Omar Aziz, presidente da CPI, sinaliza que será pedido o impeachment de Bolsonaro

Gilmar Fraga: CPI | GZH

Charge do Gilmar (Gaúcha/Zero Hora)

Vicente Limongi Netto

“A justiça será feita”, é o significativo título da vigorosa entrevista do presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz, para as páginas amarelas da revista “Veja”. Segundo Aziz (PSD-AM), “a política do governo nunca esteve voltada para a imunização, mas sim para alguns programas tirados em gabinete paralelo, de ‘ouvir dizer’, e isso levou ao caos”.

Na opinião do ex-governador do Amazonas, o dia mais tenso na CPI foi quando teve de prender o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias. “Ele mentiu muito. Não tem adjetivo para esse cara. E não tem adjetivo também para o empresário Carlos Wizard”, enfatizou Aziz.

UM GENERAL FRACO – Já o depoimento mais frustrante, de acordo com o presidente do CPI, foi o do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. “Omitiu e faltou com a verdade várias vezes. Um general poderia ter sido mais firme. Ele tem uma história no Exército”, lamentou Omar Aziz.

O senador é enfático em afirmar “que aqueles que foram omissos em relação à doença terão de ser responsabilizados pelos seus atos. Se os indícios forem contra o presidente Bolsonaro, não tenha dúvida que ele estará no relatório final”.

Traduzindo: a CPI vai pedir o impeachment do presidente Jair Bolsonaro, com provas demolidoras.

APLAUSO INDEVIDO – Em artigo aqui na Tribuna da Internet, do dia 11, eu aplaudi o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, por pretender devolver ao Palácio do Planalto, àquela altura, a medonha Medita Provisória alterando o Marco da Internet. Pacheco obrou bem, devolvendo o monstrengo no dia 14.

Nessa linha, como um assunto puxa outro, lamento que Pacheco não tenha mostrado semelhante firmeza e sensibilidade política, por ocasião das discussões envolvendo alterações no Plano de Saúde dos servidores da Senado. Lavou as mãos e se omitiu completamente.

Deplorável que, como presidente do Senado. Rodrigo Pacheco não tenha se posicionado contrário as alterações que sabujos engravatados fizeram no plano dos funcionários.

PREJUÍZOS FINANCEIROS – Alterações que trouxeram prejuízos financeiros aos servidores, especialmente para os aposentados e idosos, que frequentemente precisam de atendimento médico. O duro golpe causou grande impacto no orçamento da valorosa categoria.

Os servidores, já sem aumento salarial há 4 anos,tiveram suas vidas abaladas com a pandemia. Enquanto isso, senadores e senadoras continuam desfrutando de plano de saúde vitalício e com todas as mordomias. Inclusive UTI aérea.

Céu de brigadeiro para os impolutos representantes do povo. Para os servidores e familiares, as profundezas do inferno. Por fim, percebo que o grandalhão Pacheco anda sonhando com a presidência da República, mas jamais terá meu voto.

JUSTIÇA APODRECIDA – Ao contrário do que diz o velho ditado, no Brasil a Justiça não só tarda, como também falha, revolta e debocha do bom senso. Continua a prender negros pobres injustamente, a diferença é que agora a TV exibe, mas ninguém toma providências.

O mal e a humilhação marcam as vítimas pelo resto da vida. O Estado é vergonhoso. Não tem grandeza nem para pedir desculpas pelo buraco que fazem na honra das pessoas. Pobres e desempregados são tratados como cidadãos de segunda classe. 

Nessa linha das leis absurdas, únicas em um Brasil que se diz civilizado e justo, existe as inacreditáveis “saidinhas temporárias” para presos. Estão soltas, maravilhosas, flanando pelas ruas, por exemplo, Suzane, Anna e Elise. Um Trio Ternura às avessas. As coitadas mataram, pela ordem, os pais, a enteada e o marido. Tenho ânsia de vômito.

SALVE ZIZINHO –  O canal ESPN fez excelente documentário lembrando e saudando os 100 anos do Mestre Ziza. Atleta fora de série. Meu pai garantia que jogou mais do que Pelé. O próprio Rei Pelé nunca negou, pelo contrário, que era admirador de Zizinho e aprendeu muito com ele. Bons depoimentos sobre Zizinho, que encantou estádios. O mais significativo, marcante e carinhoso, a meu ver, foi de Gerson, o eterno e extraordinário canhotinha de ouro”. Ambos moradores de Niterói.

Quando indagado se realmente foi craque, Zizinho preferia responder, com admirável sabedoria, “não arranhava a bola. Era meu brinquedo predileto”. Todos lamentaram, com razão, que o valor profissional de Zizinho jamais foi reconhecido como merecia, pelas autoridades e dirigentes esportivos. Não seria exagero dizer, na verdade, que mestre Ziza teria que ter uma estátua em todos os estádios brasileiros.

Gerson, com a lucidez habitual, observou que Zizinho, ainda entre nós, não gostaria nada do Brasil atual. Muito menos do pouco caso, ingratidão, indiferença e quase nenhum reconhecimento diante das grandes figuras nacionais, como ele próprio, o mestre Ziza.

Recuo vexatório de Bolsonaro é um monumento à hipocrisia e não engana a mais ninguém

BOM DIA, AROEIRA!

Charge do Aroeira (Portal O Dia/RJ)

Vicente Limongi Netto

Parabéns ao ex-presidente Michel Temer pela façanha de colocar migalhas de bom senso e patriotismo na cabeça oca de Jair Bolsonaro. O recuo é um colossal monumento a hipocrisia. Bons e sinceros sentimentos passam longe. Bolsonaro não engana brasileiros que raciocinam com a própria cabeça.

O tom é de um desesperado chefe da nação que admite, por ora, que disse montes de asnices nas manifestações do Dia da Independência. A nota, repleta de salamaleques, visa tentar tirar do atoleiro político um presidente destrambelhado e irresponsável.

TAREFA DE NOGUEIRA – O constitucionalista Michel Temer conseguiu amenizar o espírito azedo e açodado de Bolsonaro. Era tarefa do chefe da Casa Civil, senador Ciro Nogueira, até agora sem êxito. Aliás, o que Nogueira faz de útil pela governabilidade?

Restava saber por quanto tempo Bolsonaro conseguiria manter as aparências de cordeiro, aliadas a um tom da sensatez e do equilíbrio, necessários para o país voltar a trilhar o caminho do respeito as instituições.

Mas a mudança não demorou nem 24 horas. Na quinta-feira, dia 9, lá estava Bolsonaro a ofender novamente o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, que lhe deu uma bela traulitada, ao abrir a sessão do TSE.

PALAVRAS DURAS – Fico honrado ao ver o presidente do TSE, ministro Roberto Barroso, usar palavras duras sobre Bolsonaro. Traçando autêntico perfil do mito de plástico.  Algumas delas usadas e reiteradas por mim, nas redes sociais, sobretudo na Tribuna da Internet.

Definições e expressões como “sem compostura”, “farsante”, “motivo de chacota no exterior”, “agressão”. Aliás, ameaças e xingamentos são armas dos fracos etc. Os arquivos não mentem.

