Charge de Mário Adolfo (Dito & Feito)
Pedro do Coutto
O depoimento do diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton Aquino Santos, ao Supremo Tribunal Federal expôs de forma inequívoca um dos episódios mais graves recentes do sistema financeiro brasileiro.
O caso envolvendo o Banco Master e o Banco Regional de Brasília (BRB) revela não apenas inconsistências contábeis, mas indícios sólidos de fraude estrutural, agravados por falhas profundas de governança e fiscalização.
Segundo o diretor do Banco Central, o Banco Master, pelo seu porte e perfil de risco, deveria manter em caixa um volume de recursos muito superior ao que foi encontrado. Enquanto a exigência estimada girava em torno de dezenas de bilhões de reais, a instituição dispunha de apenas alguns milhões em liquidez imediata. Mais grave ainda: parte relevante dos ativos registrados simplesmente não existia ou era de difícil recuperação, o que desmonta qualquer narrativa de normalidade operacional.
AUDITORIA – A situação se agravou quando o Banco Central, a pedido do Ministério Público Federal, realizou auditoria sobre as substituições de ativos feitas pelo BRB após a aquisição da carteira do Banco Master entre 2024 e 2025. O resultado foi contundente: cerca de R$ 2,6 bilhões em créditos estavam lastreados em empresas sem atividade econômica real, criadas apenas para inflar balanços. Uma dessas empresas, do setor de turismo, funcionava como típica “empresa de prateleira”, repetindo práticas vistas em escândalos bancários históricos no país.
O impacto dessa descoberta recai diretamente sobre o BRB. De acordo com o depoimento, o banco estatal não conseguiu localizar ativos suficientes para cobrir o rombo, que pode superar R$ 5 bilhões em ajustes contábeis. Nesse ponto, o debate deixa de ser técnico e passa a ser institucional. Ailton Jaquino foi categórico ao afirmar que a governança do BRB deveria ter identificado a fraude. A compra e venda de carteiras de crédito faz parte da rotina do banco, com interação constante entre áreas técnicas e a alta administração, o que torna difícil sustentar a tese de desconhecimento.
BRECHAS – A retirada do sigilo do depoimento, por decisão do ministro Dias Toffoli, ampliou a dimensão pública do caso e reforçou a percepção de que não se trata de um episódio isolado. O Banco Central comparou o caso do Banco Master a fraudes que levaram à liquidação de instituições como o Banco Econômico e o Banco Brasileiro do Sul, mostrando que práticas antigas continuam encontrando brechas, mesmo em um sistema regulatório supostamente mais sofisticado.
O que se revela, portanto, é um padrão preocupante: créditos fictícios circularam dentro do sistema financeiro formal, foram aceitos, reembalados e absorvidos por um banco estatal sem que os mecanismos de controle atuassem a tempo. Quando a fiscalização chegou, o dano já estava consolidado.
O escândalo do Banco Master levanta uma questão que vai além do caso específico: até que ponto a solidez do sistema financeiro brasileiro resiste quando a governança falha e a responsabilização demora? Se as respostas forem tímidas, o risco não é apenas financeiro, mas institucional — e o custo, como tantas vezes na história, tende a recair sobre a sociedade.
Trata-se da continuidade do projeto das oligarquias cleptopatriminialistas, abrigadas no Aparato Petista, de extorquir legal e ilegalmente a Sociedade, via privatização do Estado.
É a extração da mais valia absolutissima, em quem, quem não detém os meios de produção e as tecnologias produtivas, apropriam-se do excedente econômico gerado por toda a Sociedade.
O nome disto é extorsão.
O escândalo Master começa onde parou a Lava Jato, que apontava para o sistema financeiro e o aparelho repressivo judicial do Aparato, agora no olho do furacão.
Reelejam o Lula para que cheguemos em escândalos de trilhões.
Mensalão, 100 milhões, Lava Jato, 20 bilhões, Vorcaro, 40 bilhões.
Estamos evoluindo exponencialmente.
O legado do inútil, incompetente Lula, office-boy da burguesia patrimonialista.
Resumo
Governança e Corrupção
Análise 2003–2016: O Índice de Percepção da Corrupção (IPC) apresentou 43/100 em 2014 (69ª posição). Em 2003, a pontuação era 38/100 (83ª posição).
Situação Atual (2023–2024): No IPC 2023, o Brasil obteve 36/100 (104ª posição). No IPC 2024, registrou 34/100, ocupando a 107ª posição — a pior da série histórica.
Educação
Análise 2003–2016: Resultados de Leitura (396), Matemática (356), Ciências (390) em 2003. Em 2015: Leitura (407), Matemática (377), Ciências (401).
Situação Atual (2022): Leitura (410), Matemática (379), Ciências (403). Colocações entre 65ª e 68ª entre 81 países/regiões.
Desigualdade de Renda
Análise 2003–2016: Índice de Gini foi 0,583 em 2003 e 0,513 em 2015.
Situação Atual (2023): Gini de 0,523. O 1% mais rico concentra 49,1% da riqueza total.
Segurança Pública
Análise 2003–2016: Taxa de homicídios de 28,5 por 100 mil hab. em 2003 e 30,3 em 2016.
Situação Atual (2022–2023): 20,4 mortes por 100 mil. No Global Peace Index 2023, posição 129ª entre 163 países.
Infraestrutura
Análise 2003–2016: Brasil ocupou 76ª posição geral, rodovias 116º, portos 117º.
