas do ministro Dias Toffoli do STF e dos ministros Jhonatan Jesus e Vital do Rego do TCU, tentando investigar o Banco Central e atuando para dar um paraquedas para o corrupto Vorcaro.
Com essa gente tosca, o Brasil não avança e retrocede a olhos vistos. Perderam totalmentre a vergonha.