MP DESTRAMBELHADA – Por fim, enfáticos aplausos ao presidente do Senado e do Congresso, senador Rodrigo Pacheco, por decidir devolver ao Palácio do Planalto o papelucho indecoroso em forma de Medida Provisória que desqualifica e ultraja o Marco da Internet, além de blindar, descaradamente as fake news do Gabinete do Ódio.

A atitude firme e serena de Rodrigo Pacheco enfatiza e exige que Bolsonaro respeite o Congresso Nacional. Até porque o Parlamento não é latrina do Executivo.

Na energia do sonho, é preciso expulsar as trevas dos olhos, diz o poeta Vicente Limongi Netto

Limongi e as duas filhas, Carla e Joana

Paulo Peres
Poemas & Canções

O jornalista e poeta amazonense Vicente Limongi Netto, radicado há anos em Brasília, captou a “Energia do Sonho” e a transformou em poesia.

ENERGIA DO SONHO
Vicente Limongi Netto

Expulsei as trevas dos olhos
foi o bastante para aparecerem
as filhas dos demônios

Moram ao lado do peito
amortecidas por sonhos improdutivos
em folhas marcadas
pelas ferrugens do tempo
fugaz e saltitante
que cultivei na infância dolorida
que atormenta a alma
toda vez que ela passa insolente
vestida de branco acolhedor
costurado nos campos
da ternura banhada de sol.

Senado agiu acertadamente, ao enfiar os jabutis trabalhistas na toca de Lorenzoni e Guedes

Acordo de Onyx Lorenzoni com Procuradoria deve elevar multa por caixa dois  - 15/08/2020 - Poder - Folha

Onyx Lorenzoni tentou manipular os senadores e se deu mal

Vicente Limongi Netto

Como de hábito, ardiloso, entedioso e tendencioso, o ministro Onyx Lorenzoni (Correio Braziliense- 4/9) afirmou que “o senado não compreendeu a Medida Provisória”, que trata de programas trabalhistas, e derrotou a iniciativa do governo. O arrogante titular da pasta do Trabalho e Previdência disse que viu o resultado com “tristeza e indignação”.

Porém, nessa linha, o editorial do “Estadão”(3/9) faz duras críticas à MP: “A derrubada do monstrengo em que se tornou a MP 1.045, pelo Senado, sem dúvida, representa mais uma derrota para o governo do presidente Jair Bolsonaro. Mostra que a articulação politica do presidente ainda está muito distante de algo minimamente coeso e organizado.

Acentua o editorial: “Também ilustra muito bem a crise de confiança mútua que se instalou entre as duas Casas Legislativas”. O editorial admite que a proposta tinha bons propósitos. Porém, membros do próprio governo federal, como os ministros Paulo Guedes e Onyx Lorenzoni,  começaram a inserir seus “jabutis” no texto original.

PERPLEXIDADES – Os seres humanos e suas múltiplas perplexidades. De alegrias que encantam corações, tornando a vida mais fácil, diante dos problemas e obstáculos, e barbaridades que embrutecem o espírito. Dois exemplos: palmas para os dignos e valorosos atletas paraolímpicos, que trouxeram 71 medalhas de Tóquio, orgulhando o Brasil e os brasileiros.

Repúdio aos políticos que deslustram a atividade pública. Semeiam ordinarices, insultos, desaforos, ameaças e pantomimas intoleráveis.

PROJETOS LUNÁTICOS – A tal deputada bolsonanta Bia Kicis, que pregava a volta das urnas impressas, agora pretende acabar com o Tribunal Superior Eleitoral e a Justiça Eleitoral. E o deputado Vitor Hugo, também bolsonarauta, é autor de projeto para tirar dos governadores o comando das Policias Militares que passariam a ser comandados por Bolsonaro e milicianos. 

Os vencedores atletas paraolimpicos merecem ser recebido com aplausos e flores. Já os nefastos Bia Kicis e Vitor Hugo, fantoches de Bolsonaro, precisam, urgente, passar bom tempo em manicômio, até obterem recuperação total.

O DONO DA BOLA – Depois de driblada no aeroporto pelos argentinos, a atrapalhada e desnorteada Anvisa resolveu entrar em campo uniformizada de dona da verdade. O presidente da entidade, vice-almirante Antônio Barra Torres, literalmente barrou o jogo. Assumiu o timão e o papelão. Deleitou-se com seus 15 minutos de fama. Mais do que merecia.

 Os  autofalantes do estádio do Corinthians anunciaram as substituições, diante da perplexidade geral: saem Messi e Neymar, entra o perna-de-pau, Antônio Barra Torres, um brasileiro raro, que odeia futebol.

Aliados precisam entender que Bolsonaro realmente tem desequilíbrios emocionais

Aroeira dá ideia a Bolsonaro - Notícias - UOL Notícias

Charge do Aroeira (Portal O Dia)

Vicente Limongi Netto

O líder do governo, senador Fernando Bezerra (MDB-PE) criticou o relator da CPI da Pandemia, Renan Calheiros, por chamar Bolsonaro de “maluco”. Ora, diante da quadra de sandices, torpezas, leviandades, infâmias e declarações negacionistas do chefe da nação, não é hora de florear as palavras. Por mais que doam, palavras duras precisam ser ditas e reiteradas.

O senador alagoano não exagera, ao se dirigir nesses termos ao mito de barro. A meu ver, é doido alucinado quem debocha da ciência, do uso da máscara e quem, por diversas vezes, afirmou que quem tomar a vacina “vira jacaré”, “fica com a voz fina”, e as “mulheres ganham pelo”.

LUNÁTICO E PARANOICO – Não existe outro definição, a não ser lunático e paranoico, para quem manda a população comprar fuzil, ao mesmo tempo que chama de “idiota”, quem clama por feijão. No mínimo, é doido e   sem compostura o presidente da República que insulta e ameaça membros da CPI da Pandemia.

É irrecuperável grosseiro, desmiolado e covarde quem ofende jornalistas. Precisa, urgente, de camisa de força e focinheira, desatinado que manda o ministro da Saúde acabar com o uso obrigatório da máscara e demorou dramáticos meses para admitir a compra de vacinas. Que poderiam, aquela altura, ter evitado milhares de mortes.  Psiquiatras não me deixam mentir.

Vexatória, deplorável, injustificável, estapafúrdia, patética, leviana, ridícula e grosseira, na CPI da Pandemia, a reiterada comparação da senadora Simone Tebet(MDB-MS), segundo a qual o caso do motoboy da empresa VTCLog é semelhante ao motorista acusado de pagar as contas do gabinete do então presidente Fernando Collor.,

Naqueles tempos do indecoroso e covarde impeachment, um carro Fiat Elba, que servia à cozinha da Casa da Dinda,  foi a única torpe e canalha peça que serviu de justificativa para os ordinários apearem Collor do cargo. 

UM TIRO NO PÉ – Simone Tebet extrapolou o bom senso. Atirou no próprio pé. Imenso papelão da loquaz senadora. Como esperado, a infeliz baboseira da senadora não foi levada a sério por ninguém. Tebet navega na maionese. Ficou deslumbrada. Tornou-se mariposa fácil dos focos de luz. Fala pelos cotovelos. 