Situação Atual (2023): Índice de Desempenho Logístico 51ª posição; World Competitiveness Ranking, último colocado (64º) no pilar Infraestrutura.
Produtividade e Competitividade
Análise 2003–2016: Produtividade Total dos Fatores cresceu 0,1% ao ano; produtividade do trabalho 20,2% da norte-americana.
Situação Atual (2023): Brasil ocupa 60ª posição no World Competitiveness Ranking 2023.
Desenvolvimento Humano
Análise 2003–2016: IDH evoluiu de 0,692 (79ª posição) para 0,754 (75ª) em 2015.
Situação Atual (2023–2024): IDH 0,760 (89ª posição); ajustado pela desigualdade, perde 25,5%.
Inovação
Análise 2003–2016: Investimento em P&D ~1,2% do PIB.
Situação Atual (2023–2024): 49ª posição no Índice Global de Inovação; investimento em P&D 1,31% do PIB.
Na plutocracia putrefata com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, made in USA, fantasiada de democracia…, tudo recai sobre o conjunto da sociedade, principalmente, a sociedade que paga tributos, obrigada a custear o sistema de gastança, comilança e impostança dos me$mo$, à moda ” a vaca berra, o boi sacode e lá vai o fumo no lombo do bode (no caso o contribuinte), como se dizia antigamente, patifaria essa que, aliás, já foi longe demais da conta, à vista do contribuinte completamente exaurido.
Para manter Lula, em processo irreversível de decadência moral, civilizacional e temporal, como herói nacional, é só mesmo imbecilizando os cidadãos, através dos aparelhos ideológicos, notadamente o educacional e o midiático, num processo brutal de alienação e de esquizo-distanciamento da realidade.
E o que sobra, de consciência ou oposição, fica a cargo do seu aparelho repressivo judicial calar, censurar, condenar e prender.
Mas é justamente aí que o esquemão está vazando água, com as relações de membros do aparelho com o Master escândalo.
O que levou ao assassinato da Lava Jato, a participação do aparelho judicial nas mutretas, agora está sendo exposto em praça pública, até pela impressa oficiosa, parte integrante, por longos anos, do aparelho de dominação ideológica do Aparato Petista.
O trem é tão feio que nem os bilhões conseguem calar a mídia oficiosa, não por questão de caráter, mas de sobrevivência.
https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/televisao/globo-abocanha-r-462-milhoes-da-verba-com-publicidade-do-governo-lula-145710
Ah, não é só a dominação ideológica que mantém o múmia Lula, como herói nacional, mas também a compra de consciências e opiniões, via “programas sociais” , leis, como a Rouanet, e contratos cabulosos, como o do “intelectual” que levou milhões da CEF, pra atualizar um livro.
As relações do aparelho repressivo judicial do Aparato Petista com o Master escândalo.
https://www.brasilparalelo.com.br/noticias/veja-quem-estava-na-folha-de-pagamentos-do-banco-master-apesar-da-lista-vorcaro-diz-nao-ter-contatos-na-politica
O que se sabe sobre a negociação de participações de irmãos de Toffoli em resort no Paraná | G1 https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/01/23/o-que-se-sabe-sobre-a-negociacao-de-participacoes-de-irmaos-de-toffoli-em-resort-no-parana.ghtml
*REFLEXIÓN DEL CABALLO*
“Una vez un caballo estaba amarrado y se jaloneaba para soltarse, y vino un demonio y lo soltó.
El caballo se metió en la finca de un campesino y comenzó a comerse la siembra.
El dueño de la finca se enojó tomó su rifle y mató al caballo.
Entonces el dueño del caballo también se enojó tomó su rifle por venganza mató al dueño del la finca.
Después la mujer del dueño de la finca lo vió y mató al dueño del caballo.
Entonces el hijo del dueño del caballo se enfureció fuertemente y mató a la Mujer del dueño de la finca..
Los vecinos enardecidos, mataron al Muchacho y quemaron su casa; entonces le preguntaron al demonio;
¿Porque hiciste todo eso?
El demonio respondió, *yo sólo solté al caballo*
¡FIN!
_MORALEJA_
EL Diablo hace cosas simples, porque sabe que la maldad está en nuestros corazones y solitos hacemos el resto.
Por eso es bueno pensar antes de actuar, no sea que una cosa sin importancia cause mucho daño.
Recuerden: la palabra tiene poder, para dar vida y para dar muerte, para bendecir o para maldecir…
*Piensa antes de actuar*
*Piensa antes de hablar*
PS. Certíssimo!
*Piensa: Porquê soltaram al caballo?(Lula).
A mansão de R$ 250 milhões de Joesley Batista
Entre um encontro com Lula, outro com Donald Trump e um terceiro com Delcy Rodrigues, Joesley Batista teve tempo para fechar a aquisição de (mais) uma casa própria.
Comprou a mansão em que morava Abilio Diniz, no Jardim América (SP). Pagou R$ 250 milhões (repetindo: R$ 250 milhões) pelo imóvel.
Fonte: O Globo, Opinião, 01/02/2026 06h19 Por Lauro Jardim
O preço certamente não foi tudo isso. O imóvel estava avaliado no mercado imobiliário em torno de R$ 50 milhões. Ele vazou essa suposta cifra de R$ 250 milhões para impressionar afortunados semelhantes.
Para Michel Alcoforado, autor do best-seller “Coisa de Rico”, o que os endinheirados brasileiros mais querem, é parecer sempre que são mais ricos do que de fato são.