
Charge do Cazo (Blogg do AFTM)
Thaísa Oliveira
Folha
A CGU (Controladoria-Geral da União) abriu PADs (processos administrativos disciplinares) e recomendou a demissão de ao menos 14 oficiais de Inteligência e policiais federais supostamente envolvidos no caso da “Abin Paralela”. Até mesmo agentes que não foram indiciados pela Polícia Federal são alvo dos processos.
A CGU pede a demissão dos servidores públicos por diferentes episódios atribuídos à Abin (Agência Brasileira de Inteligência) durante a direção-geral do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL) e do sucessor dele, Victor Carneiro, no governo Jair Bolsonaro (PL).
MAPEAMENTO – Um dos casos citados é o da jornalista Luiza Alves Bandeira, do DFRLab (Digital Forensic Research Lab), ligado à organização sem fins lucrativos Atlantic Council. Durante o governo Bolsonaro, a pesquisadora mapeou páginas, perfis e grupos de redes sociais que difundiam ataques e fake news.
Segundo um trecho do processo ao qual o Painel teve acesso, a CGU aponta que o trabalho da Abin em relação à jornalista “foi clandestino, pois fora motivado por questões políticas de interesse do então governo, em detrimento da finalidade pública”. “O uso do First Mile [software de monitoramento de números celulares] ocorreu dentro desse contexto e, portanto, tratou-se de utilização indevida da ferramenta”, afirma a CGU.
CONTAS REMOVIDAS – A partir do mapeamento do DFRLab, o Facebook e o Instagram removeram em 2020 88 contas coordenadas pelo chamado “gabinete do ódio” da Presidência e por funcionários ligados ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e ao então deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
O inquérito da PF sobre a Abin paralela aponta que, com a remoção, houve um pedido explícito de Frank Oliveira, ex-diretor-adjunto da agência, e de Marcelo Bormevet, policial federal e ex-coordenador-geral do CIN (Centro de Inteligência Nacional), para “futucar” e “explodir” a jornalista. Os servidores públicos foram notificados pela Controladoria-Geral da União em 19 de dezembro para defesa. O prazo inicial, de dez dias, foi prorrogado por mais 15.
Como a comissão de processo administrativo disciplinar foi formada pela corregedoria-geral da CGU em 14 de novembro, Ramagem também é citado no processo. Hoje foragido da Justiça, ele foi demitido da Polícia Federal em 3 de dezembro após ter sido condenado por tentativa de golpe de Estado.
O X, na questão!
https://youtu.be/7WMdtIlwLcA?si=24NpyA5zIxI61R7k
Mais seguidores do ex-mito que ferram de verde e amarelo na vida, iludidos, que foram, que iam dar um golpe, instalar uma ditadura e mandar no país.
Retrato do fracasso da estupidez, da arrogância e da prepotência bolsonarista.
Acreditar no ex-mito, além de burrice, geralmente dá nisso.
Há “dendos”, em:
https://youtu.be/2Sb_BIL5b28?si=Luu1v5A83vXRVT0K
Mudando de assunto, será que o desespero da vagabundagem travestida de esquerda, com o cumprimento da determinação da captura, pela corte dos EUA, é porque perderam mais uma fonte de financiamento, em que se extraia do povo venezuelano para os manter?
https://revistaoeste.com/politica/hugo-carvajal-e-o-narcossocialismo-latino-americano/
Não tenho dúvida que as delações do Carvajal esteja pro trás da facilidade pra capturar o fascínora Maduro.
E o frango cantou muito mais. Seu julgamento passou para 23 de fevereiro, dado o volume da delação.
Senhor Panorama , ledo engano seu , esses servidores meliantes não foram ” iludidos ” , mas sim ” cooptados , aliciados , subornados ” com dinheiro dos cofres públicos .
Bem analisada a lamentável realidade, senhor José Carlos.
Não é mera coincidência. Estão ai países citados pelo Carvajal.
https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-01/em-comunicado-brasil-e-mais-cinco-paises-condenam-ataque-venezuela
Se o Maduro cantar, já era.
E, ao invés de trucidar o canalha, foi resgatado, isto é muito possível.
https://www.politicaalagoana.com.br/acusacoes-de-carvajal-milei-compartilha-reportagem-que-liga-financiamento-da-venezuela-a-lula-e-lideres-de-esquerda/
Errar é humano, o que é incontestável. Mas, errando ou não, também fui alvo disso! Pior, continuo sendo!