Sonha em ser candidata do MDB à presidência da República. Usa a CPI da Pandemia como palanque do seu rosário de cansativas e surradas abobrinhas. Para merecer migalhas do Jornal Nacional, Simone faz de tudo. Interrompe senadores sem pedir licença. Esmerou-se em discursos paralelos.

O mundo para de girar ao ouvir os rompantes da rainha da CPI. Tebet meteu na cabeça que é mais sabida parlamentar do colegiado. Não tem para ninguém. O MDB é partido de profissionais calejados. Não entra em disputas políticas para perder. Caso insista em lançá-la candidata, amargará fragorosa e humilhante derrota.

Bolsonaro diz que crise da energia já chegou “no limite dos limites”, igualzinho a ele…

ImageVicente Limongi Netto   /    Charge do João Montanaro (Folha)

O presidente Jair Bolsonaro pede que a população economize energia, alegando que estamos “no limite do limite”. Nessa linha, os brasileiros também estão “no limite do limite” com Bolsonaro. Se somos “idiotas”, por querer feijão ao invés de fuzil, o presidente é o quê?

Reitero: passou da hora de Bolsonaro usar camisa e força e focinheira.  Ninguém aguenta mais a falta de limites do presidente com adversários e ministros do STF.

Tornou-se insuportável a falta de compostura e de postura do ainda chefe da Nação, sempre debochando das recomendações da ciência. Também já passaram dos limites do bom senso as deploráveis recomendações de Bolsonaro para seguidores. A maioria esmagadora da população conta os dias para ver o mito de barro fora da Presidência.

RETRATO IMPRECISO – Telê Santana era íntegro, técnico capaz e ex-excelente ponta direita. Foi pintado e idolatrado pelo “Esporte Espetacular”, domingo, na Globo. Exageraram, chamando o mineiro de “símbolo do futebol arte”.

Na seleção Telê não ganhou nada. Foi campeão no São Paulo. O programa usou ex-jogadores que trabalharam com ele, que também fracassaram na seleção. Jogavam bonitinho, mas não ganharam bulhufas. Um deles, Júnior, tratado como “maestro” por colegas dele que nunca jogaram nem pedra em vidraça, quanto mais futebol, afirmou que, com Telê, “faria tudo de novo”.

Caramba, vá gostar de cultivar derrotas assim no inferno. Também falou montes de besteiras sobre Telê aquele “analista” que tem as iniciais de Juscelino Kubitschek. Já estamos acostumados com elas.

GRANDE FAMÍLIA – Parabéns à matéria “Retribuindo o amor” na Revista do Correio Braziiense, neste domingo 29/08). Mostrou netos zelando pelos avós na pandemia. Com ternura, amor e dedicação. Incluo os meus na saudável relação. Com emoção e orgulho. 

Jovens e adultos de todas as idades, retribuindo o carinho e atenção que sempre tiveram dos avós. Bom verificar que, na correria pela vida, muitos netos ainda encontram tempo no coração e nos compromissos, para beijar os avós. Para saber como estão. Para saborear boas lembranças. Para rirem abraçados. Para saber se precisam de alguma coisa.

Nada mais sublime do que o afeto desinteressado. O gesto grandioso de saber ouvir e conviver com os mais experientes.  São exemplos marcantes de seres humanos que mostram que nem tudo está perdido no planeta Terra. Prova de que os milhões de jovens iluminados salvarão o mundo do caos da ignorância, da intolerância, da patrulha doentia e da barbárie de sentimentos. Sou avô feliz.

Enquanto Jair Bolsonaro já está de saída, o bisneto de JK decide entrar na política

Foto: Tony Oliveira

André Kubitschek quer seguir o exemplo de JK na política

Vicente Limongi Netto

E agora, Jair? Ficou sem discurso. Está sem o carinho do povo. O Brasil agoniza. E agora, Jair? Você quer brigar, infernizar e demonizar ministros do Supremo. Delira. Xinga. Ninguém tem paz. A troco de quê, Jair? Acabou o riso, Jair. Fim da linha chegando, Jair. Não tem mais alegria nas famílias. Faltou vacina. Você debochou delas. Acabou-se, Jair. Milhares de famílias destruídas pela covid.

Você foi omisso, Jair. Perdeu a compostura. O voto ano que vem escasseou. As esperanças do brasileiro fogem pelo ralo. E agora, Jair? Tudo vai acabando para você e serviçais. Ninguém aguenta mais sua intolerância. Seu ódio. E agora, Jair? 

MINISTRO-CAPACHO – O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, já é crescidinho, não devia ser tão capacho. Volta e meia aparece na mídia, vacinando figuras públicas contra a covid-19. Francamente. Agora, Queiroga vacinou o deputado Eduardo Bolsonaro, que, há pouco tempo, vociferou palavrões contra a importância do imunizante. Tal pai, tal filho.

Não demora gênios palacianos montarão palanque para ver o serviçal Queiroga vacinar Bolsonaro. Não se sabe se contra covid ou contra raiva. Queiroga deveria vacinar brasileiros simples, trabalhadores, idosos, cidadãos que merecem todo o apreço dos governantes. Que ralam pelo sustento da família. Assim mereceria aplausos. 

PAULO OCTÁVIO E FILHO – Notícia alvissareira da colunista Denise Rothemburg (Correio Braziliense-25/08) destaca que o empresário ex-deputado, ex-senador e ex-governador Paulo Octávio não descarta a possibilidade de candidatar-se ao Senado, além de garantir apoio do PSD a reeleição do governador Ibaneis Rocha.

A informação salienta que André Kubitschek, filho de Paulo e de Anna Cristina, também esquenta as canelas para ingressar na vida pública. Do céu, JK, o bisavô amado, respeitado e saudoso, saúda e estimula a decisão do bisneto. A rinha política ficará valorizada e grandiosa com a participação de Paulo Octávio e filho.

Cada vez mais descontrolado, Jair Bolsonaro é um presidente à beira de um ataque de nervos

O jornalista do UOL diz que Bolsonaro está descontrolado. (Arquivo Blasting News)

Estado emocional do presidente preocupa seus admiradores

Vicente Limongi Netto

Os psiquiatras contratados pelo chefe da Casa Civil da Presidência da República, senador Ciro Nogueira, para cuidar dos frequentes acessos de cólera do chefe da nação, pediram o boné. Estão esgotados.  Alegam que não estão mais dando conta dos desatinos do mito de barro.

Alertam que o quadro clínico do presidente tornou-se complicado.  Bolsonaro parou de tomar a medicação recomendada. Não ouve ninguém. 

CLOROQUINA SALVADORA – O presidente descabela-se. Pragueja. Grita palavrões que alcançam a Praça dos Três Poderes. Joga os comprimidos no chão, pisa nas seringas. Obcecado por vingança, ameaça mandar para o Senado novos pedidos de impeachment contra mais ministros do Supremo, além de Alexandre de Moraes e de Luís Roberto Barroso.

