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Ciro disse que é do tempo em que acreditava em palavra
Deu na Folha
O senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP, se manifestou nas redes sociais neste sábado (21) sobre a movimentação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de ter uma chapa para o Senado em Santa Catarina composta pelo filho Carlos Bolsonaro (PL), ex-vereador no Rio, e pela deputada federal Caroline de Toni (PL).
A escolha de Bolsonaro é uma mudança ao que tinha sido estabelecido anteriormente pelo partido. A direção do PL havia definido que os dois nomes ao Senado em Santa Catarina seriam Carlos e o senador Esperidião Amin (PP), o que foi comunicado a De Toni, que chegou a anunciar a sua saída do partido. A deputada havia acertado se filiar ao Novo para concorrer ao Senado, o que arriscaria uma divisão de votos no bolsonarismo.
PALAVRA – Em rede social, neste sábado, Ciro escreveu: “Nós do Progressistas somos do tempo em que acreditamos em palavra”, ao compartilhar uma reportagem do site Metrópoles que dizia que De Toni queria uma carta de Bolsonaro para não deixar o PL.
De Toni é o nome preferido da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) para concorrer ao Senado em SC, onde o governador Jorginho Mello (PL) vai disputar a reeleição. A preferência de Michelle pela deputada pesou na decisão de Bolsonaro, dizem aliados.
A decisão de Bolsonaro provocou um racha na direita catarinense. Ao defender uma chapa pura na corrida pelo Senado, o ex-presidente vai de encontro ao governador Jorginho, que preferia apoiar a reeleição de Amin. Apesar de Amin ser um aliado fiel do bolsonarismo no estado, a opção de Bolsonaro se baseou em pesquisas que mostram a deputada melhor posicionada do que o senador.
Transformada em outeiro de beira de estrada, par resgatarmos a República, digo refundá-la, só mesmo uma Nova Constituição!
https://fatoamazonico.com.br/mauro-campbell-manda-investigar-desembargador-do-tjmg-que-absolveu-homem-de-35-anos-acusado-de-estuprar-crianca-de-12/
Cadê o grande herói nacional, pai dos pobres? Ficou mudo , surdo e cego?
Ré-pública….
O preso político Bolsonaro continua pautando a política, mas o Barroso dizia “Derrotamos o Bolsonarismo”. Nada mais longe da verdade do que isso.
O Barroso saiu do e$$eteefe porque sabia que a corda em algum momento iria arrebentar, antecipando-se aos escândalos dos acontecimentos presentes e os que ainda virão. Mas não adianta, esses escândalos, emalgum momento, vão chegar até ele, mesmo fora do e$$eteefe.
E pensar que o preso político Bolsonaro foi condenado por esse bando de corruptos do e$$eteefe.
Acaso seria a escolha da composição, a razão dos jurídicos, morais e éticos, “desencontros & desordens”?
” Onze (11) é um número sagrado, embora represente “… tudo o que é pecaminoso, prejudicial e imperfeito” [Wescott, pág. 100].”
Nikolas, a pedra no sapato do clã bolsonaro
Dudu Bananinha ataca, Nikolas desdenha e Micheque ignora: o clã se canibaliza enquanto o ex-mito cumpre pena.
Se tem uma coisa que a famiglia Bolsonaro entende, além de redes sociais e falso patriotismo, é de uma barulhenta lavagem de roupa suja em público.
O clima da turma, que já era de velório com o “capitão” na Papudinha, virou campo de guerra.
De um lado, Bananinha, o filho “03”, cobrando lealdade cega ao clã. Do outro, Micheque e a nova pedra no sapato da família, Nikolas Ferreira.
O deputado mineiro não é bobo. Resolveu usar a tática do desdém. Atacado por Bananinha por não carregar o piano da candidatura de Flávio Rachadinha à presidência, Nikolas pediu para deixarem Micheque viver seu “calvário”. E disparou o golpe de misericórdia:
“O Bananinha não tá bem”.
Traduzindo: para Nikolas, o filho do ex-mito já não tem credibilidade.
Já o “03” acusa a madrasta de sofrer de amnésia seletiva. Micheque apoia Nikolas a todo momento, mas não gasta um post para ajudar o enteado Flávio, o “escolhido” do papai.
Para Bananinha, a eleição é simples: Flávio contra Barba. Para Micheque, a conta é outra. E não inclui os filhos do ex-mito.
Enquanto o ex-mito definha na prisão, o bolsonarismo canibaliza seus próprios herdeiros. Nikolas quer brilhar sozinho. Micheque quer o trono. E os filhos tentam, desesperadamente, segurar um poder que escorre pelas mãos.
A confusão gera barulho, é verdade. Mantém a turma nos holofotes. Para quem só tem a polarização como projeto de país, o caos é um método. E o resultado segue sendo bom… para eles, claro.
A briga entretém, mas uma casa dividida não se sustenta — nem com carta escrita na prisão, nem com post no Twitter.
O importante é que a pipoca está no ponto.
Fonte: Metrópoles, Opinião, 24/02/2026 05:30 Por Ricardo Noblat