Só fica menos agoniado com cápsulas de cloroquina, que toma com chá de erva cidreira ou suco de maracujá. Montes de caixas do santo remédio são enviadas pelos notáveis e dóceis serviçais da tropa sem choque bolsonaristas, membros da CPI da Pandemia, senadores Marco Rogério, Luiz Carlos Henri, Marco Du Val e Eduardo Girão. Pernas-de-pau que não jogam nem em campo de várzea.

CABRAL E SIMONETTI – Há 40 anos, o jurista amazonense Bernardo Cabral, ex-deputado federal, ex-senador, ex-ministro da Justiça e relator-geral da Constituinte, foi eleito presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Agora, outro jovem e valoroso advogado nascido no Amazonas, Beto Simonetti, também prepara-se para assumir a presidência da OAB Nacional.  

Bernardo e Simonetti cumpriram idêntica trajetória profissional, na OAB. Ambos foram secretário-geral do Conselho Federal da entidade. Bernardo Cabral foi secretário-geral de 1979 a 1981. A seguir, Cabral ocupou a presidência de 1981 a 1983. Beto Simonetti, que por forte coincidência tem um filho chamado Bernardo, já foi declarado candidato único, na disputa eleitoral na entidade, pelo atual presidente, Felipe Santa Cruz.

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P.S. –
Já ia esquecendo… Foi melancólico, um amargo ocaso, humilhante e atabalhoado gesto. Medonha estupidez. Do alto dos seus 81 anos e outros tantos de altura física, o outrora gigante Sérgio Reis apequenou-se, implorando perdão e chorando pitangas em covarde recuo, depois de fazer ameaças imbecis e amaldiçoadas. Uma decepção nacional. (V.L.N.)

Senador irresponsável protege blogueiro idem, que defende fechar o Supremo e o Congressso

O senador fez um apelo para que as pessoas

Senador Girão é mais um serviçal da família Bolsonaro

Vicente Limongi Netto

Inacreditável e pornográfico. Tirem as crianças da sala. É o fim da picada. A demagogia e a hipocrisia não podem vencer o bom senso nem debochar da inteligência alheia. Nesse sentido, o pândego, repetitivo e bolorento senador Eduardo Girão (Podemos-CE) criticou, na CPI da Pandemia, a quebra de sigilo de blogueiro bolsonarista que afronta a Constituição, defende invasões do Congresso e do Superior Tribunal Federal e ameaça ministros de tribunais superiores.

O argumento tendencioso e patético do senador que se julga enviado de Alan Kardec, é de corar Santos de Igrejas: preservar a todo custo a liberdade de expressão. 

BOM PARLAMENTAR – O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), eleito nas últimas eleições, veio para ficar. Bom parlamentar. Tem participação marcante na CPI da Pandemia. Não dá trégua a depoentes fantasiados de isentos que colaboraram, de alguma forma, com tratativas desonestas na compra de vacinas.

A seu ver, Bolsonaro precisa ser responsabilizado no relatório final do colegiado, como omisso ou conivente. O senador é rara exceção na trôpega, pretensiosa e acintosa “nova política”, que mandou pencas de medíocres para o Congresso Nacional.

Nessa linha, em entrevista ao “CB.Poder”, parceria do Correio com TV-Brasilia, Alessandro Vieira deplora o desespero de Bolsonaro, que vai enviar ao Senado pedido de impeachment contra os ministros Luiz Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.

UMA AMEAÇA REAL – “Não tenho dúvidas de que sofremos uma ameaça à nossa democracia. Temos um presidente da República que diariamente ataca a democracia, o sistema eleitoral e autoridades sem nenhuma prova”, avalia Alessandro Vieira, cheio de razão.

Outro destaque da CPI da Pandemia é senador Otto Alencar (PSD-BA), que esteve se recuperando da Covid-19 e protestou e repudiou os insultos do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) ao presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM).

Disse Alencar que, a seu ver, “covardes e canalhas que se escondem atrás do computador não merecem respeito”.

CHEGA DE BARULHO – Vou embora do Lago Norte. Onde tenho casa própria e moro há 35 anos. Irei para onde respeitem meus suaves ouvidos e alquebrados ossos. Aqui o desassossego é brutal. Sonho ir para onde poderei voltar a acordar com a cantoria dos pássaros.  Revoando nas janelas. Nos vasos de plantas. Nas mangueiras e abacateiros. Nos varais de roupas. 

Vou para longe dos tenebrosos acordes da bate estaca. Da doideira das motos delivery com cano de descarga abertos.  Cansei das medonhas, enfurecidas, desagradáveis e incansáveis moto-serras, britadeiras, furadeiras, martelos, caminhões de limpa-fossas, carros oferecendo gás com música de espantar a luz do sol e caçambas para recolher entulhos.

Fugirei das serralheiras, enceradeiras, empilhadeiras, aspiradores. Astros da   sinfonia interminável do desrespeito.  A barulhada desenfreada e desengonçada começa cedo. Sem hora para acabar. Partirei para perto do rei. Em busca de sossego. Recomendado pelo divino Manuel Bandeira.

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P.S.
Por fim, um registro: “Só no nosso, Datena?”, exclamou Bolsonaro, indignado e surpreso, com as diversas notícias-crimes contra ele, no Supremo Tribunal Federal. (V.L.N.)

Bolsonaro se sente prestigiado, porque vários partidos estão disputando sua filiação

Charge do Nani (nanihumor.com)

Vicente Limongi Netto

Engana-se quem pensa que Bolsonaro ficará inelegível por falta de partido. Novas e atraentes siglas partidárias pretendem entrar na saudável e democrática disputa presidencial. Para tanto, formalizaram autorização no TSE para participar das eleições de 2022. São agremiações fortes e agregadoras. 

Sonham entrar na rinha para valorizar a extensa lista dos 33 partidos já existentes. Todos interessados em servir à pátria. 

OPÇÕES MÚLTIPLAS – Nessa linha, as opções são fascinantes e múltiplas. Bolsonaro poderá escolher o PDD (Partido dos Destrambelhados), o PDE (Partido dos Estúpidos), quem sabe o PDP (Partido dos Psicopatas). 

As opções não param por ai. Há o PDB (Partido da Bagunça) ou o PDB (Partido da Baixaria). Todavia, segundo os notáveis auxiliares mais chegados do chefe da nação, o partido ideal para Bolsonaro filiar-se seria o PDC (Partido da Cloroquina). A disputa presidencial promete.

O peçonhento líder do governo na Câmara Federal, deputado Ricardo Barros (PP-PR), foi mais um serviçal engravatado do governo que compareceu à CPI da Covid para tumultuar os trabalhos. Mentindo e dissimulando fatos.

MUITA CORAGEM – O finório e arrogante parlamentar deveria patentear o rosário torpe de sandices e mentiras que, cínica e descaradamente, apregoou aos senadores. Sob o protestos da maioria do colegiado, Barros culpou a CPI pela falta de vacinas.

O melancólico papel do líder de Bolsonaro estava dentro do script ordenado pelo Palácio do Planalto: provocar e debochar dos senadores. Pior para o insolente Ricardo Barros que terá que voltar a depor na CPI, agora como convocado. Barros, a exemplo dos demais patetas da tropa sem choque de Bolsonaro, enquadrasse no perfil traçado pelo jornalista Sérgio Augusto: “É preciso muita coragem para ser tão subserviente”.

TEMPO PRECIOSO – Escarcéu tolo na mídia de Brasília. Tempestade em copo d’água. Falta do que fazer. Forte indício mostrando como a feroz pandemia perturba alguns cérebros. Motivo da pantomima, com açodada e injustificável ação popular, já rejeitada pela justiça:  a inauguração de uma academia de ginástica nos altos de um supermercado, já funcionando, regularmente, no Lago Sul, bairro nobre de Brasília.

A intempestiva e atabalhoada queixa judicial foi conduzida por um cidadão que parece ter pesadelos com a concorrência por perto, já que também é proprietário de outra academia. Com isso, faz a Justiça perder um tempo precioso. Francamente. 

 

Com Arthur Lira na presidência da Câmara, a política brasileira enfim chegou ao fundo do poço

Charge do Glúon (Correio Braziliense)

Vicente Limongi Netto

Arthur Lira é mais um político que arranca a máscara. Foi eleito presidente da Câmara jurando amor a medidas que valorizem a democracia e dignifiquem a vida do cidadão. Conversa fiada. Virando a página, Lira continuou em busca de medalhas do sabujismo e da falta de compostura. Fez discurso e deu entrevistas fazendo força para tentar mostrar indignação diante do rosário interminável de ações erradas e atrapalhadas do governo.

Recebeu o recado do ministro da Defesa, general Braga Netto, para perfilar-se favorável ao famigerado e retrógrado voto impresso. Diante da repercussão lamentável, Arthur Lira colocou a viola no saco. Recolheu-se à sua insignificância.

SEGUNDA DOSE – Agora, resolveu, finalmente, tomar a segunda dose da vacina da subserviência para jurar amor à volta do voto impresso. Formidável descaramento. Já não se fazem presidentes da Câmara Federal como antigamente.

Arthur Lira poderá acrescentar na sua obscura trajetória politica um detalhe nada engrandecedor: a subserviência total e absoluta ao novo comandante do Centrão, ministro Ciro Nogueira. Pobre e melancólica política brasileira. Onde os medíocres e franciscanos de araque dão as cartas.  Tenho ânsia de vômito.

ELEGÂNCIA E BRAVEZA – Lunático e pretensioso, Bolsonaro escolheu como alvo de suas grosserias e diatribes o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso.

O mito de barro não se enxerga. Não tem competência nem para amarrar os cadarços dos sapatos de Barroso. O ministro argumenta e escreve com elegância e firmeza.  Bolsonaro, por sua vez, bravateia no lodo do meio fio da torpeza, da covardia, da arrogância, da empulhação e do vocabulário leviano e rancoroso dos decaídos de espírito.

A CPI está de volta para cuidar da Covid, não tem de perseguir veículos que apoiem Bolsonaro

 (crédito: Edilson Rodrigues)

Aziz diz que prevaricação de Bolsonaro já está provada

Vicente Limongi Netto

O retorno dos trabalhos da CPI da Covid indica que o presidente Bolsonaro continuará sendo mais crivado de flechadas do que São Sebastião. O governo e o mito de barro não terão sossego. Perderão o couro. Colherão o rosário de omissões e trapalhadas que em má hora plantaram na demora das compras de vacinas, que poderiam ter salvo milhares de vidas.

Além disso, não brecaram articulações nada republicanas envolvendo intermediário em novas compras do imunizante. 

SEM IMPORTÂNCIA – É indiferente, pouco ou quase nada significativo, que o senador Flávio Bolsonaro passe a ser suplente da comissão e o senador Luiz Carlos Heinze, tagarela e defensor da cloroquina, seja promovido a membro titular, na vaga de Ciro Nogueira. 

Nessa linha, em matéria de Jorge Vasconcelos (Correio Braziliense de 01/08), o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), foi implacável e direto: “Bolsonaro sabia dos crimes”, salientou.

Omar Aziz é duro também com a Secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro. “Entrarei na justiça para perguntar a ela quem são os cinco senadores com quem ela combinou  perguntas a serem feitas na CPI. Vai ter que responder. Esse joguinho, brincar com a vida de pessoas, é muito pesado”, destacou Omar. 

A CPI E A IMPRENSA – Democrática e vigilante, a imprensa é termômetro dos governantes que prezam boas condutas em benefício do bem comum. Ela não pode ser confundida, usada nem comparada com feitos antirepublicanos. Nesse sentido, a imprensa caminha parceira da CPI da Covid, em busca da verdade.

Revelando que pretende investigar veículos de comunicação que porventura apoiem Bolsonaro, o comando da CPI perde o foco dos trabalhos, além de correr o risco de cair no descrédito público.

Assim, a CPI arrisca-se a jogar fora a credibilidade e o respeito, conquistados, até então, com trabalho isento e apartidário. E o mais grave, municia os governistas. 

PERDERAM–  Recordo o que cobrei em artigo anterior: vamos esperar quantos dias durará a presença nefasta de deslumbrados e paladinos de araque interventores na Confederação Brasileira de Futebol. Resposta: a presença indébita dos interventores não durou nem uma semana.

A dupla de dirigentes isentos de meia pataca foi cantar em outro terreiro. Por decisão de instância superior, ficou claro que, por se tratar de entidade privada, os assuntos internos da CBF devem ser resolvidos e tratados dentro da própria corporação máxima do futebol brasileiro. O que já vem sendo feito, para desapontamento do time que costuma jogar e torcer pelo quanto pior, melhor. 

Atenção para a trajetória do ministro Tarcísio Freitas, que deve ser o novo vice de Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro dando carona ao ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, em Rondônia.

Tarcísio anda colado em Bolsonaro, sem máscara e capacete

Vicente Limongi Netto

Analiso. Não torço nem distorço. Nessa linha, atenção para os passos do ministro da Infraestrutura, Tarcisio Freitas. É o responsável pelo caixa da campanha presidencial de 2022. O ministro da Infraestrutura é aquele que se pode chamar do homem da mala preta. Continuando o rosário de erros, fracassos e trapalhadas de Bolsonaro, Tarcísio é o candidato do mito de barro e do insaciável Centrão para disputar o governo de São Paulo ou integrar a chapa de Bolsonaro como vice, no lugar do general Hamilton Mourão, tudo depende de negociações.

Engenheiro formado no IME, largou a carreira militar e fez sucesso na iniciativa privada. É uma terceira via que pode render bons votos. Todo final de semana, acompanha Bolsonaro nas motociatas.

DEFESA FRAQUÍSSIMA – Os microfones da CPI da Covid informam mudanças na escalação do maltrapilho e raquítico time de governistas. E com a saída do senador Ciro Nogueira, entronizado na Casa Civil, o patético defensor intransigente da cloroquina, Luiz Carlos Heinze, passa a ser titular da comissão, enquanto o arrogante e falastrão Flávio Bolsonaro é promovido a suplente. 

No frigir dos ovos, Bolsonaro permanecerá dispondo apenas de balas de festim para defender-se do arsenal de fogo cruzado dos oposicionistas. As duas alterações não têm expressão nem força política. Não significam nada. O governo continuará sangrando e caminhando para o abismo.

IRRECUPERÁVEL – Na verdade, o parvo e melancólico Bolsonaro parece ser imbrochável, incomível e também irrecuperável. É impressionante a capacidade que o ainda chefe da nação demonstra, assumindo atitudes e iniciativas grotescas, levianas e irresponsáveis.

A estranha facada da qual foi vítima, na campanha eleitoral, moldou a alma e o espírito de Bolsonaro para pior. Trocou o sentimento da solidariedade pelo rancor ameaçador, insultuoso e debochado. 

A sinceridade que vassalos atribuem ao presidente costuma respingar contra o bom senso. A recente pregação antidemocrática de Bolsonaro contra a lisura das urnas eletrônicas acabou ridicularizada pelo próprio presidente. As paredes e os telhados do governo estão caindo, enquanto ele programa mais uma motociata. 

Ciro Nogueira na Casa Civil é uma espécie de semipresidencialismo de cofres arrombados

Charge do Latuff (Brasil de Fato)

Vicente Limongi Netto

Manchete e revelação que não causaram estranheza. Nem mesmo para as pedras das ruas. “Ciro Nogueira aceita assumir a Casa Civil”. Seria extraordinária e extravagante notícia se o franciscano senador do PP tivesse chutado o balde e recusado o valioso e atraente cargo. 

Assim, o pote de ouro do governo finalmente caiu todo no colo do volúvel e guloso Centrão. A chave do cofre mudou de mãos. Com direito a saborosas sobremesas de bilionário Fundo Partidário, com também bilionário Fundo Eleitoral.

Membros do Centão odeiam dieta. Lambem os beiços pelo poder. Não abrem mão dele. Querem sempre mais. Tudo continua como dantes no quartel de Bolsonaro.  Com uma brutal diferença:  Bolsonaro torna-se refém por completo do Centrão. Não demora Bolsonaro baterá continência para Ciro Nogueira.

INTERVENÇÃO INÚTIL – Veremos quantos dias de glória efêmera terão os deslumbrados interventores da CBF. Inacreditável. Um juiz carioca, mesmo longe de Tóquio, ganhou a medalha de ouro de bajulação. A CBF resolverá seus problemas e entraves, sem a intromissão indébita de ninguém.

A CBF é entidade privada. Não recebe nem vinténs do governo. É ela que administra e zela pelos êxitos do futebol brasileiro. Feminino e masculino. É o comando da CBF que oferece todas as possibilidades extra-campo para que seleções nacionais alcancem vitórias, medalhas e títulos. O bom senso vencerá mais esta etapa de equívocos internos que a CBF lamentavelmente atravessa.

NOTÍCIA BOA – Bernardo Cabral voltou para casa neste sábado. Depois de operado e passar 26 dias internado. Radiante e aliviado, ao ver o mar, ruídos dos carros, praças, pessoas andando, lojas e árvores.  Deus esteve o tempo todo acompanhando tudo, ao lado de Bernardo. Também felizes os amigos de Bernardo e Zuleide. Gratos e cientes de que Maria passa na frente. Sempre. 

O Todo Poderoso cobre de fé, amor e esperança   os filhos como Bernardo, que dedicam a vida inteira ao prazer de servir ao próximo. Que cultivam o bem estar da família. Que vibram com o sucesso dos amigos. Que engrandecem a coletividade com gestos e atitudes de competência e desprendimento. O reencontro de Bernardo e Zuleide foi marcado com abraço forte e demorado, de choro, ternura e amor. Bem-vindo, amigo de fé.

NOTÍCIA RUIM – Cenário patético e estarrecedor: filas de brasileiros famintos nas portas dos açougues. Tentando amenizar a fome, literalmente, com ossos duros de roer.

As partes boas e suculentas dos bovinos viraram manjar dos deuses, nas mesas fartas dos larápios que assaltam os recursos públicos. Não livram nem mesmo o Ministério da Saúde, com negociatas na compra de vacinas. Imaginemos o que acontece na compra rotineira de medicamentos. Oremos.

E Augusto Heleno não pode mais cantar “se gritar pega Centrão, não fica um, meu irmão…”  

Centrão in 2020 | Memes humor, Leben memes

Charge do Nani (nanihumor.om)

Vicente Limongi Netto

Depois de um início de tapas e beijos, o voraz Centrão e o temperamental Bolsonaro juntaram os trapos e oficializaram a união. Com juras de amor eterno. “O casamento do ano”, definiria o colunista Ibrahim Sued. Chutes na virilha e cusparadas na cara ficaram no passado.

Bolsonaro garante que tem muito amor para dar, além de caneta cheia de tinta para oferecer ministérios, emendas, cargos em diversos escalões e fundos. Dedicará todo seu charme para que a lua-de-mel com o Centrão seja inesquecível e resulte em numerosa prole e votos.  

ESQUECEU A LETRA – Por sua vez, o cantor bissexto e ministro Augusto Heleno deletou da memória, do computador e das redes sociais as estrofes que cantou, quando o governo navegava em águas tranquilas, debochando do Centrão, com aplausos da plateia.

Desta feita, Heleno mostrou sua imensa versatilidade musical, compondo novos versos, sem ficar corado, para saudar a entrada triunfal do novo e poderoso ministro da Casa Civil, o casto senador Ciro Nogueira.

Ao invés de “se gritar pega Centrão/ não fica um, meu irmão”, Heleno agora canta: “Centrão nosso amigo de fé/irmão camarada/parceiro salvador de tantas jogadas/você é a tábua de salvação de Bolsonaro”.

ALGO NO AR – Mas nem tudo está perdido.  Em pleno inverno, o florescer dos ipês coloridos deixa Brasília ainda mais bela, alegre, amorosa e cativante. O ipê branco abranda a alma. O amarelo encanta corações. O roxo alimenta esperança.

O ipê lilás exorta a paz. Os pés de ipês são recheados de dignidade. Suas folhagens saúdam o amanhecer. O aroma dos ipês tem a pureza dos sentimentos. Embalam o cotidiano e embelezam o sol. Quando as folhas começam a cair, os ipês partem para nova missão: juntam-se ao barro para enobrecer a terra e semear a vida eterna.

General Pazuello é uma vergonha para o Exército e devia ser submetido à Corte Marcial

Charge do Miguel Paiva (Arqiivo do Google)

Vicente Limongi Netto

Caíram o restante do telhado, das paredes, dos pisos, das colunas e da rampa do Palácio do Planalto, com a revelação do áudio mostrando o ex-ministro da Saúde e mestre em logística, Eduardo Pazuello, propondo a compra de vacinas com preços quase triplicados.

Alquimistas do desgoverno e os doces e educados filhotes do presidente demoraram para transmitir a péssima notícia a Bolsonaro, temendo que ele pudesse ter uma crise de desânimo que o fizesse desligar os tubos, como mandava o personagem humorístico de Jô Soares, diante de notícias desagradáveis.

FILHOTE 01 – O despudorado senador Flávio Bolsonaro é o fim da picada. Gosta de criar caso com colegas, na CPI da Pandemia. Não raciocina, apenas vocifera. Tem o infame e descarado topete de querer impor suas patetices. Não é nem suplente da comissão, mas se julga com o direito de ser grosseiro e pernóstico. Aparece para tumultuar os trabalhos. 

O filhote 01 do mito de plástico já ofendeu o relator Renan Calheiros, o ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e, agora, a senadora Simone Tebet, que não gostou de ser interrompida pelo medíocre e agressivo senador carioca, retrucando, energicamente: “No microfone, ele não tem coragem de falar o que me disse agora”. E ameaçou levá-lo ao Conselho de Ética”.

Flávio Bolsonaro é o homem medíocre, como bem definido pelo filósofo, sociólogo, escritor e médico ítalo-argentino José Ingenieros (1877/1925): “Por trás do homem medíocre, assoma o antepassado selvagem que conspira no seu interior, acossado pela fome de atávicos instintos e sem outra aspiração, além de saciar-se”.

REAJUSTE ABUSIVO – Os servidores do Senado Federal, principalmente os aposentados, que são idosos e precisam constantemente de cuidados médicos e hospitalares, sofreram duro golpe desferido pelos dirigente do plano de saúde da Casa. Tiveram um aumento de até 5% da sua remuneração bruta nas despesas médicas e hospitalares.

Isso vai causar um grande impacto no orçamento dos servidores, que não têm aumento salarial há mais de quatro anos, e tiveram suas vidas abaladas com a pandemia. Escárnio que o bom senso não pode tolerar.

A insensibilidade dos serviçais burocratas-dirigentes não atingiu os senadores, que continuam desfrutando de um plano de saúde vitalício e com todas as mordomias proporcionadas até por UTIs aéreas.  Para eles, impolutos homens públicos, o céu de brigadeiro, para servidores e familiares, o pagamento das mordomias parlamentares. E no Rio de Janeiro é ainda pior, os servidores estão sem reajuste há sete anos. E ninguém diz nada, ninguém faz nada.

O quadro político é desesperador, o presidente entrou em fase terminal e o governo respira por aparelhos

Charge do Beto (Humor Político)

Vicente Limongi Netto

Negacionistas e bolsonaristas, membros da confraria das rachadinhas, lamentam informar que, em razão dos números do  Datafolha, o presidente Bolsonaro encontra-se entubado na unidade intensiva do gabinete dos horrores e o governo está respirando por aparelhos.

O quadro político do paciente é desesperador. Os médicos tentaram de tudo: doses fortes de cloroquina, coquetéis com leite condensado e balas e pirulitos com chicletes.  Familiares do chefe da nação e generais adoradores das boquinhas palacianas agora voltam suas preces e últimas esperanças nos milionários  remédios dos  insaciáveis cientistas de goelas profundas do Centrão. Que costumam salvar a pele do paciente, mas deixando-o sem coordenação motora o resto do mandato.

A FORÇA DA SOLIDARIEDADE – O amor vence a aflição, enfrenta a desesperança. O afago é parceiro do apreço e da boa energia. A fé abraça corações. O texto de Ana Dubeux engrandece os bons espíritos (Correio Braziliense – 11/7), valorizando a luta permanente das mulheres. Estimula o poder feminino. Deplora o rancor e a covardia machista. A jornalista deseja que as mulheres não se abatam diante dos rancores e canalhices de ordinários travestidos de homens imaculados. Diz Ana:

“Não se demore: neste domingo ligue para uma amiga, ouça sua voz, levante seu ânimo, ofereça seu colo. Tenho certeza de que receberá de volta amor, atenção e gratidão por toda a vida. E isso não tem preço”.

VENCEDOR E VENCIDO – Alvissareiro saber que um vencedor como Marco Aurélio Mello aposentou a toga, sem abdicar, porém, da palavra esclarecida, firme e contundente, em defesa da democracia e das liberdades individuais (O Globo- 11/7). Vai continuar praticando o saudável esporte do diálogo, da palavra vigilante e, sobretudo, apoiando o contraditório. Marco Aurélio Mello jamais foi homem de se omitir diante das injustiças.

Por fim, um papel melancólico do Brasil, mais um, na Copa América. Nosso elenco é limitado. Não evolui. O técnico é um vencido, ruim e presunçoso. Creio, reitero, que o hexa está cada dia mais longe para a seleção brasileira. A seleção já começa melancólica na apresentação do belo hino nacional. Ninguém canta. Fingem que cantam. Enquanto seleções adversárias cantam o hino da pátria emocionados e abraçados. Triste constatação.

É um erro pensar que a pandemia está dominada; continue a usar as máscaras

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Charge do Kleber (Estado de Minas)

Vicente Limongi Netto

Mesmo imunizada com duas doses de vacinas, a apresentadora Ana Maria Braga pegou covid. Vale o alerta do diretor-geral do Hospital Sirio-Libanês em Brasília, médico Gustavo Fernandes: #NãoPareDeSeCuidar. Daqui  a onze dias, a Grã-Bretanha para de usar máscara e libera geral. Será essa a política certa? Tenho minhas dúvidas, especialmente devido ao surgimento das variantes.

Ampliação do auxílio emergencial por mais três meses ajuda, mas é como cobertor curto. Basta ver o preço do botijão de gás, perto de 93 reais. Atento ao drama, o governador Ibaneis Rocha criará o vale-gás. Serão destinados 24 milhões de reais para atender 41 mil famílias.

GRATUIDADE NO ENEM – Excelente iniciativa da Frente Parlamentar Mista da Educação, lançando campanha para beneficiar estudantes carentes que perderam o direito à isenção da taxa de inscrição do Enem 2021.

Diante do crescente inferno astral do clã Bolsonaro, com denúncias e acusações pipocando de todos os lados, torna-se cada dia mais difícil a Rede Brasil lançar o telejornal só com notícias boas. Sonho do Palácio do Planalto, que não conhece democracia nem contraditório. 

APOSENTADORIA – Bela e justa homenagem do Correio Braziliense (7/7) ao ministro Marco Aurélio Mello, que no próximo dia 12 completa 75 anos de idade e se aposenta do Supremo Tribunal Federal.

Recebeu uma função que durante 31 anos exerceu com dignidade, coragem, isenção, competência e patriotismo. Respeitando a Constituição e com profundo respeito as liberdades individuais.  

Jamais acompanhou a maré. No finalzinho, votou contra a anulação das condenações de Lula e contra a suspeição do juiz Sergio Moro. Respeitou a decisão da maioria, mas fez questão de apontar a inconstitucionalidade. E Luiz Fux seguiu os votos dele.

BERNARDO CABRAL – O ex-senador amazonense precisou ser operado. Colocou pontes de safenas. Permanece hospitalizado mas melhorando bem. Deus no comando. Amigos ligam para Zuleide em busca de notícias. Todos orando pelo restabelecimento do respeitado homem público.

Recebo dezenas de mensagens desejando que o ex-ministro da Justiça e ex-presidente da OAB Nacional volte logo para casa. Entre elas, a do coronel Diógenes Dantas, que simboliza esplendidamente o respeito e a admiração que brasileiros de todas os cantos e origens dedicam ao ex-relator-geral da Constituinte e ex-senador. Na mensagem, o então major do Exército, Diogenes Dantas, membro da segurança pessoal do presidente Collor, lembra passagens daquela época, quando Cabral era ministro da Justiça:

O senador Bernardo Cabral é dez. Papai do céu vai deixá-lo conosco mais tempo. Grande cabeça. Ele é show.  Me lembro,  na segurança presidencial, em evento externo com multidão, ele falava para mim: “Vai, major, passa a  minha frente, agora é com você”. Sempre tratou  com respeito profissional e fidalguia os agentes de segurança pessoal. Rogo para o pronto restabelecimento e sua saúde.  O que se faz aqui na Terra ecoa no universo. Forte abraço”. Diógenes Dantas.

Governador gaúcho se declarar homossexual é um avanço que merece ser louvado

O governador do RS, Eduardo Leite Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini / 14-05-2020

Eduardo Leite amorteceu as críticas: “O amor vai vencer o ódio

Vicente Limongi Netto

Notícias do cotidiano comovem, preocupam, amedrontam, desapontam, esclarecem e estimulam. A declaração do governador gaúcho Eduardo Leite, no programa do repórter Pedro Bial, é saudável, elogiável e esperançoso combustível para acabar com a enfadonha polarização entre Bolsonaro e Lula. O jovem Eduardo Leite vai balançar e renovar as estruturas do jogo presidencial.

Sobre o assunto, a jornalista Ana Dubeux (Correio Braziliense- 4/7), afirmou: “Só o fato de Eduardo Leite se declarar homossexual já é um passo importante, tanto quanto necessário”.

DISSE RANDOLFE – Também manifestou-se o senador Randolfe Rodrigue (Rede-AP), no Correio de 6/7: “Saúdo a coragem do governador Eduardo Leite, que seria uma ótima opção política, uma alternativa no pleito do ano que vem”.

O próprio Eduardo Leite salientou para o Correio do dia 5: “Já tive muito espaço para mostrar minha capacidade política, estou tranquilo em relação ao que posso fazer para o país”.

Quem destoou foi o presidente da República, que fez grosseiras ofensas homofóbicas ao governador. Aliás, Bolsonaro se comporta como se não existissem homossexuais em sua família. Como dizia aquele personagem de Jô Soares, “tem pai que é cego”. Há gays em todas as famílias do planeta. Lembram daquele tio solteirão? E aquela prima esquisitona?

SAUDADE DOS CRAQUES– Na época iluminada de craques como Gerson, Pelé, Rivelino, Clodoaldo, Garrincha e Nilton Santos, era moleza golear o Paraguai, Peru, Chile, Equador e Uruguai. Agora, na era Tite, Neymar e companhia, quando o Brasil vence adversários por 1 x 0, comemora-se o resultado como goleada.

Jogos empolgantes da Euro Copa, com seleções fortes, rápidas, envolventes e bem treinadas, indicam, a meu ver, que a conquista do hexa para o Brasil está mais longe do que nunca. O Brasil tem deficiências em todos os setores. Não evoluiu.   

SAUDADE DOS COMENTARISTAS – Analistas de O Globo não têm categoria nem expressão para comentar jogo nem no Maracanã vazio. Time de embusteiros arrogantes, fantasiados de sabidões.

Lamentável e inacreditável que a valorosa seção dos leitores tenha virado instrumento descarado para bolorentas cartas encomendadas de leitores elogiando “análises” e “artigos” dos notáveis sábios de araque. O contraditório passa longe do manual do atual O Globo. Cancelarei minha assinatura. 

Lamentar a morte de Lázaro Barbosa é desconhecer a realidade do mundo em que vivemos

Documento policial registra que Lázaro Barbosa foi morto por Vicente Limongi Netto

O mundo é cruel. A realidade assusta. Costuma pregar peças. Sem trégua. Não tenho lugar no coração nem na alma para nutrir pena e consideração a assassinos e estupradores. Graças a Deus a avassaladora pandemia não amoleceu meus neurônios nem abalou meu equilíbrio e isenção.

A hora é de lutar por soluções, leis e mecanismos jurídicos que tragam tranquilidade para a população. Caso contrário, seres desprezíveis como Lazaro Barbosa continuarão soltos e impunes, infernizando a vida de famílias e homens de bem.

LÁZARO BARBOSA – Nessa linha, acabei lendo, perplexo, no Correio Braziliense e alhures, incisivas opiniões lamentando a morte de Lázaro Barbosa. Respeito, mas discordo enfaticamente. A meu ver, ao contrário daqueles que não admitem a forma como chegou ao fim a vida imunda e covarde de Lázaro, julgo perfeitamente natural o desfecho da caçada ao monstro que alguns insistem em chamar de ser humano.

Pimenta nos olhos dos outros é colírio e refresco. Aplaudo os policiais que finalmente deram um basta no assassino. A alegria que mostraram foi compreensiva. Pelo teor de algumas opiniões contrárias, seria melhor que os policiais chorassem e respondessem com flores os tiros disparados por Lazaro.

OPINIÃO ACERTADA – Ilustro meu raciocínio com a opinião do Diretor do Instituto Luiz Gama, pós-doutor pela Universidade de Coimbra em Democracia e Direitos Humanos, Camilo Onoda Caldas (Correio Braziliense – Eixo Capital- 30/6), sobre Lazaro Barbosa, indagado se seria melhor prendê-lo com vida:

“Se ele resistiu à prisão e atacou os policiais, o confronto pode ter sido necessário e a morte, portanto, é uma consequência”, salientou o cientista político.

Espero que a lucidez vença a hipocrisia e a demagogia, evitando que partidos políticos e entidades não apelem ao Vaticano para canonizar Lázaro Barbosa.

MAIS ENERGIA – O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz, precisa ser menos benevolente e mais enérgico na condução dos trabalhos. Logo e urgente.  Sob pena de enfraquecer e desmoralizar a CPI e a si próprio. Aziz precisa manter o foco principal da comissão. Investigar e apurar a má gestão do governo na aquisição de vacinas. Deve cortar a palavra de quem deseja tumultuar e atrasar os trabalhos da CPI. 

Graves denúncias de irregularidades e corrupções já foram checadas e constatadas pelos senadores, fazendo com que a maioria da população continue acreditando nos resultados finais da CPI.

Nesse sentido, alguém precisa informar a Omar Aziz as características de ações e atitudes do ex-presidente do Senado, o baiano Antônio Carlos Magalhães.

ORDEM NA CASA – Com o famoso ACM, insolentes e demagogos não se criavam nas sessões plenárias, nas comissões técnicas ou comissões de inquérito, como ocorre hoje com a bolorenta, desprezível e bazofeira tropa sem choque de Bolsonaro, na CPI da Covid. São serviçais sem compostura. 

Com ACM no comando, ninguém não atropelava a fala do senador que estivesse falando. Em plenário ou nas comissões técnicas,o ex-governador e ex-ministro  não permitia o ingresso de  ex-parlamentares, deputados ou senadores que não fossem membros das comissões.

Muito menos discursar para dizer asneiras, como o arrogante senador rei das rachadinhas, Flávio Bolsonaro. Que ainda tem o descaramento de levar deputados serviçais para o plenário da CPI. Acorda, Omar.